Chegou setembro, minha gente! Pra alegria das pessoas que acham que agosto tem 15 semanas, e pro meu desespero - sempre que chega primeiro de setembro eu já tenho a impressão de que o ano acabou e que já posso começar com as promessas pro ano novo. A parte boa é que também me sinto no direito de fazer wishlists pro Natal.
1. Um fone de ouvido novo, por favor. Estraguei o fone do iPod usando ele no computador, e queria um headphone bacana pra deixar só em casa. Como eu tenho gravado muitas coisas do trabalho em áudio pra transcrever depois pro Word, um fone bom tem feito falta ultimamente por aqui.
2. Quase chorei quando a Apple parou de fabricar o iPod Classic porque sim, eu continuo usando um mp3 separado do celular. Nos últimos tempos tenho cobiçado um porque descobri várias bandas novas legais e a minha biblioteca de música já ultrapassou faz tempo os 16gb do iPod Nano (aliás Apple, que palhaçada vocês não terem aumentado a capacidade do bichinho nessa nova geração). Tem alguém vendendo um iPod Classic usado e em bom estado, gente? Socorro
3. Um celular com uma câmera boa é algo que eu estou querendo há um bom tempo, considerando que esse é o maio defeito no meu e o quanto eu gosto de tirar fotos. To em um caso de amor sério com a câmera do LG G4, mas pode ser que semana que vem eu esteja cobiçando outro aparelho HAHAHA
4. Todo ano tenho algum item que faz aniversário na wishlist, né? Continuo querendo uma edição de Fangirl, porque êta livrinho maravilhoso.
5. Mais livros: o restante da coleção Puffin in Bloom, que também estão fazendo aniversário aqui, porque eles são estupidamente lindos e faz tempo que quero ler esses clássicos. Papai Noel, traz pra mim!!!
6. Uma escrivaninha! Branca! Linda! Cheia de gavetas! Com espaço pra todas as minhas bugigangas! Essa é da Melina do blog Serendipity, mas eu tenho uma pasta cheia de inspirações no computador. Não acho nenhuma que seja parecida na internet, e não encontro nenhum marceneiro competente pra fazer uma réplica dos modelos que eu gostei. SO COR RO, se tem uma coisa nessa lista que eu ando precisando é de uma escrivaninha nova.
7. Preciso de uma bolsa grande nova pra levar pra lá e pra cá. Essa acho que saiu de linha, mas eu amo praticamente todas as bolsas da Imaginarium. Na verdade, qualquer uma que fosse minimamente parecida já me faria feliz.
Tem mais alguém que já está sonhando com o Natal pra poder pedir como presente os desejos de consumo do ano, ou eu sou a única apressadinha?
♥
PS: Não tem mais Instax Mini na wishlist porque finalmente ganhei uma! *dançando de felicidade* Filmes pra essa camerazinha simpática também são muito bem vindos nesse Natal! :P
As 10 coisas mais legais do meu mundo
Já faz um tempinho que esse meme foi lançado, né? Desde a primeira vez que vi, fiquei tentada a responder. Vi várias respostas legais; mas toda vez tentava responder ele na cabeça e parecia mixuruca demais, sem graça demais, e cheio de informações irrelevantes pra vocês. O que no fundo, é o que eu sinto em relação a 90% das coisas que eu posto aqui: too much information. E não faz muito sentido deixar de postar esse post sendo que já tem trocentos outros memes aqui, né? Bora lá:
1. Decoração
Vocês desse blog devem já saber que sou a louca das quinquilharias e das antiguidades. Estampa floral é outra coisa pela qual eu perco a cabeça rapidinho. Tons pastéis e tinta branca? Com certeza. Mobília vintage, estrategicamente com cara de antiguinha? Visual de casa de boneca? Sim, quero, por favor. Aparentemente essa mistura toda tem um nome: Shabby chic. Com certeza vou arrumar briga pela decoração se algum dia eu dividir a casa com um ser do sexo masculino. (Notaram como essa foto combina com o atual esquema de cores do blog? HEH)
2. Livro
Ta aí uma questão difícil de responder, mas acho que vou de Harry Potter. Li muitos livros incríveis nessa vida, mas não superei (nem quero) a saga do menino bruxo, que me fez tanta companhia na pré-adolescência e que eu morro de vontade de reler e acompanhar de novo todas essas aventuras incríveis. Aprendi coisas demais com essa história e acho que ainda posso tirar mais lições dela :)
3. Viagem
To fazendo um mini-diário de viagem nesse blog sobre a vez em que pus meus pés do outro lado do Atlântico, uma viagem cheia de primeiras vezes e que me fez ver o mundo de um jeito um pouco mais legal. Foto do Coliseu, porque Roma foi meu lugar preferido de todos e no momento em que eu tirei essa foto eu estava muito, muito feliz.
