31 perguntas pra testar a amizade

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Alô, gente!
Vocês sabem o quanto eu adoro esse negócio de responder perguntas que ninguém me fez e que ninguém pergunta - inclusive acho que é um ótimo jeito de testar a amizade. Como você consegue ser amiga de alguém sem saber se ela gosta ou não de coentro? Se ela faz ou não o Ritual da Tortuguita? Quem ela eliminaria do elenco de Friends (ou qualquer outro seriado)? Se ela prefere Faustão ou Silvio Santos???? São questões seríssimas. A Manie trouxe essas perguntas pro blog dela e eu estou fazendo o mesmo aqui, porque já estava com saudade de trazer pra vocês esse conhecimento muito importante sobre mim (e pra preencher esse período sem posts, claro).
E caso você também goste muito desse tipo de coisa, olha aqui: Já respondi outro meme desses com CEM perguntas. Dá pra se esbaldar.

1. Você gosta de coentro ou acha que tem gosto de sabonete?
Blergh. Jamais entenderei quem gosta de coentro.

2. O que você acha de áudios do WhatsApp?
Praticíssimos quando você manda, mas podem ser um saco se você recebe

3. Você também comia o chocolate da Turma da Mônica pelas bordinhas?
SIM! É nóis, pessoa que fez essas perguntas

4. Qual é a melhor consoante do alfabeto?
Gosto bastante de M

5. Qual é a primeira rede social que você vê de manhã?
Acho que é o Snapchat, gosto de ver se tem filtros legais e assistir um ou outo snap enquanto tomo o café da manhã

6. Você acha que existe alguma bala melhor que 7 Belo?
Com certeza, a de Coca Cola é uma delas

7. Que cor você acha menos confiável?
Verde limão

8. Qual foi o último filme que você viu e odiou?
Não cheguei a odiar, mas vi Reality Bites e apesar de ter me identificado ali e aqui com os dramas da idade eu não entendi foi nada do hype que vocês fazem em cima desse filme

Essa quote, though. Somos todos Lelaina (pelo menos um pouquinho)
9. Qual animal parece mais simpático, um pato ou um golfinho?
Golfinho com certeza.

10. Toddy ou Nescau?
Nescau, mesmo não tomando mais essas coisas (Toddy fica tudo empelotado no leite frio, eu hein)

11. Você acha que bebês conversam uns com os outros?
Não

12. Sabia que todo mundo é feito de poeira de estrelas?
Sim!!! Digníssimo me disse isso nos começos do namoro e foi tão científico quanto romântico (se você tirar o poeira da afirmação fica mais bonitinho, fica a dica)

13. Ouro Branco ou Sonho de Valsa?
Ouro Branco sem dúvidas

14. Qual era seu desenho favorito na infância?
Eu tinha muitos desenhos favoritos, mas O Fantástico Mundo de Bobby ocupou o top 3 por um bom tempo
*a musiquinha tocando na cabeça*
15. Que série você jamais reveria?
Glee. Gente, por que cagaram daquele jeito na série?????????? Nem terminei de ver a última temporada

16. Qual personagem do Harry Potter você menos gosta?
Dolores Umbridge, que pergunta

17. Qual é sua opinião sobre barrinhas de cereal?
Acho um absurdo quando botam chocolate e sei lá mais o quê num negócio que supostamente é SAUDÁVEL

18. Com quem você dividiria um Bis?
Não sei, com qualquer um? Não gosto tanto assim de Bis

19. O que você faria se achasse R$ 50 na rua?
Eu provavelmente pegaria.

20. Quanto tempo uma comida precisa estar na geladeira para você considerar ela velha?
Depende da comida - se é algo que foi cozinhado em casa, uns dois ou três dias já são mais do que suficientes.

21. Qual é seu número preferido?
7!

22. Qual é o aplicativo mais inútil do seu celular?
O McAfee Security que veio embutido nele e JAMAIS usarei

23. Quem você tiraria do elenco de “Friends” se fosse obrigado?
Não tenho tanto conhecimento de causa pra falar sobre Friends. Talvez o Ross?

