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BEDA #1: O que é que eu to fazendo aqui

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Minha vida é um clichê motivacional, no sentido em que coisas super legais acontecem toda vez que eu ajo contra o meu melhor julgamento e saio da zona de conforto. Quando eu era adolescente, com zero talentos esportivos e pouca noção do ridículo, teve a vez em que decidi entrar pro time de futsal da escola e fiz amigas pro resto da vida. Depois teve a vez em que larguei o colégio onde estudei a vida toda pra tentar uma bolsa de estudos em outro colégio - passei e conheci o Digníssimo. Teve a vez em que minha prima chegou me convidando pra ir pra Itália com ela e eu não tinha um real disponível, mas disse a palavra mágica "sim" e deu tudo certo, e teve a vez nessa mesma viagem em que decidimos reencontrar uma polonesa - que tínhamos visto uma vez na vida - na Alemanha, e mais coisas incríveis aconteceram naquele país em que eu nunca tinha pensado em pisar. Não tenho mais muitos exemplos porque não costumo agir muito fora do ~melhor julgamento~, e na verdade, só estou aqui contando essa historinha pra tentar tranquilizar o meu cérebro que berra em desespero quando considera que eu decidi brincar de BEDA 2016. Nessa altura do campeonato, presumo que a blogosfera já esteja ciente de que o BEDA é essa brincadeira em que você posta durante todos os dias do mês de agosto, né? Isso não tem cheiro de cilada? Não parece uma cilada? Então é porque, não vamos nos enganar, me meti numa cilada.

"Mas olha esse histórico de coisas legais que aconteceram quando saímos da zona de conforto! Vai ser LEGAL," grita a outra parte do meu cérebro que assumiu o leme em direção a essa cilada empreitada.

QQ CE TA FAZENDOOOOOOOOO???//?/?//???
Não sou uma pessoa que vibra muito com ideias de sair da zona de conforto e dominar o mundo uma experiência nova de cada vez, mas quando alguém na timeline passou falando de BEDA, alguma coisa dentro de mim disse VAMO. É óbvio que não considerei direito o tamanho da tarefa, ou nem estaria começando esse post, mas eu jamais teria feito as malas e entrado num avião cruzando o Atlântico se tivesse considerado a coisa toda de cara. É a mesma coisa, não é? É. Isso mesmo. Várias aventuras em terras desconhecidas, gente nova pra conhecer, limites pra romper e lágrimas derramadas quando sua mala quebra minutos antes de chegar na estação e pegar o trem e você não tem ideia do que fazer. No caso, a mala são os posts. O trem é o BEDA. E as lágrimas são lágrimas mesmo.
Aproveito pra dizer pra vocês que não garanto chegar ao final dos trinta e um dias, mas se tivermos quinze posts mensais aqui considero uma vitória épica. Combinado? Combinado.

Agora, chega mais pra ouvir a historinha bonita do dia:
É possível que a razão pela qual eu esteja tão ansiosa assim pra queimar a cara na internet escrever nessa frequência louca seja o último texto que postei aqui - aquele falando de vácuo, engajamento e revoltas, em que eu defendo com todo o ardor do mundo que a gente responda e escreva e se conecte com as pessoas do outro lado da nossa tela e celebre cada possibilidade de conexão e *~magia~* ao invés de ler os e-mails e nunca falar nada de volta. Aí me toquei que o melhor julgamento que eu tenho dado pros meus textos costuma ser escrever e deixá-los mofando na gaveta/nos drafts do Blogger, porque ali vão ficar imunes a críticas dos outros e e do meu auto-julgamento feroz. Eu resolvi escrever um textão cheio de revolta pra falar sobre como eu odeio o vácuo e percebi que estou deixando meus próprios textos morrerem no limbo sem dar pra eles a possibilidade de tocarem alguém. Não está dando pra te defender, amiga.
"Será que eu realmente vou tocar alguém com essas filosofias de meia pataca? Será que não estou passando um GRANDE VEXAME?" são questões que aquela parte sensata do meu cérebro se pergunta toda vez que vou apertar o botão de publicar. Mas o grande lance da *~magia~* que surge das conexões entre pessoas e sentimentos é que nada é garantido.
A gente precisa TENTAR.
*insira a imagem motivacional de sua preferência aqui*
A gente pode usar vários clichês motivacionais pra falar disso, aliás. Que tal aquele do dar uma chance pra si mesmo? É isso que eu to fazendo?
Eu não tenho a menor ideia do que eu to fazendo.
Mas talvez no meio desses outros 30 posts a serem escritos eu consiga achar um sentido nessa empreitada, certo? Mesmo que seja rir muito dessa ideia maluca um dia?