4. Música
Meu coração é do rock and roll. Quando se trata de música, eu acho difícil escolher favoritos: é banda demais, música demais, que nem sempre combinam entre si mas que eu adoro e canto com a mesma animação. Hoje em dia, a minha música preferida (pra fins de resposta) é American Girl do Tom Petty and the Heartbreakers. Tem poucas músicas que me definem tanto assim ♥
5. Sapato
6. Maquiagem
Eu odeio maquiagem. Não tenho uma única paleta de sombras decente, odeio a sensação de base no meu rosto, toda vez que eu passo rímel eu choro/coço o olho e tenho mais habilidade pra desmontar móveis do que pra fazer delineado gatinho. A única exceção que abro pro fabuloso mundo da make é o corretivo de todos os dias, porque Deus me presenteou com olheiras imensas e rola um pouco de medo de assustar as pessoas na rua com a minha cara natural, heh.
7. Ídolo
A resposta mais difícil dessa tag. Definitivamente não sou uma pessoa de ídolos - admiro um monte de gente, mas são todas pessoas "reais". Até que, conversando com a Vani, ela perguntou por que eu não citava a Taylor. Não me considero fã, porque eu só sei cantar mesmo algumas músicas e nunca ligo pra me informar sobre a vida dela, mas ultimamente eu tenho me inspirado por toda e qualquer pessoa que defenda uma vida mais autêntica e corajosa - e é basicamente o que dona Tay e suas músicas tem inspirado em mim.
8. Doce
Eu sou uma pessoa que gosta bem mais de salgados, mas tem alguns doces que reinam absolutos no meu coração, e o top deles é essa maravilha. Definitivamente não resisto a mousse de maracujá. Podia comer isso a vida inteira sim, no café, no almoço e no jantar.
9. Foto
Outra coisa difícil pra quem já inventou de fazer dois projetos 365 days nessa vida é escolher uma foto favorita - tenho muitas no HD, desde imagens todas trabalhadas nas skills de fotogtafia a outras fotos de qualidade duvidosa, mas com muito valor sentimental. Dessas últimas, a maioria delas é da época da minha adolescência. Escolhi essa porque sei que seria crucificada pelas migas se eu exibisse nossos rostinhos lindos pra toda internet, mas esse dia do verão de 2006 foi maravilhoso e cheio de fotos ótimas ♥
10. Blog
Vou citar o Hello Lolla porque, apesar do meu blogroll todo ser cheio de amor, tenho um amor especial pelo canto dela. Blogs pessoais assim, em que eu acabo me reconhecendo nos posts e morrendo de vontade de sentar e bater um papo com a autora sempre melhoram o meu dia. Além disso, sempre tem um pedacinho de Londres de brinde por lá, pra encantar os leitores.
