#3: Como sobreviver ao inverno

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Em pleno 3 de agosto, esse post poderia muito bem se chamar como sobreviver ao inferno - não sei se o mesmo se aplica a vocês aí, mas aqui por essas bandas agosto é o mês oficial da seca. Não tenho a menor ideia de quando foi a última vez que caiu água do céu, mas essa noite ouvi ruídos, o chão acordou meio úmido e - surpresa - o vento frio voltou com tudo, lembrando que ainda estamos nessa estação que alguns amam e outros tem verdadeiro terror. Acho que gosto do inverno desde sempre, já que ele é sinônimo de trégua naquela coisa abominável chamada calor, que é infalível em derrubar minha pressão (e a dignidade dos looks do dia); mas muita gente tem um relacionamento turbulento com os meses de maio, junho e julho por aí. Se o inverno já tiver acabado aí onde você mora, tanto melhor: no ano que vem você já vai estar preparado/a pra sobreviver sem maiores dificuldades.

1: BEBA ÁGUA

Tá frio e tudo o que você mais quer é ficar paralisada com as mãos juntinho ao corpo e ao lado de uma xícara fumegante de chá. Eu sei. É normal a gente esquecer de beber água normalmente, o que dizer de uma estação em que a ideia de fazer xixi (e sentar naquele assento gelado) é desconfortável? Ainda assim, manter a hidratação do corpo em níveis saudáveis vai te poupar de sofrer com mais mal-estar além das eventuais gripes - eu fico muito mal-humorada quando esqueço de beber água, sinto minha boca ressecada e a cabeça dói. A gente já sofre muito com pele ressecada nessa época, e não adianta se besuntar nos melhores cremes (creme Nivea do pote azul, eu te amo) se nosso organismo não tem a quantidade suficiente de água. Vale fazer aquilo que você faz o ano todo: por lembretes no celular, colocar garrafinhas em todo lugar e bebê-las durante o dia. Quer dizer, você faz isso, né? NÉ? Bebam água, gente.

2: Vista-se de acordo

Quem discorda daquilo que o inverno deixa as pessoas mais elegantes certamente ainda não descobriu os truques pra sobreviver no frio e continua tendo que vestir todos os moletons de uma vez. Em primeiro lugar: arrume um casacão ou jaqueta pesados de verdade. Ah, mas aqui quase não faz frio, eu nem tenho onde usar um casaco!!! Vai por mim - melhor ainda, ele vai durar décadas e você nunca mais vai ter que colocar dez camadas de roupas porque não tem nada suficiente pra aguentar aquela temperatura (e sair de casa se sentindo o boneco da Michelin). Eu sempre odiei essa sensação de milhões de roupas tirando minha mobilidade, e isso resolveu muito quando finalmente arrumei um casaco decente de frio - além ele vai te dar cinco pontos de elegância a mais, quando você sair pra almoçar meio-dia e o dia já estiver quente de novo, você só tem UM casaco pra carregar. Além disso, calça jeans é uma vestimenta extremamente gelada, então aquela coisa de vestir a calça do pijama por baixo continua valendo - e fica ainda melhor se você substituir ela por uma meia-calça (que dá pra usar debaixo do pijama antes de dormir, aí você tira o pijama, veste a calça e nunca mais precisa tirar a roupa às seis da manhã antes de ir trabalhar).
A gente também pode aprender com os europeus e incorporar acessórios, do tipo gorro e cachecol. Embora eles pareçam desnecessários - a gente tem essa mania de achar que não faz frio no Brasil, aí quando faz todo mundo se sente dentro de um freezer - fazem muita diferença na hora de manter o peito, pescoço e cabeça quentinhos, principalmente se você tiver que caminhar no meio da rua num dia de muito vento. Cachecóis são lindos, vão te dar mais cinco pontos no quesito elegância e você pode enrolar no pescoço, na cabeça, em volta das orelhas e se bobear serve até como mantinha. Eu lembro de ter visto em Curitiba um cachecol fantástico que também funcionava como touca e tinha mil jeitos de se enrolar nele pra proteger todas as partes do rosto; e não importa se você mora aí no Nordeste e 20ºC já te fazem pensar em se enrolar nas cobertas: frio é frio, e se a perspectiva de dias frios te fazem querer morrer, você precisa de tudo o que puder pra enfrentar o inverno.
Por fim, gente, meias de lã. Amo meias de lã e elas salvam meu inverno, são as únicas que aquecem meu pé. Quem tricotou essas foi uma vizinha que tem uma máquina de tricô, mas acho que dá pra pedir pra uma vó ou tia especialmente habilidosa, caçar em feirinhas de artesanato ou simplesmente comprar uma meia térmica por aí. Recomendo, melhor investimento que já fiz pro inverno.