24. Você é contra ou a favor de comer macarrão com arroz?
Contra - PRA QUE TANTO CARBOIDRATO NUMA REFEIÇÃO????

25. Qual foi a última vez que você precisou usar a Fórmula de Bhaskara?
HAHAHAHAHHA é possível que tenha sido no Ensino Médio? Mas surpreendentemente ainda lembro dela

26. Você acha que dá para morrer de overdose de rúcula?
Nope

27. Quanto tempo você levou para entender como funciona o Snapchat?
Deve ter demorado quase um mês

28. Qual é sua opção favorita no restaurante por quilo?
Salmão grelhado e risoto de qualquer coisa

29. Você gosta de “Sorry” do Justin Bieber?
Sim

30. Você prefere passar muito frio ou muito calor?
Apesar de ODIAR DEMAIS o verão, acho que eu só gosto mesmo do inverno porque consigo me manter quentinha o tempo todo. Acho que prefiro passar muito calor, mesmo que isso abaixe minha pressão durante três meses



31. Você está dormindo e sobe uma barata na sua cara. Você prefere continuar dormindo e nunca saber ou acordar e fazer alguma coisa?
Acordar e lavar a cara com álcool em gel (Isso meio que já aconteceu comigo e a reação é verídica. Única reação possível, aliás.)

Sintam-se à vontade pra responder também!!!
Beijos e até a próxima  ♡ 

Sobre enigmas, lencinhos e estupradores

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(Roubado da página da Carol Rossetti lindona)

Quando pensei em sentar e digitar um texto com a minha opinião sobre o caso do estupro que deixou todo mundo estarrecido, parte de mim tentou me dissuadir dessa ideia: "Menina, por quê? Quem é você na fila do pão pra falar disso? Cê acha que tem algo a dizer que realmente acrescente na discussão?" e pra ser sincera, eu não sei - mas decidi sentar e falar assim mesmo.
A primeira coisa que pensei, quando a notícia me atingiu, foi sobre quando é que nós, mulheres, perdemos o direito de decidir sobre os nossos próprios corpos - com essa outra parte cética do meu cérebro me dizendo que nunca tivemos esse direito de verdade. De mercadorias a casamentos arranjados, o nosso papel era obedecer. E quando chegamos à era moderna, criamos constituições, vamos pra universidade e fazemos estudos sobre gênero, queimamos sutiãs e pilotamos aviões, nós esperamos provar que podemos ser senhoras de nós mesmas - e até somos, com uma exceção. 
O sexo. O desejo. A nossa opinião sobre nosso próprio corpo não vale nada.
Violência sexual me é um assunto muito delicado e foi impossível não me colocar no lugar da menina que sofreu tudo isso. A maior dor de uma situação dessa não é a violação física - é a violação da nossa vontade, do nosso direito enquanto pessoa de decidir sobre si mesma, de posse sobre nós. Ficamos ali como um mero objeto de satisfação sexual: às vezes inconscientes e quietinhas como bonecas infláveis, às vezes gritando e chorando, tentando lembrar àquele outro que também somos humanas e não queremos estar ali. Nosso corpo é invadido e nosso desejo é massacrado, enquanto a pessoa que está ali acredita piamente que você quer/precisa/merece aquela relação sexual.
A humanidade falha nessas horas. É quando deixamos de lado a linguagem em prol da brutalidade dos instintos - uma coisa que a gente tem tentado evitar desde que resolvemos nos reunir em forma de civilização.
É preciso reafirmar isso: a figura do estuprador como o maluco armado num beco é um mito muito conveniente, que tranquiliza os homens que pensam que não tem nada em comum com essa figura psicótica. A realidade não é essa: o estuprador pode ser um tio, um vizinho, um colega do futebol, um professor, um marido, um ex-namorado. Assusta? Muito. É feio? Demais. Mas basta acreditar que você tem direitos irrevogáveis ao sexo e que sabe mais do que a outra pessoa sobre a vontade dela pra se tornar um em potencial. A gente ouve as desculpas manjadas de sempre: "ah, mas ela tava usando uma roupa curta demais" "ela tem filho nessa idade, não era santa" "ela me beijou, passou a mão e na hora quis pagar de casta" e esse tipo de coisa. "Ah, ela disse que não mas era só joguinho". O esforço dos homens em decifrar o que tentamos dizer é uma coisa admirável, especialmente se considerarmos todos os séculos em que ficamos proibidas de dizer sim pro sexo sem ficarmos vistas como vagabundas sem valor nenhum. Fomos historicamente colocadas nesse lugar, o de derrubar lencinhos e dar esbarrões acidentais pra comunicar sem palavras o nosso interesse. O problema é que, quando deixamos pro outro a responsabilidade de decidir por nós, corremos o risco de ser mal entendidas. Nós tornamos objetos - bibelôs esperando ser tomadas. É por isso que eu decidi escrever esse texto: a linguagem está aí a meu dispor, e é meu dever usá-la pra dizer o que eu quero.
Breaking news, humanidade: é 2016 depois de Cristo e temos as palavras sim é não a nosso dispor. É hora do sexo masculino largar a desculpa do instinto e se ater às regras da civilização de uma vez: nós, mulheres, não somos mais objetos. Somos sujeitos, tais como vocês. Podemos comprar brinquedos sexuais - podemos até nos relacionar com outras mulheres - e não precisamos dos seus órgãos pra satisfação ou cura de qualquer coisa, a menos que a gente realmente queira. Podemos usar vestido curto, dançar sozinhas, ir embora bêbadas e derrubar lencinhos sem que isso signifique um convite pra nada. Estar em um relacionamento estável não te dá "direitos" a nada. O preço da civilização é esse, mas sempre existe a alternativa de se organizar em bando e lutar até a morte pela liderança dele, caso você goste de ~ouvir seu instinto de macho~. Nós temos voz e temos que aprender a usá-la, e vocês têm que aprender a escutar: "sim" significa sim. "Não" significa não. Não precisamos ser decifradas: a gente precisa que a humanidade finalmente entenda que ignorar o consentimento de alguém é de uma barbárie imensurável. 