Meme de hoje foi isso. Mais alguém aí respondeu ele também? Deixem eu ver as respostas porque adoro conhecer um pouco mais de vocês hihhi
Beijos e até o próximo post ♥
1. Decoração
Vocês desse blog devem já saber que sou a louca das quinquilharias e das antiguidades. Estampa floral é outra coisa pela qual eu perco a cabeça rapidinho. Tons pastéis e tinta branca? Com certeza. Mobília vintage, estrategicamente com cara de antiguinha? Visual de casa de boneca? Sim, quero, por favor. Aparentemente essa mistura toda tem um nome: Shabby chic. Com certeza vou arrumar briga pela decoração se algum dia eu dividir a casa com um ser do sexo masculino. (Notaram como essa foto combina com o atual esquema de cores do blog? HEH)
2. Livro
Ta aí uma questão difícil de responder, mas acho que vou de Harry Potter. Li muitos livros incríveis nessa vida, mas não superei (nem quero) a saga do menino bruxo, que me fez tanta companhia na pré-adolescência e que eu morro de vontade de reler e acompanhar de novo todas essas aventuras incríveis. Aprendi coisas demais com essa história e acho que ainda posso tirar mais lições dela :)
3. Viagem
4. Música
young David Gilmour tocando guitarra porque sim
5. Sapato
(Foto da Fer)
Eu tenho não só um, mas dois coturnos iguais a esse. Compraria mais uns quinze e estocaria pro resto da vida. Simplesmente melhor calçado de todos - confortável, protege o pezinho em dias de chuva, e eu uso em tudo quanto é lugar com tudo que é tipo de roupa.6. Maquiagem
Eu odeio maquiagem. Não tenho uma única paleta de sombras decente, odeio a sensação de base no meu rosto, toda vez que eu passo rímel eu choro/coço o olho e tenho mais habilidade pra desmontar móveis do que pra fazer delineado gatinho. A única exceção que abro pro fabuloso mundo da make é o corretivo de todos os dias, porque Deus me presenteou com olheiras imensas e rola um pouco de medo de assustar as pessoas na rua com a minha cara natural, heh.
7. Ídolo
A resposta mais difícil dessa tag. Definitivamente não sou uma pessoa de ídolos - admiro um monte de gente, mas são todas pessoas "reais". Até que, conversando com a Vani, ela perguntou por que eu não citava a Taylor. Não me considero fã, porque eu só sei cantar mesmo algumas músicas e nunca ligo pra me informar sobre a vida dela, mas ultimamente eu tenho me inspirado por toda e qualquer pessoa que defenda uma vida mais autêntica e corajosa - e é basicamente o que dona Tay e suas músicas tem inspirado em mim.
8. Doce
Eu sou uma pessoa que gosta bem mais de salgados, mas tem alguns doces que reinam absolutos no meu coração, e o top deles é essa maravilha. Definitivamente não resisto a mousse de maracujá. Podia comer isso a vida inteira sim, no café, no almoço e no jantar.
9. Foto
Outra coisa difícil pra quem já inventou de fazer dois projetos 365 days nessa vida é escolher uma foto favorita - tenho muitas no HD, desde imagens todas trabalhadas nas skills de fotogtafia a outras fotos de qualidade duvidosa, mas com muito valor sentimental. Dessas últimas, a maioria delas é da época da minha adolescência. Escolhi essa porque sei que seria crucificada pelas migas se eu exibisse nossos rostinhos lindos pra toda internet, mas esse dia do verão de 2006 foi maravilhoso e cheio de fotos ótimas ♥
10. Blog
Vou citar o Hello Lolla porque, apesar do meu blogroll todo ser cheio de amor, tenho um amor especial pelo canto dela. Blogs pessoais assim, em que eu acabo me reconhecendo nos posts e morrendo de vontade de sentar e bater um papo com a autora sempre melhoram o meu dia. Além disso, sempre tem um pedacinho de Londres de brinde por lá, pra encantar os leitores.