3: Abuse de todos os truques do mundo

Se você não precisa sair de casa, dá pra esquentar água no fogão, mandar pra dento de uma garrafa pet e ter uma bolsa de água quente de 2L. Caso não, o jeito é se esquentar do jeito que dá: coloque chá quente na garrafa térmica pra ir trabalhar, sente do lado que o sol bate no ônibus, aproveite o horário de almoço pra ficar um pouquinho do lado de fora pegando sol também. Asse bolos e fique aproveitando o calor do forno, deixe pra lavar a louça e tomar banho nas horinhas mais quentes do dia, e se isso ainda não for suficiente, dá pra comprar um aquecedor portátil pra soprar vento quentinho nas suas mãos, pés e na roupa gelada antes de vestir. E óbvio: abrace e pegue na mão de todo mundo que você gosta usando a desculpa de se esquentar.

4: Aprecie

Eu odeio de verdade o verão, e entendo que é perfeitamente possível sofrer por causa de clima, especialmente se ele te traz alguma doença junto. No entanto, os meses quentes tem duas coisas imbatíveis pra mim: clima natalino e horas extras de luz solar, duas coisas que me deixam muito feliz, ainda que passando mal. Se a gente não pode mudar as temperaturas só com a força das reclamações, fica mais fácil tolerá-las quando encontramos algo bom pra curtir no meio daquilo. O inverno traz festas juninas, a florada dos ipês e uma infinidade de comida delícia quentinha, além de ser uma época muito boa pra se exercitar sem suar horrores. Também escurece antes, o que é uma ótima desculpa pra deitar mais cedo e dormir por mais horas (ou só ficar assistindo Netflix).

Alguém tem mais alguma dica? Como é sobreviver ao inverno pra vocês?

#2: 2017/1, uma playlist (e um desabafo)