KEEP TELLING YOURSELF THAT, DARLING

ANTES DE VOCÊ IR EMBORA saiba que as mocinhas Tati, Ana e Cacá são as criaturas do meu blogroll que entraram na mesma canoa que eu nesse mês. Clica aqui e leia os posts. Espalhe amor. Dá uma moralzinha. E se você também estiver participando do BEDA - DEIXA O SEU LINK AQUI! Vamos nos incentivar mutuamente!

Beijos e até o próximo post amanhã!

Quem vai dizer não pra creme de milho e manjar de coco?

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Uma das poucas vantagens de ter voltado a morar na minha cidade natal é poder estar mais perto dos meus avós e primos nos finais de semana e datas comemorativas - a comida é sempre divina e adoro estar ali no meio das conversas familiares e vendo as crianças crescerem. Há dezoito anos era eu que xeretava em todos os cantos e não deixava minha tia em paz um só minuto e hoje tenho a Clara (minha prima de cinco anos que quase divide o aniversário comigo) pra fazer exatamente o mesmo comigo. Real love, folks.
Nessa Páscoa teve: macarronada + creme de milho + maionese (bjão pra vocês fazendo dieta Dukan), meus priminhos aí de cima brincando com o violão, meu irmão revoltadíssimo com as questões terríveis da adolescência e uma quantidade muito louca de doces, incluindo chocolates trazidos pelo coelhinho da Páscoa, manjar de coco e ovo de chocolate. Segunda feira estarei chorando sobre a esteira na academia, mas honestamente, quem vai dizer não pra creme de milho e manjar de coco????
Ah, as fotos da festa também ficaram ótimas:

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Podia ser o Zorro, mas é meu irmão sendo adolescente e evitando fotos
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Tão bonitinhas as pessoas e quem tirou essa foto foi ninguém menos que a Clara #prima #coruja #orgulhosa

No post passado achei que estava purificando todo o meu karma com o celular quebrado há mais de um mês, quando nesse final de semana o bichinho simplesmente sumiu. Desapareceu. Escafedeu-se, com o meu cartão de memória e meus contatos de celular, depois de um tombo que levei na rua (sim). Voltei no local do acidente e não encontrei vestígios - jamais vou entender quem pega um celular que não é seu e leva ele embora sem entrar em contato com o dono (ainda mais se tratando de um celular com 1/3 do LCD funcionando).
Aparentemente eu tenho muito karma ruim pra purificar.

Fui ver Batman x Superman nesse final de semana - toda ansiosa porque era o primeiro filme de super-herói que eu realmente sentia vontade de ver - e rolou uma decepção inexplicável que ainda estou tentando entender. Adorei o Bruce Wayne do Ben Affleck (não me conformo com o fato de ele ter envelhecido) e a Mulher Maravilha eu simplesmente QUERO pra mim, a personagem do Luthor também foi ótima, mas talvez esse negócio de pancadaria em sequência e cascatas despropositadas de explosões e luzes de CGI não seja a minha praia. Talvez eu não seja fã suficiente de quadrinhos? O que vocês acharam do filme? Vai ter um só com a Mulher-Maravilha pra eu amar? Vocês também acharam o filme terrivelmente escuro? Vamos conversar sobre isso, por favor.