Meme de hoje foi isso. Mais alguém aí respondeu ele também? Deixem eu ver as respostas porque adoro conhecer um pouco mais de vocês hihhi
Beijos e até o próximo post ♥
5 on 7: agosto 2015
No mês passado não teve 7 on 7 (que por enquanto, está em cinco), e esse mês quase que não sai post também. Ultimamente ando com zero inspiração/tempo/vontade pra sair por aí clicando e bolando fotos novas, e sinto saudade disso :/ A última vez que eu carreguei a minha câmera foi em abril! Nunca tive tão poucas fotos disponíveis pra compartilhar nesse blog, socorro. Resolvi separar as melhores fotos dos últimos meses pra fazer o post desse mês:
Em março teve essa explosão de cores no vasinho de pimentas da minha mãe
Em abril teve a priminha mais fofa e tagarela desse mundo soprando as velas do (nosso) bolo de aniversário
Em maio teve almoço de família no feriado, e uma demonstração da minha capacidade de socializar, tirando foto dos animais
Também teve calças novas e maravilhosas de pijama, e muita leitura pra acompanhar
Em junho teve eu e Vani em um dia ruim sendo consoladas por essa maravilha de sundae colegial
Em julho teve visitas à casa da minha avó. Uma das coisas que eu mais gosto lá são essas fotos da família expostas na sala
Também encontrei o pé de camélias florido e aproveitei pra fotografar, porque ta aí a minha flor preferida nesse mundo
Recordar é viver, meu povo: O 7 on 7 de 2014 teve o tema "O que você salvaria da sua casa em um incêndio?" e o de 2013 é cheio de fotos aleatórias que eu adoro ver até hoje, vem cá ver. E também vem cá ver o blog das outras meninas que estão resistindo bravamente à preguiça que se abateu sobre esse projeto lindo:
Espero que os meses futuros sejam mais ricos em fotografias pra esse blog :P
Beijos e até o próximo post!
7 músicas com os melhores riffs/solos de guitarra (ou quase isso)
Esse tópico foi sugerido pelo pessoal do Rotaroots, aproveitando o embalo de julho ser o mês em que comemoramos o dia do rock. O tema original é "5 músicas com os melhores riffs/solos de guitarra" mas eu resolvi fazer um top 7 porque sim. Também tem uma playlist bonitinha do Spotify (e no Rdio também, socorro, eu adiciono a playlist no post e ela some) pra vocês darem o play e acompanharem essas lindezas que eu escolhi, heh. Vamos lá:
1: Hotel California (Eagles, 1976)
Hotel California é uma das minhas músicas preferidas e é quase uma garantia de que eu vou tocar air guitar onde quer que esteja quando ela toca. Ainda bem que digníssimo é dos meus e é muito comum nos roles de carro nós dois cantarmos ela a plenos pulmões, com efeitos sonoros e tudo o que temos direito. Uma das maiores frustrações da minha vida é ter zero habilidade musical e saber que nunca serei capaz de copiar esse solo MARAVILHOSO.
2: Comfortably Numb (Pink Floyd, 1979)
Comfortably Numb é uma das músicas mais manjadas do Pink Floyd - todo mundo conhece, mesmo sem saber que é deles. Essa música já tocava por aqui muito antes de eu saber quem eram, e mesmo eu tendo demorado uns bons anos pra dar a ela a merecida atenção, ela está aqui no meu top 3 solos de guitarra porque impossível não se arrepiar ouvindo isso. Transcedental define.
Aproveito a deixa pra postar fotinhas do responsável por essa maravilha e uma das minhas maiores paixões platônicas: YOUNG DAVID GILMOUR SEU LINDO
3: Free Bird (Lynyrd Skynyrd, 1973)
Ouvi Free Bird pela primeira vez nesta maravilha que é o meu filme favorito da vida, Elizabethtown. Talvez vocês não concordem com o meu amor por ele, mas essa cena do funeral em que a banda toca Free Bird enquanto o sistema anti-incêndio dispara e encharca todo mundo é PRICELESS. É muito comprometimento com o rock, com essa música, com esses quatro minutos desse motherfucker solo, outra peça que eu quis porque quis tocar no Guitar Hero e falhei miseravelmente todas as vezes. Deixo aqui o vídeo com a referida cena, mas a versão original nem se compara com a do filme. s2
4: Welcome to the Jungle (Guns 'n' Roses, 1987)
Eu não sou a maior fã de Guns 'n' Roses, mas a introdução dessa música é boa demais e ela é uma das campeãs quando preciso de uma dose extra de animação. Impossível não se deixar levar pelos gritinhos do Axl e pelo ritmo dela.
5: Ten Years Gone (Led Zeppelin, 1975)
Led Zeppelin é uma banda que mora no meu coração e eu pensei muito em que música iria escolher pra essa lista. Ten Years Gone não está no topo da minha lista de preferidas, mas eu acho a guitarra (e todos os outros instrumentos) dessa música tão intensa e profunda - e tão melancólica que é uma das minhas preferidas pra dias de chuva - que ela veio parar aqui.