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Eu sei, eu sei que apareci aqui ontem pra dizer palavras motivacionais e encorajar vocês a fazerem a magia acontecer nesse mês; e eu adoraria que o segundo post fosse sobre algo mais legal, útil e divertido - mas esse é, ainda, um blog pessoal, onde no final do dia eu venho pra desabafar e procurar conforto quando a vida real é especialmente malévola. Eu juro que me esforcei, inventei trocentas pautas diferentes e comecei nada menos do que quatro posts de número dois, mas... não deu.
por fora: fazendo piadinhas com gif do Kiko / por dentro: chorando
Durante os dias que passei escrevendo o post inaugural (que comecei uns dias antes, óbvio), eu pensei mais vezes do que gostaria em chutar o balde, desconectar o wi-fi e fingir que não tinha dito nada a respeito de bedar pra ninguém - dessa vez não por preguiça ou medo de escrever, mas por sentir a vida difícil demais. Junho não foi um mês muito legal na minha vida e julho passou trazendo uma cota de agravos em cima disso tudo, e enquanto estou aqui escrevendo essas linhas, deitada na cama, tem parte de mim que realmente adoraria desconectar o wi-fi, jogar a coberta em cima da cabeça e fingir que não estou aqui. Férias do universo é meu único sonho de consumo no momento, e é algo que simplesmente não vai acontecer - porque tenho um emprego com E maúsculo que só vai me dar 30 dias de férias remuneradas depois de 18 de outubro (se houver dinheiro em caixa pra isso, lógico) e surtar, ir pro psiquiatra e ganhar um atestado de um mês de afastamento não é uma opção, porque né
(tecnicamente, né. eu faço as avaliações e os encaminhamentos, but I guess it counts)
Meu trabalho é ficar aqui, convencendo as pessoas de que vai ficar tudo bem - o problema é que dentro de mim não tem nada em bom estado. Se em algum momento da última semana eu consegui transmitir calma e força pra alguém, atribuo isso a um milagre do sobrenatural. Por dentro eu estou devastada, sentindo a minha alma como um campo estéril e esturricado onde a única coisa que me resta a fazer é fechar os olhos e dormir pra sempre.
É uma sensação estranha.
Ficar putassa sentir raiva quando algo não dá certo é meu modus operandi pra lidar com problemas desde que me entendo por gente, e talvez a única vantagem da raiva é que ela faz a gente se sentir viva, fervilhando de adrenalina enquanto dilacero cabeças mentalmente. A Mia, lendo meu mapa astral, disse que sou muito mais agressiva dentro da minha cabeça do que fora dela e eu achei essa a definição mais bonita e sucinta pra quem sou eu - se não meto a porrada em todo mundo na vida real, ao menos dentro da minha cabeça eu saio triunfante das tretas; mas agora, nem isso acontece. Eu me sinto insignificante, irrelevante, pequena demais pra dar conta de tudo o que a vida exige de mim e uma presa pronta pra ser engolida viva por algum monstro a cada virada de esquina, pra depois ser cuspida num anticlímax e ficar lá, babada, no meio da rua. Me sinto constantemente anulada, imprestável até pra virar comida de monstro imaginário.
Desculpem a metáfora ruim. Tá difícil.
E nessas horas nós fazemos playlists.
Mesmo sendo pessoa que escreve, também sou pessoa que berra letras de música a plenos pulmões e chora em ônibus com foninhos no ouvido quando a vida alcança níveis críticos de saúde mental. Por isso o post de hoje, além desse chororô, também traz inteiramente de grátis uma incrível playlist pra você ouvir e remediar suas dores caso você esteja num estado emocional tão miserável quanto a pessoa que escreve esse post - ou caso você só queira curtir o bom e velho roquenrou, que nunca decepciona. Juntei The Police, que tem sido a banda mais sucesso de 2017 com o The Smiths de todas as fossas, o novo sucessinho da Lorde, a voz fora de série da Stevie Nicks e outras coisinhas que falaram junto ao meu coração nos últimos tempos - incluindo Radiohead, logicamente, pra não deixar ninguém duvidar que isso é um mixtape da categoria bad vibes.
Já comentei em algum canto que levo o conceito de trilha sonora tão a sério que tenho pastas de playlist temáticas no iTunes, cuidadosamente trabalhadas pra tocar as nuances mais sutis dos meus sentimentos; e se essa é uma playlist de dor-de-cotovelo, cheia de versos do naipe de I'm a liability, get you wild, make you leave; what the hell I'm doing here, I don't belong here e I am human and I need to be loved just like everybody else does, essas músicas não vão rasgar a minha alma e temperar a fossa emocional com álcool 70º como a famigerada playlist Queria estar morta - eu só quero alguma coisa que me faça sentir - que transforme meus sentimentos em algo real, válido, legítimo, capaz de ser compreendido e de se transformar. O refrão de Bad Day diz que It's been a bad day, please, don't take a picture - e de qualquer jeito, eu espero que o dia seguinte seja um bocadinho melhor do que esse. ❤


#1: Bedar ou não bedar

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Ou, como diria Ana Maria Braga: ACOOOOOOOOOOOOOOOOORDA BLOGOSFERA!!!

Então, eu bedei.

Bedei no ano passado e foi LINDO, caso você não tenha estado presente pra acompanhar a folia que rolou. Este festival anual de criatividade, superação e desespero foi uma das melhores coisas no ano de 2016, causou o maior agito na história de posts do Beyond até então e serviu de exemplo concreto pra mim de que é sim possível calar a voz no fundo do meu cérebro que gosta de repetir que meus posts são desnecessários e que não consigo escrever nada que preste. Quer dizer, talvez eles até sejam desnecessários - pro mundo, pra economia global, pra coisas Realmente Importantes; mas escrever sobre a minha vidinha pacata não foi nem de longe o fiasco que parte de mim acreditava - ouso até dizer que foi um feito e tanto. O disparador pra escrever feito louca no ano passado foi um post que tinha escrito na época (do qual ainda gosto muito), em que eu falo sobre escrever na internet e cativar pessoas; e se não me tornei internet famous depois disso, a recompensa veio em forma de vínculos ótimos, blogs novos pro blogroll e um grupinho no whatsapp cheio de gente bonita, carinhosamente batizado de CILADA TOP. Meus amigos, o BEDA 2016 foi um sucesso.
Mesmo apesar da ressaca que invariavelmente atinge a gente depois do dia 31, eu estava certa de que queria repetir a brincadeira. Eu podia repetir a brincadeira, porque tinha a prova de que era capaz bem ali. Eu queria ter emendado um BEDS, BEDO e quem sabe um BEDN, porque estava eufórica depois de trinta e um dias jogando fogo na lareira da criatividade, com o motorzinho da escrita ligado e a todo vapor. Tinha recuperado o ânimo pra falar sobre Tudo e Nada ao mesmo tempo - que é essencialmente a temática que move este estabelecimento - e NADA PODERIA ME DERROTAR.
Exceto, é claro, a preguiça. E a vida, lógico.