(Outros) 6 perfis do instagram pra acompanhar

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No ano passado, eu fiz um post desse tipo com sete dos meus perfis preferidos na época - eu tinha começado a acompanhar muitos fotógrafos incríveis, e queria compartilhar isso em algum lugar. De lá pra cá, encontrei vários outros feeds incríveis que me fazem ficar um tempão rolando e rolando a tela do celular - de ilustradores a calígrafos a perfis cheios de criancinhas fofas - e decidi que seria legal atualizar esse post com meus atuais perfis preferidos.

Se você quer enfeitar seu feed com cores e tons pastel: @runnerkimhall
Eu queria morar nesse feed - só isso mesmo.

Se você quer crianças fofinhas na sua timeline: @chloeandbeans
A Chloe tem 23 anos, mora na Austrália e tem nada menos que seis pimpolhos pra cuidar - um trio de gêmeos e três meninos um pouquinho mais velhos (mas não muito). Todos são TÃAAAAAAAAO FOFINHOS e as fotos em que eles estão usando roupinhas que combinam me dá vontade de apertar até esmagar.

Se você quer conhecer lugares novos: @guardiantravelsnaps 
O guardiantravelsnaps é um perfil que rebloga as melhores fotos dos leitores. Só tem foto maravilhosa, e o melhor, do mundo inteiro - é o mais perto que eu consigo de viajar sem sair de casa.

Se você curte journalling: @plannerism
Pra você ficar cobiçando essa caligrafia invejável e esses layouts que ela faz.

Se você também ama gente das artes: @samesjc
A Sabrina faz uns trabalhos em aquarela que são fantásticos - desde essas flores super realistas até as menininhas aquareladas com essa expressão bem característica dos desenhos dela. Volta e meia também tem umas selfies e ela é linda (e o cabelo dela também)!!

Se você quer livros lindos: @bookmusings
Se eu tivesse que escolher só um ~bookstagrammer~ pra seguir, seria a Michele. A coleção de livros dela é invejável e as fotos tem um arranjo super bonito! Sempre fico com uma mistura de admiração e vontade vendo as fotos que ela posta.

O Instagram tem sido uma das minhas redes sociais preferidas do momento - embora eu não poste muita coisa lá (a quem interessar possa), seguir perfis lindos como esses que citei e ficar horas admirando as melhores fotos é um dos meus passatempos do momento. Quais são os perfis preferidos de vocês? Adoro seguir gente nova lá!!