6: Marooned (Pink Floyd, 1994)
Eu bem que queria ter colocado uma música só por banda, mas não consegui achar alguma que me convencesse a tirar essa aqui da lista. Ela é instrumental e talvez por isso eu preste tanta atenção na guitarra dela e ache ela tão maravilhosa. Apenas uma coisa a dizer: DAVID GILMOUR VEMK BRILHAR NA MINHA CASA
7: Foreplay/Long Time (Boston, 1976)
Pra fechar esse post com chave de ouro: Boston, senhoras e senhores. Quem me segue no twitter já deve ter acompanhado algum momento em que eu mais uma vez me pego maravilhada com o quão bom esse primeiro álbum deles é, e essa é a minha música preferida. Foreplay é essa maravilha tocada num órgão e Long Time me faz sacudir os cabelos e imitar os solinhos com a boca no matter what. BOSTON, GENTE, QUE BANDA MARAVILHOSA
Mais alguém viu e respondeu esse meme especial pro mês do rock? Que músicas vocês escolheriam pra brilhar nessa lista?
Beijos e até o próximo post!
1: Hotel California (Eagles, 1976)
Hotel California é uma das minhas músicas preferidas e é quase uma garantia de que eu vou tocar air guitar onde quer que esteja quando ela toca. Ainda bem que digníssimo é dos meus e é muito comum nos roles de carro nós dois cantarmos ela a plenos pulmões, com efeitos sonoros e tudo o que temos direito. Uma das maiores frustrações da minha vida é ter zero habilidade musical e saber que nunca serei capaz de copiar esse solo MARAVILHOSO.
2: Comfortably Numb (Pink Floyd, 1979)
Comfortably Numb é uma das músicas mais manjadas do Pink Floyd - todo mundo conhece, mesmo sem saber que é deles. Essa música já tocava por aqui muito antes de eu saber quem eram, e mesmo eu tendo demorado uns bons anos pra dar a ela a merecida atenção, ela está aqui no meu top 3 solos de guitarra porque impossível não se arrepiar ouvindo isso. Transcedental define.
Aproveito a deixa pra postar fotinhas do responsável por essa maravilha e uma das minhas maiores paixões platônicas: YOUNG DAVID GILMOUR SEU LINDO

3: Free Bird (Lynyrd Skynyrd, 1973)
Ouvi Free Bird pela primeira vez nesta maravilha que é o meu filme favorito da vida, Elizabethtown. Talvez vocês não concordem com o meu amor por ele, mas essa cena do funeral em que a banda toca Free Bird enquanto o sistema anti-incêndio dispara e encharca todo mundo é PRICELESS. É muito comprometimento com o rock, com essa música, com esses quatro minutos desse motherfucker solo, outra peça que eu quis porque quis tocar no Guitar Hero e falhei miseravelmente todas as vezes. Deixo aqui o vídeo com a referida cena, mas a versão original nem se compara com a do filme. s2
4: Welcome to the Jungle (Guns 'n' Roses, 1987)
Eu não sou a maior fã de Guns 'n' Roses, mas a introdução dessa música é boa demais e ela é uma das campeãs quando preciso de uma dose extra de animação. Impossível não se deixar levar pelos gritinhos do Axl e pelo ritmo dela.
5: Ten Years Gone (Led Zeppelin, 1975)
Led Zeppelin é uma banda que mora no meu coração e eu pensei muito em que música iria escolher pra essa lista. Ten Years Gone não está no topo da minha lista de preferidas, mas eu acho a guitarra (e todos os outros instrumentos) dessa música tão intensa e profunda - e tão melancólica que é uma das minhas preferidas pra dias de chuva - que ela veio parar aqui.