O problema é que coisas acontecem entre os meses que não bedamos, como arrumar empregos com horário de entrar e sair, além de cursos e concursos pra estudar. O medo de não dar conta foi, aos poucos, se instalando por aqui e me convencendo de que era melhor me recolher, assistir a coisa toda só do camarote e deixar pra tentar outros troféu numa outra ocasião; evitar as emoções fortes e continuar com minha vidinha pacata no ritmo cômodo que ela adquiriu nos últimos dez meses. À primeira vista, parece muito sensato dizer "não vou arrumar sarna pra me coçar". Eu quase consegui me convencer disso.
Mas chamar o BEDA de sarna seria grosseiro demais da minha parte; já que a ideia de blogar com frequência é exatamente aquilo que nós, pessoas que escrevemos aqui na internet, prometemos pra nós mesmas nas resoluções de ano novo e cremos que agora vai, até que a vida nos atropele com prazos, compromissos e boletos, e nos force a deixar nossos hobbies de lado. Como eu disse no trigésimo primeiro post do ano passado, agosto foi um mês que passei escrevendo, e de jeito nenhum isso poderia ter sido uma experiência ruim. Bedar é me comprometer a fazer algo que nunca falhou em me alegrar, mesmo que nem sempre seja fácil; é transformar as reclamações vazias que fazemos sobre não ter tempo praquilo que gostamos em algo eficaz e que mude isso. A possibilidade de não dar certo é real (como o Blogmas de 2016 tá aí pra provar), mas - pra fazer jus à tradição de começar isso aqui com clichês motivacionais - a gente realmente não tem nada a perder. A gente tá praticamente o tempo todo tomado por essa sensação de que tem coisa demais pra darmos conta na vida e talvez isso nos faça dizer mais 'nãos' do que deveríamos, especialmente quando se trata de coisas que gostamos de verdade de fazer.
Então cá estou eu outra vez, feliz por ter dito outro sim; e desesperada, como não poderia deixar de ser, mas devidamente eufórica e muito bem amparada também. Se no ano passado eu cheguei pra festa completamente sozinha e tentando me enturmar, o BEDA 2016 ajudou pra que eu achasse minha tchurma na blogosfera, e são essas as pessoas que botaram muita pilha e deram muito incentivo emocional pra que, mais uma vez, eu entrasse nesse barco furado que é assumir publicamente o compromisso de aparecer por aqui todos os dias no mês mais árido do ano. Vai ter BEDA em todo o Circuito Cilada de Blogs™, e convoco cês todos pra aparecerem nesse mesmo bat-local amanhã e também nos blogs da Mia, Michas, Ana e Tati - e caso você seja um bravo guerreiro desbravando sozinho os mares da blogosfera nesse agosto que promete durar tempo demais, dê um grito nessa caixa de comentários e vamos nos apoiar mutuamente!!!

FAQ rápido pra você que ainda está em dúvida:

Bedar ou não bedar? 
BEDAR!!!!!

Mas não dá mais tempo agora!!!!!
Dá sim! O BEDA 2016 foi escrito todinho quase em tempo real!! E esse provavelmente também será

É IMPOSSÍVEL escrever 31 posts diferentes!!!!!!
VAMOS RESPIRAR FUNDO: primeiramente, vamos expandir esse caderninho de pautas. Pode postar um meme por semana? Pode. Pode dividir pauta com as amigas e fazer blogagem coletiva toda semana também? Pode. Pode postar foto aleatória? Pode. 31 posts não querem dizer exatamente 31 textões - a gente sabe que isso é impossível, então é hora de abraçar a criatividade (e as ideias loucas de pautas).

Mas e se der errado????
Sempre tem o BEDA 2018, oras.


AAAAAAAAAAAA VAMO NESSA!!!!