Entrei na internet procurando livros pra dar de presente pra crianças e me deparo com os contos dos Irmãos Grimm traduzidos direto do alemão. Já perdi as contas de quantas vezes eu queria um box dos irmãos Grimm traduzido direto do alemão - li uma versão deles quando eu era criancinha e os livros que eu tinha sumiram numa mudança, to lamentando até hoje essa perda. Alguém pelo amor de Deus ME COMPRE - com tanto conserto pra pagar e presente pra dar não me vejo dona desse livrinho tão cedo.
(não sei de quem é a foto mas tive que postar aqui pra vocês apreciarem OLHA QUE COISA LINDA)

A newsletter está atrasadíssima. Eu sei. Mas eu não desisti dela - estou pedindo muito se disser pra vocês fazerem o mesmo comigo?

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E se eu deixar uma criancinha fofa de brinde?
Beijos e até o próximo post xx

a volta da cadela arrependida

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Ou: mais uma desculpa cara-de-pau à guisa de explicação para a falta de posts por aqui.
Aconteceu que passei quase três semanas sem computador e to completando um mês com metade do touchscreen do celular funcionando. Nesse tempo todo também aconteceram outros perrengues pessoais que me deixaram sem foco nenhum pra sentar na frente do editor de posts do Blogger e escrever qualquer coisa aqui. Saiu um texto pra newsletter, que também veio parar aqui pra preencher o vazio, mas acabei deixando ela de lado também. A verdade é que sinto que vocês que param pra ler as abobrinhas que eu escrevo (e ainda me deixam comentários!!!) são meus amigos de alguma forma e eu sempre me sinto culpada quando deixo de dar atenção pra esse cantinho virtual. Então, desculpa? *puppy eyes*

IMG_1992 Mas pra ser honesta, desconsiderando os eletrônicos quebrados e o drama das finanças, 2016 tem sido um ano relativamente bacana. Li Americanah, que é incrível; Matilda, tão fofinho ou mais do que o filme; e Razão e Sensibilidade, que aumentou o meu gosto pelos romances da dona Jane Austen. Persuasão é o próximo e já está no meu criado mudo. Também li os volumes de Peanuts e já posso dizer que sou fã? O mau humor da Lucy e os sofrimentos do Charlie Brown podiam ser minha autobiografia.
Também adicionei um monte de música nova na minha biblioteca do iTunes, incluindo desde Chitãozinho e Xororó até Born to Run, que não consigo deixar de ouvir e já tenho planos de cantar em um karaokê. Inclusive, rolou uma paixão platônica fortíssima pelo Bruce Springsteen novinho que eu não tenho certeza se vou superar algum dia.
olá queria beijar sua boca como faço
Comecei a ir na academia no começo do mês e estou impressionada porque é possível que finalmente descobri o bendito barato da endorfina. Várias coisas esfregaram na minha cara que estou me tornando adulta nesses tempos: uma delas foi o meme do "sexo é coisa de adolescente", outra foi o fato de eu finalmente ter começado a me preocupar com a minha saúde, depois de ouvir que preciso ganhar músculos ou meu organismo vai começar a dar problema. Em breve vocês me verão como a nova #musafitness do instagram. AGUARDEM.
IMG_1597Depois da morte definitiva do 7 on 7, não arrumei nenhuma desculpa pra fotografar coisas e postar aqui. Queria inventar uma moda fotográfica nova, mas ando sem ideias. Alguém aí está disposto a embarcar em algo assim comigo? Algum projeto pra me convidar? Esses dias cismei que queria fazer dupla exposição com filme e queria comprar uma câmera analógica pra brincar por aí, até descobrir que o foto da cidade não tem mais equipamento de revelação. LÁGRIMAS. Quero brincar de fotógrafa amadora, gente - me convidem pra sair pra gente fazer uns books caseiros.

O maior achado do mês foi esse grupo do facebook. Finalmente achei algo que me faz ficar rolando a página pra baixo sem parar - quem resiste a vídeos de gatinhos estabanados? De cachorrinhos manhosos? De porquinhos e ursinhos filhotes e pássaros enxeridos? Pit bulls com coroas de flores? Se você ainda não participa só posso dizer que você está perdendo conteúdo da melhor qualidade.