6: Marooned (Pink Floyd, 1994)
Eu bem que queria ter colocado uma música só por banda, mas não consegui achar alguma que me convencesse a tirar essa aqui da lista. Ela é instrumental e talvez por isso eu preste tanta atenção na guitarra dela e ache ela tão maravilhosa. Apenas uma coisa a dizer: DAVID GILMOUR VEMK BRILHAR NA MINHA CASA
7: Foreplay/Long Time (Boston, 1976)
Pra fechar esse post com chave de ouro: Boston, senhoras e senhores. Quem me segue no twitter já deve ter acompanhado algum momento em que eu mais uma vez me pego maravilhada com o quão bom esse primeiro álbum deles é, e essa é a minha música preferida. Foreplay é essa maravilha tocada num órgão e Long Time me faz sacudir os cabelos e imitar os solinhos com a boca no matter what. BOSTON, GENTE, QUE BANDA MARAVILHOSA
Link do CD inteiro pra vocês verem que eu tenho razão de ficar encantada toda vez (Foreplay/Long Time no minuto 17)
Beijos e até o próximo post!
taylor swift taught me #1
Esse é o primeiro post (de uma pequena série que eu pretendo fazer, mas a gente nunca sabe pra onde vai a motivação dessa blogueira que vos escreve) compartilhando epifanias e reflexões que a senhorita Taylor Swift me provocou acidentalmente. O episódio de hoje é sobre Shake it Off.
Vou confessar: eu tenho um hábito horrível, que é o de pegar birra de algumas coisas sem conhecê-las direito. Desculpa, mundo. Eu sei que é ridículo, mas é mais forte do que eu. Eu e a implicância já somos amigas antigas, e talvez eu esteja acostumada com a companhia dela enquanto meneio a cabeça e reclamo por não entender as novidades ou por que diabos fulano-de-tal está fazendo tanto sucesso.
Uma das vítimas da minha implicância gratuita foi ela, Taylor Swift. Passei aí uns bons dois anos torcendo o nariz pra música pop e pro cabelo lindo dela até que um belo dia a vingança chegou: acordei com Shake It Off tocando sem parar na minha cabeça e eu tive que baixar e ouvir. E aí eu descobri porque é que ela conquistou o mundo dessa forma, porque lógico, fiquei uma semana ouvindo em loop infinito. Nem mesmo digníssimo (que curte um metal nórdico) resistiu ao HATERS GONNA HATE HATE HATE HATE HATE.
Depois disso é claro que eu me rendi.
Eu não sei exatamente por que eu decidi que não ia gostar de Taylor Swift, mas o embalo daquela música era tão bom que abalou minhas convicções. E o negócio é que quando eu dei boas vindas pra Shake it Off no meu iPod (que até então era, ao lado de Love Story, a única música da menina Taylor pra qual eu dava moral) eu também dei boas vindas pra várias coisas legais.
Eu descobri que - surpresa! surpresa! - ouvir o maior hit pop do momento durante a noite toda não diminuía a minha capacidade de gostar e de ser tocada pelas bandas e músicas fantásticas e atemporais que eu tanto adoro. Comfortably Numb ainda toca o meu coração como antes. Eu ainda balanço e o cabelo os pezinhos quando toca Immigrant Song. Não esqueci a letra de Foreplay/Long Time. Mas eu parei com a ideia boba de que uma música composta por uma mocinha com fama de escrever ótimas canções de amor, lançada em pleno 2015, endeusada por meio mundo, não combinava comigo. Aliás, não só combinava como era boa demais, porque enquanto o rock and roll acalma a minha alma, nenhum clássico do rock fala pra minha auto-estima como Taylor fez dizendo it's like I got this music in my mind saying it's gonna be alright.
Pode não ter técnicas inovadoras de guitarra. Pode ser que a gente não escute mais daqui a dez anos. Não importa - é fantástica.
Eu descobri que eu não precisava continuar alimentando minha birrinha pela Taylor primeiro porque afinal, ela mesma dizia que não estava nem aí. Segundo, porque ela tinha escrito uma música sobre exatamente o que faltava na minha vida: a capacidade incrível detocar o FODASSI dar de ombros pras opiniões alheias. Haters gonna hate. Fakers gonna fake. People say stuff. Só me resta continuar com essa canção ótima na cabeça me dizendo que tudo vai ficar bem, porque afinal de contas, tendo uma trilha sonora incrivelmente dançante, vai ficar mesmo. Em casos de gente babaca ou do meu cérebro implicante julgando eu mesma, música boa é um remédio tiro e queda pra mim. E eu me agarrei a Shake It Off como um mantra pra todos esses momentos por um bom tempo.