Beijos e até a próxima xx




Um amor chamado Puffin in Bloom

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Andei compartilhando com vocês tanto perrengue na minha vida nos últimos tempos que nada é mais justo e apropriado que eu fazer esse post mostrando essa maravilha que chegou na minha vida na última semana: Esse #mozão chamado Puffin in Bloom.
Essa é uma coleçãozinha contendo quatro volumes (tem uma edição ilustrada de Alice também) publicados pela Puffin e ilustrados pela Anna Bond da Rifle Paper Co. São clássicos voltados pra crianças e aparentemente todos falam sobre o ~desabrochar~ das protagonistas pra vida. E são lindos! Quando vi eles pela primeira vez (em 2014, to namorando esses livros faz uma era), fiquei completamente apaixonada pelas capas, mas as histórias são igualmente bonitas e não tem mais do que uma "embalagem" à altura. Tirei trocentas fotos dessas belezinhas pra exibir por aqui e espero que vocês dividam esse encanto comigo.
1
Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro e pra usar minhas meias de lã que deixam meu pé quentinho  

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Anne of Green Gables é um dos volumes que comprei dessa última vez e ainda não li pra saber a história. Como gosto de ler sabendo o mínimo possível da sinopse, o que tenho a dizer sobre esse livro é que ele é LINDO, hahahahah. Se alguém se interessar, posso falar sobre ele quando ler.
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Essas florzinhas cor de rosa são amor demais
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Cada edição vem com uma frase da história na contracapa, além de ter um ~extra~ fofinho: Um apêndice contando um pouco da história do autor, um glossário e curiosidades sobre a época/caracterização da história. Muito útil pra crianças, muito útil pra adultos de outro país que não manjam cem por cento da cultura do autor.
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A Little Princess talvez seja a história mais conhecida de todas, já que virou filme, mas eu ainda não vi e nem li (estou ansiosa pra ler!).
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A Frances Hodgson Burnett também escreveu O Jardim Secreto (que esse sim já foi lido e assistido), que se tornou um dos meus livrinhos preferidos. Inclusive acho que Mary Lennox merecia um lugar nessa coleção (até porque, que capa maravilhosa teríamos com as ilustrações da Anna Bond e um livro chamado O Jardim Secreto, não é)!88
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Sara Crewe, nem te conheço e já te considero pacas10
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Little Women foi o primeiro volume que eu comprei, e fala das irmãs March - Beth, Amy, Meg e Jo - que tem personalidades muito diferentes, mas dividem em comum um amor enorme pelos pais e por elas mesmas. É uma história que gira em torno do crescimento das meninas e da superação dos defeitinhos de cada uma, ao longo de várias situações bem cotidianas. É uma história muito fofa e cheia de pequenas lições, mas preciso confessar que o livro é dividido em duas partes, e eu odiei metade das decisões que a Louisa May Alcott tomou na segunda parte da história. #teamjaurie Mesmo assim, achei que valeu a pena conhecer as irmãs - e foi impossível não me identificar com o temperamento e as dificuldades da Jo.
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Heidi também já tinha sido comprado e é a minha edição favorita das quatro! A protagonista é uma menininha suíça que fica órfã e é levada pra morar com o avô (que todo mundo no vilarejo considera uma pessoa ruim) no topo de uma montanha. Lá ela aprende a amar o sol, o topo das montanhas, o vento e as cabras, e tudo vai bem, até que querem levar ela pra longe da montanha e ela (e o avô) tem que lidar com isso. Heidi é quase uma Pollyanna dos Alpes e se ela não arrancar um sorrisinho seu, você certamente tem coração de pedra.
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Mas tem essa coisa que me irritou: a Heidi tem cabelo escuro e cacheadinho, e não é loira e com essas tranças de leiteira (Heidi braids, rá) como resolveram ilustrar na capa.
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Depois de ler é impossível não querer comprar uma casinha no topo de uma montanha suíça e viver ordenhando cabras!
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Uma foto das quatro contracapas juntinhas
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Um dia consigo tirar uma foto assim que fique boa: Soterrada embaixo dos livrinhos HEH

Espero que vocês tenham gostado dos livros e das fotos!! Alguém já viu esses livros por aí? Já leu? Tem declarações de amor a fazer sobre eles? Quer comprar? A Amazon tem um box e os livros avulsos à venda (isso não é um publieditorial, mas se a Amazon resolver me patrocinar eu não ligo, hein).
Beijos e até o próximo post xx

Um post Blindado Contra Bad Vibes™

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Esses dias eu tava precisando me sentir bem e fiz uma lista de coisas que me ajudavam. A gente volta e meia tá precisando de um empurrão pra se sentir bem, né? Espero que isso melhore o dia de alguém.