Espero que vocês não tenham sofrido com nenhum eletrônico quebrado nesse tempo todo. Beijos e até a próxima!! xx


Eu fiz uma newsletter e acho que vocês deviam saber disso

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Tudo começou quando a timeline toda começou a falar em fazer newsletters.
Meu primeiro sentimento foi um grande ponto de interrogação, porque eu não entendia o propósito daquilo. Como é que uma pessoa faz uma newsletter? Pra falar do quê? Quem é que acha que eu vou querer receber um monte de links na minha caixa de entrada? E claro, também tinha o fato de que, ao contrário da menina Anna Vitória [um post altamente recomendável se você não entendeu o apelo das newsletters], eu odeio receber e-mails. Mas a razão pela qual eu odeio recebê-los logo ficou clara quando eu li esse post dela:
Ninguém de verdade me manda e-mails.
Minha caixa de entrada é um emaranhado de spam: e-mails de confirmação de conta, redefinição de senha, pesquisa de público, rastreio de encomenda, propaganda de pós-graduação que eu não vou fazer, mas deixo ali porque a gente nunca sabe... As melhores coisas que chegam são os e-mails do Blogger me avisando dos comentários de vocês aqui - e vou confessar que guardo os mais bonitinhos. A última vez que alguém me mandou um e-mail de verdade foi um desconhecido que conheci no aeroporto dois anos atrás; ou seja, não tenho nem ideia de qual foi o último e-mail carinhoso que eu recebi nessa vida.
Então, comecei a ser seduzida pela ideia - afinal, correio é uma coisa maravilhosa que me traz livros, compras e cartões postais, e meu correio eletrônico há de ser mais útil pra mim do que me entregar mensagens automáticas com zero sentimento. Comecei a pensar em trocar e-mails cheios de coisas bacanas com gente desse mundo virtual, que tá longe demais para compartilhar as coisas que acontecem no dia-a-dia.
Mas tem mais!
Sou uma pessoa neurótica com a privacidade na internet. Nunca falei disso aqui, mas vocês que lêem o Beyond com frequência talvez já tenham se perguntado por que diabos nunca posto meu lindo rostinho aqui ou deixo minhas redes sociais ali do lado. A verdade é que, por mais que esse blog seja só um cantinho desconhecido onde eu venho falar amenidades, nunca sei quem está do outro lado da tela vendo as coisas que escrevo. A internet está muito grande, e essa máxima de que uma vez que a gente coloca alguma coisa alguma coisa online não consegue mais tirar é uma verdade assustadora, quando paramos pra pensar nisso. Aliás, vocês já pararam pra pensar nisso? A gente não tem mais controle quando posta algo e tem outra pessoa salvando, compartilhando, printando...
Desculpem a paranóia.
O fato é que várias vezes pensei em postar algo sobre a minha vidinha e meus causos e acabei pensando duas vezes porque não queria que houvesse a possibilidade de ter conhecidos lendo aquilo - ou pior, um futuro cliente/empregador em potencial lendo as respostas dos memes que eu posto. Então esse blog paga o pato e eu acabo deixando pra lá...
... mas segundo o post da Anna a newsletter podia ser a solução pra esse problema.
E foi assim que eu resolvi embarcar nessa.
Eis aqui a bonita, caso vocês queiram receber exclusivamente de graça no vosso e-mail conversas sobre a vida, o universo e tudo mais, amostras da minha curadoria de gifs, palpites sobre livros, papos de amiga e outras coisas que não vem parar nesse blog. Eu não sou famosa e não sei se alguém tá a fim de comprar a ideia de ter euzinha batendo papo na caixa de entrada de vocês, mas estamos aqui saindo da zona de conforto. Onde a mágica acontece, e tudo o mais.
E eu prometo que vai ser legal! Ao menos, se você gosta de receber e-mails. Mas se não gosta, devia me dar uma chance - pretendo escrever a cada dez ou quinze dias, mais ou menos, contando uns causos e compartilhando coisas pra deixar a caixa de entrada de vocês mais bonitinha, numa vibe mais pessoal, trocando cartas com as migas. Se isso não é mais atrativo do que deixar sua caixa de e-mail cheia de e-mail de verificação de conta, pelo menos vai render uns gifs novos pra sua coleção. Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta.
Vamos fazer essa magia acontecer