Liebster Award

Um comentário
Depois de um mês de atraso, estou aqui honrando minha palavra de compromisso com os memes e respondendo essa tag que a Tati indicou o blog pra responder. Dois fun facts: essa é a segunda vez que alguém indica este humilde endereço virtual a responder essa tag, mas a primeira mofou nos drafts por tempo demais, tempo o bastante pra pessoa que tinha me indicado largar a blogosfera e ir fazer outras coisas na vida, risos - e to aqui me comprometendo que isso não aconteça dessa vez. Liebster é ~querido~ em alemão, e eu acho isso o máximo, porque é exatamente o que penso dessa criaturinha fofa que é Tatiane 💕💕💕
Inclusive, alguém se recorda que uma vez mencionei que estava tentando aprender alemão sozinha? Não? Que bom
As regrinhas são as seguintes:
Escrever 11 fatos sobre você.
Responder às perguntas de quem te indicou.
Indicar de 11 a 20 blogs com menos de 200 inscritos.
Fazer 11 perguntas aos blogs indicados.
Colocar o selo do Liebster award.
Linkar quem te indicou: Tatiane, essa menina TOPSTER

1. Eu ganhei meu primeiro computador com uns oito anos;
2. Ao mesmo tempo em que eu tenho vontade de sair comprando tudo, sou muito mão de vaca e quase nunca compro algo de verdade;
3. Talvez meu maior pet peeve seja gente que joga lixo no chão, tenho vontade de fazê-las COMER o lixo;
4. Brinquei de dividir quarto com a minha melhor amiga no primeiro ano da faculdade e terminamos mortalmente brigadas heheh;
5. Eu já fiz ginástica rítmica e era péssima;
6. Estudei inglês no CCAA (bjs pra quem sente saudade da turma do Daniel);
7. Eu queria me chamar Tiffany quando era criança;
8. Não gosto de piscina/mar;
9. Meu primeiro livrinho infantil foi "A Cigarra e a Formiga";
10. Não sei usar pijama - meus pijamas são todos roupa velha;
11. Passei minha infância todinha tenho paixonites não correspondidas.

Qual sua melhor lembrança da infância? Uma só??? Gente, isso é muito difícil. Com certeza algum momento com a minha mãe - lembro de um dia muito mágico em que ela costurou pra mim de uma vez só umas vinte roupinhas da Barbie e eu nunca tinha me sentido especial como me senti naquele dia até então.
Quando a blogosfera passou a ser parte da sua vida? Eu criei meu primeiro blog em 2006, no weblogger - e depois dele criei outro no blogger, e outro, e outro, até inaugurar esse em 2012. Mesmo antes disso, eu gostava muito de ler blogs de gente desconhecida na internet, desde que descobri esse rolê de blog numa revistinha da Witch em 2004.
Se você só pudesse ouvir uma música pelo resto da vida, qual seria e por quê? Isso seria IMPOSSÍVEL!!! Tenho umas trinta mil músicas hoje em dia no pc - não rola nem escolher umas dez? Pra fins de resposta, uma das dez provavelmente seria Electric Bones
Qual seu self-care favorito? Eu não sei responder a essa pergunta do jeito que ela merece porque eu não tenho nenhum ritual oficial de self-care digno de nota, mas o que eu faço basicamente é deitar na minha cama e ouvir música quando to me sentindo mentalmente estropiada - e ajuda que é uma beleza.
Se precisasse escolher, preferiria uma viagem com tudo pago para a Itália ou uma biblioteca completa dentro da sua casa? Eu já fui pra Itália, então escolher a biblioteca doeria um pouquinho menos no coração.
Qual foi o último filme que você viu no cinema? Mulher Maravilha!!
Como diria Kelly Key: mais uma noite chega, e com ela a depressão? Como diria o K-sis, tem dias que a noite é foda HAHAHAHAHAHAHA (por onde anda K-sis?????), mas gosto bastante da noite - normalmente posso descansar no meu quarto e ter a famosa #pas de espírito.
Mil reais ou uma foto com o Raça Negra? Raça Negra é top, mas MIL REAIS COM CERTEZA
Qual sua palavra preferida? Supercalifragilisti Em português, eu gosto muito de palavras ultrapassadas e incomuns, tipo esdrúxulo (mas acho que não tenho uma preferida).
O que o ano de 2017 está sendo para você? A experiência fantástica de ter dinheiro caindo na minha conta num determinado dia do mês!!
Se precisasse escolher um dos namorados da Taylor Swift para ficar com ela pra sempre, qual seria? HARRY STYLES, ÓBVIO. O único sentimento que tenho por esse menino é no ship Haylor