1: arranje uma trilha sonora
Uma "playlist das good vibes" é auto-explicativo. Músicas são poderosas e conseguem mudar o nosso humor, então, por que não fazer uma listinha salvadora cheia de coisas que dão vontade de saltitar por aí?


2: pare de se comparar com as pessoas AGORA
Isso não serve pra absolutamente nada além de fazer você se sentir um lixo e ficar sofrendo e com inveja a cada comparação. A pior parte é que a gente nem sabe se essas comparações tão certas, porque é claro que na internet todo mundo é lindo o tempo todo e está com todas as contas pagas. Olha, mesmo que você claramente esteja num momento meio bosta da vida, tá tudo bem. Mesmo. É válido se comparar com quem a gente era antes, mas não adianta nada gastar energias preciosas querendo ser/parecer/viver como outra pessoa que a gente nunca vai ser (seja ela a blogueira maravilhosa xy ou a enemiga™ do trabalho). Repita comigo: ser a pessoa que você é é bem mais legal do que ser qualquer outra pessoa.


3: abra um tumblr
Ou um blog, um board no pinterest, uma pasta no seu hd, ou uma caixa de recortes - eu gosto do tumblr por causa da quantidade de coisa fofa que aparece automaticamente na timeline e dessa tag self love. A ideia é colecionar imagens e frases inspiradoras, fofas e que te façam relaxar instantaneamente. É gratuito, é bom, é fácil e é como se fosse um cantinho permanentemente Blindado Contra Bad Vibes™.

4: invente uma rotina de princesa
Dormir é muito importante e ficar rolando na cama pensando nas tragédias que aconteceram em 2008 (ou checando abobrinha que as pessoas falam pelo celular) não vai te fazer acordar bem no dia seguinte. Se você tem problemas pra dormir (eu tenho), invente uma rotina de sono que te ajude a relaxar e ficar distraída. A minha consiste em passar creminhos cheirosos, colocar pijama, deixar os eletrônicos num canto, ligar o abajur ler ou escrever no meu diário/journal um pouco, ao som de alguma musiquinha relaxante/Rainy Mood/ruído branco qualquer. Conseguir acordar cedo e disposta sempre me dá uma sensação muito gostosa de produtividade!
5: querido diário
Tenho várias justificativas pra vocês comprarem a ideia do diário: É gratuito, é pessoal, ele é só um caderno e não te julga, não interrompe seus pensamentos pra falar abobrinha, não faz distinção entre coisas legais e drama, aceita qualquer coisa (se for de papel, aceita até levar uns tapas), serve de recordação pro futuro. Eu tenho um caderninho que sempre acolhe meus desabafos sobre a vida e fazer a caneta deslizar no papel sempre tem o poder de controlar as angústias.

6: invente outra rotina de princesa
Não é maravilhoso sair do banho besuntada em cremes e se sentindo macia e cheirosa? Ver suas unhas do pé pintadinhas? Good hair day? Usar roupas que não te fazem sentir menos do que ótima? Se sentir limpa??? Sim, é maravilhoso. Tenho a impressão que a correria do dia-a-dia faz a gente se esquecer de como é bom fazer coisas pela nossa vaidade (que é uma coisa ótima quando a gente não se torna obcecada por ela), então vale a pena criar uma "rotina de beleza", mesmo que seja algo simples, como enfiar um creme de mão na bolsa.

7: cuide do seu corpo
Seu corpo é o seu templo - tá aí uma máxima meio religiosa com a qual eu concordo muito. Querendo ou não, o seu corpo (do jeitinho que ele é) é uma casa e é a única coisa que você sempre vai ter, então se esforçar pra manter ele funcionando direitinho é um grande favor que você se faz. Fazer uns exercícios aqui, uns alongamentos ali, manter os check-ups médicos em dia e comer direito (pode comer pizza gente, mas pode comer salada também viu) só melhora a sua qualidade de vida e a longo prazo te deixa mais feliz.
8: fala que eu te escuto
Sou dessas pessoas que sempre se sente melhor depois de desabafar e eu custo a acreditar que possa existir outro approach na vida. O sujeito nem precisa falar nada muito significativo: olhar com atenção e dar um abraço são sempre um remédio pra pensamentos ruins.
Tá todo mundo ocupado por aí? As bad vibes estão cruéis no meio da madrugada? Você não quer alugar o ouvido dos conhecidos? Me manda um e-mail (é sério, viu)!