Eu também descobri que podia dançar. Vejam vocês: eu tenho o gingado de uma porta. Dançar sempre foi um ponto sensível da minha vida. Mas de repente me vi literalmente shakin' it off no meio do quarto, quase que involuntariamente. Pra terminar um dia horroroso eu dancei no banho, de olhos fechados, enquanto o racionamento de água ainda estava rolando. Em minha defesa, aqui não faltou água. Mas eu sei que mesmo se a caixa d'água secasse eu teria continuado a me chacoalhar como se fosse a própria Taylor no clipe. E olha, existem poucas coisas nessa vida tão boas quanto dançar como se ninguém estivesse te olhando pra eu deixar essa sensação passar.
Taylor e seu single maravilhoso me ensinaram a abraçar, se não completamente como eu gostaria (porque essa é uma tarefa ambiciosa e um pouco difícil), pelo menos um pouquinho mais dessa pessoa que eu sou e que, por razões incompreensíveis, às vezes eu cismo em odiar também. A coisa mais maravilhosa do mundo é saber que eu tenho 23 anos e que eu posso ser exatamente o que eu quiser. Que eu posso gostar de Led Zeppelin, Zezé di Camargo & Luciano e (sim!) Taylor Swift e chacoalhar os ombrinhos pros haters. Que o que faz da Taylor uma pessoa tão incrível não é o cabelo maravilhoso ou esse corpo magrelo invejável, mas sim a capacidade dela se permitir ser quem ela quiser: de escrever baladas country cheias dos sentimentos mais verdadeiros, de mudar de estilo musical e virar essa diva do pop; de cortar o cabelo, morar em Nova York ou ser feliz sozinha, mesmo tendo dito pra si mesma que nunca faria isso. E sobretudo, que não existe nada no mundo que me proíba de fazer as coisas que eu quero, nem mesmo a voz na minha cabeça dizendo que isso ou aquilo não combina com a pessoa que eu disse que era ou com a pessoa que eu deveria ser. A única pessoa que importa é a pessoa que eu sou e é ela que eu preciso agradar.
Eu sei por experiência que textões assim sobre epifanias maravilhosas e auto-descobertas não funcionam como mágica pra mudar as pessoas que ainda não descobriram a iluminação. Mas ó, as mudanças promovidas por essa moça na minha vida foram tão incríveis que eu quis dividir isso por aqui. Além disso, se você ainda não experimentou, não custa nada dar uma chance pra Taylor como eu fiz. Vai que, né? s2
No próximo TSTM: Blank Space e a delícia que é ser adolescente. Stay tuned xx
Vou confessar: eu tenho um hábito horrível, que é o de pegar birra de algumas coisas sem conhecê-las direito. Desculpa, mundo. Eu sei que é ridículo, mas é mais forte do que eu. Eu e a implicância já somos amigas antigas, e talvez eu esteja acostumada com a companhia dela enquanto meneio a cabeça e reclamo por não entender as novidades ou por que diabos fulano-de-tal está fazendo tanto sucesso.
Uma das vítimas da minha implicância gratuita foi ela, Taylor Swift. Passei aí uns bons dois anos torcendo o nariz pra música pop e pro cabelo lindo dela até que um belo dia a vingança chegou: acordei com Shake It Off tocando sem parar na minha cabeça e eu tive que baixar e ouvir. E aí eu descobri porque é que ela conquistou o mundo dessa forma, porque lógico, fiquei uma semana ouvindo em loop infinito. Nem mesmo digníssimo (que curte um metal nórdico) resistiu ao HATERS GONNA HATE HATE HATE HATE HATE.
Depois disso é claro que eu me rendi.
Eu não sei exatamente por que eu decidi que não ia gostar de Taylor Swift, mas o embalo daquela música era tão bom que abalou minhas convicções. E o negócio é que quando eu dei boas vindas pra Shake it Off no meu iPod (que até então era, ao lado de Love Story, a única música da menina Taylor pra qual eu dava moral) eu também dei boas vindas pra várias coisas legais.