Não sei quem eu deveria indicar aqui pra responder essa tag, porque as migas já foram devidamente tagadas no post da Tati e eu ando tão sumida do universo blogueiro que não sei quem mais ainda acompanha o Beyond :3 Mas de qualquer forma, aí vão onze perguntas naquele esqueminha "quem quiser se tagar/responder isso aqui de bobeira/usar esse post pra sair da seca":

1. Quem é seu herói de infância?
2. Qual o último livro que você leu?
3. Qual seu atual meme favorito?
4. Tem alguma comida que você não come por dinheiro nenhum?
5. Natal: TOPSTER ou um saco?
6. Qual seu meio de transporte preferido?
7. Descreva sua casa dos sonhos:
8. Qual foi a última coisa que você comprou (e por que a comprou)?
9. Cite seu sertanejo anos 90 favorito:
10. Escolha uma celebridade atual pra ser sua melhor amiga:
11. Que coisas ou pessoas te inspiram?

💕💕


OLAR

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*chegando de mansinho pra ver se ninguém percebe que fiquei DOIS MESES sem dar um oi*

Me digam: vocês também tem essas crises horríveis em que começam a sofrer porque procrastinaram demais uma tarefa e a angústia advinda disso não te deixa fazer nada além de procrastinar MAIS? Porque com que cara eu vou aparecer lá e fazer isso depois de tanto tempo? Nem faz mais sentido. Que desculpa eu vou dar?
Falando nisso, saibam que eu estou há quase dois ANOS protelando a colocada de uma placa com meu nome e telefone no meu estabelecimento comercial. Acho que vocês são muito sortudos.

O que aconteceu em maio/junho: as plantas da minha mãe cresceram. Essa suculenta maior aí em cima era um brotinho minúsculo que comprei numa feira no ano passado e agora ela tá essa coisa linda e gigantesca - percebam que o vaso fica muito em cima. Aliás, não sei como proceder: a gente pode podar ela? Replanta num vaso maior? É assim mesmo? A internet me disse que é falta de sol, procede? Eu sou uma ostra quando se trata de jardinagem, mas confesso que ver as plantinhas todos os dias e acompanhar o crescimento delas tá me deixando animada com a ideia de me envolver - especialmente porque agora temos três roseiras, e EITA TREM BUNITO, SÔ. Esses dias me peguei procurando como plantar rosas no google e roubei uma mudinha de um jardim no meio do caminho pra casa.

Also: comi igual um bode amarrado, god help me. Fui na festa da paróquia - terrível, pouquíssimas comidas juninas, muita fumaça e bagunça, quero meu dinheiro de volta - e comi esse bolo-com-medalhinhas-pro-santo, com medalhinha e tudo. Foi horrível, e sequer era um bolo de Santo Antônio - o que pensando bem, é uma vantagem, porque não queria ofendê-lo e ficar sem me casar. Não me deliciei em quitutes juninos mas tive bons picos de açúcar e comi MILHO, MUITO MILHO e seus derivados - tem pamonha e milho no congelador até hoje. Deus abençoe o interior do Paraná.
VOLTEI A BORDAR!!!! Eu comecei esse bordadinho aí de cima em março - e assim como o primeiro, ele é mais um treino de pontos novos do que uma obra de arte, mas eu sou perfeccionista pra burro e bordo e desmancho o tempo todo. De qualquer forma, estou feliz porque aprendi mais ou menos a fazer o tal do ponto rococó. Falando em bordado, vejam meus livros novos que comprei em março mas chegaram só agora: Essa edição de Emma da Penguin é tão linda que eu queria substituir minha cara por ela, juro.
Também passei junho inteirinho sem comprar nada inútil (um recorde) pra no final ganhar de presente de mamai esse sapato MARAVILHOSO: um oxford marronzinho da Bottero (amo seus calçados, Bottero me patrocina pfvr) que a caixa indica ser de 2015. Saí praticamente dançando da loja, porque na época em que eles estavam na moda eu não dei bola e depois me lasquei, porque é assim que as coisas funcionam na Roça: ou você compra algo quando está na moda ou não compra nunca mais. Talvez eu devesse comprar um oxford espelhado agora seguindo essa lógica, mas juro que não aguento mais ver nenhum por aí.

Also: rumores que a panelinha ciladética está planejando um BEDA (tá muito cedo pra falar em BEDA?) e vou tentar participar, mas não prometo nada. Meu bloco de notas está cheio de ideias, porém sentar aqui e digitar tem sido a tarefa mais difícil - mas bear with me, please. Juro que eu não vou demorar mais dois meses pra voltar.
❤❤