Eu descobri que - surpresa! surpresa! - ouvir o maior hit pop do momento durante a noite toda não diminuía a minha capacidade de gostar e de ser tocada pelas bandas e músicas fantásticas e atemporais que eu tanto adoro. Comfortably Numb ainda toca o meu coração como antes. Eu ainda balanço e o cabelo os pezinhos quando toca Immigrant Song. Não esqueci a letra de Foreplay/Long Time. Mas eu parei com a ideia boba de que uma música composta por uma mocinha com fama de escrever ótimas canções de amor, lançada em pleno 2015, endeusada por meio mundo, não combinava comigo. Aliás, não só combinava como era boa demais, porque enquanto o rock and roll acalma a minha alma, nenhum clássico do rock fala pra minha auto-estima como Taylor fez dizendo it's like I got this music in my mind saying it's gonna be alright.
Pode não ter técnicas inovadoras de guitarra. Pode ser que a gente não escute mais daqui a dez anos. Não importa - é fantástica.
Eu descobri que eu não precisava continuar alimentando minha birrinha pela Taylor primeiro porque afinal, ela mesma dizia que não estava nem aí. Segundo, porque ela tinha escrito uma música sobre exatamente o que faltava na minha vida: a capacidade incrível de
Eu também descobri que podia dançar. Vejam vocês: eu tenho o gingado de uma porta. Dançar sempre foi um ponto sensível da minha vida. Mas de repente me vi literalmente shakin' it off no meio do quarto, quase que involuntariamente. Pra terminar um dia horroroso eu dancei no banho, de olhos fechados, enquanto o racionamento de água ainda estava rolando. Em minha defesa, aqui não faltou água. Mas eu sei que mesmo se a caixa d'água secasse eu teria continuado a me chacoalhar como se fosse a própria Taylor no clipe. E olha, existem poucas coisas nessa vida tão boas quanto dançar como se ninguém estivesse te olhando pra eu deixar essa sensação passar.
Taylor e seu single maravilhoso me ensinaram a abraçar, se não completamente como eu gostaria (porque essa é uma tarefa ambiciosa e um pouco difícil), pelo menos um pouquinho mais dessa pessoa que eu sou e que, por razões incompreensíveis, às vezes eu cismo em odiar também. A coisa mais maravilhosa do mundo é saber que eu tenho 23 anos e que eu posso ser exatamente o que eu quiser. Que eu posso gostar de Led Zeppelin, Zezé di Camargo & Luciano e (sim!) Taylor Swift e chacoalhar os ombrinhos pros haters. Que o que faz da Taylor uma pessoa tão incrível não é o cabelo maravilhoso ou esse corpo magrelo invejável, mas sim a capacidade dela se permitir ser quem ela quiser: de escrever baladas country cheias dos sentimentos mais verdadeiros, de mudar de estilo musical e virar essa diva do pop; de cortar o cabelo, morar em Nova York ou ser feliz sozinha, mesmo tendo dito pra si mesma que nunca faria isso. E sobretudo, que não existe nada no mundo que me proíba de fazer as coisas que eu quero, nem mesmo a voz na minha cabeça dizendo que isso ou aquilo não combina com a pessoa que eu disse que era ou com a pessoa que eu deveria ser. A única pessoa que importa é a pessoa que eu sou e é ela que eu preciso agradar.
Eu sei por experiência que textões assim sobre epifanias maravilhosas e auto-descobertas não funcionam como mágica pra mudar as pessoas que ainda não descobriram a iluminação. Mas ó, as mudanças promovidas por essa moça na minha vida foram tão incríveis que eu quis dividir isso por aqui. Além disso, se você ainda não experimentou, não custa nada dar uma chance pra Taylor como eu fiz. Vai que, né? s2
No próximo TSTM: Blank Space e a delícia que é ser adolescente. Stay tuned xx
Assinar:
Postagens (Atom)






