Quando o tempo fecha e o céu quer desabar

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Eu juro que eu tinha a intenção de postar com mais frequência nesse blog, mas a verdade é que a bad continuou pairando nessas terras. Foram vários rascunhos começados aqui no blogger, que sempre viravam listas ou posts sobre os dramas dessa vida, coisa que vocês não são obrigados a ler, não é mesmo meus queridos?
R: SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM
Então, acabei transformando todo o mimimi e as listas em posts pra alimentar meu outro blog que tem a função de acolher todas as minhas ideias incoerentes, e acabei deixando o Beyond de lado.
Aí que hoje é dia de 7 on 7 (que aparentemente está em hiatus, suspeito que não esteja fácil pras outras meninas também), e eu resolvi tirar umas fotos pra não deixar morrer o hábito de postar imagens fresquinhas mensalmente. Como hoje foi um dia bem ruinzinho, e uma das poucas coisas que me alegram/acalmam é ficar no meu quarto, tirei umas fotos dos meus cantinhos favoritos deste cafofo. Tem vários outros cantinhos que eu odeio/não consegui arrumar do jeito que eu quero e foi isso que salvou esse post de virar um ~room tour~, mas se vocês pedirem com jeitinho eu posso fazer RISOS.
IMG_1435 Almofadinhas handmade - o ápice do meu talento manual
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O canto mais bonito desse quarto, meu orgulho e amor - duas prateleiras da estante onde coloco todas as edições que eu compro (e bugigangas fofinhas).
IMG_1445 A prateleira de cima da estante, onde ficam as câmeras e meus fichários (outro prodígio do DIY), junto com outros livros-texto que eu não uso muito.
IMG_1446 Exatamente embaixo disso temos a escrivaninha mais odiada da história - por isso pendurei um monte de badulaques bonitinhos na parede. Dois projetinhos DIY totalmente pinterest-like e esse espelho que foi a primeira vítima da tinta spray dourada que compreiIMG_1447 Esse balão tem mais de trinta anos de idade e obviamente impedi minha mãe de jogá-lo fora - cês sabem como eu posso ser a louca da velharia IMG_1449 O cantinho das papelarias é a escrivaninha que eu odeio, então juntei tudo o que eu gosto numa foto só: esse bloquinho, clipes, stabilos e washi tape. E sim: os clipes ficam numa latinha de manteiga (que tem o tamanho perfeito pra eles)IMG_1452 Eu sei que alguém aí também é dessas pessoas que compra cadernos e tem dó de usar - o que me resta é deixar eles enfileiradinhos na estante. (#tilibramepatrocina)IMG_1454 A segunda gaveta do meu criado é cheia de fotos que eu revelei e ainda não consegui fazer nada com elas - um scrapbook? um álbum? um varalzinho (pra adicionar mais um DIY do pinterest nesse comodo)? Não sei como organizá-las, então por enquanto ficam aí, no alcance das minhas mãos, do lado da cama.IMG_1456
Outras coisas legais que ficam escondidas, mas eu tirei pra mostrar aqui: meus diários antigos e a agenda-journal de 2015. To nessa de fazer diários/agendas sobre os meus dias desde 2004 e olha, criar memórias pra ver no futuro é uma coisa que eu adoro.

Beijos e até o próximo post xx 

Tô viva, gente (e cheia de livros)

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(quem captou a referência: vamos ser amiguinhos e andar juntos no recreio pfvr)

Ainda existe alguém frequentando esse blog? Não tenho muita certeza, mas to aqui, quase um mês depois da última aparição, escrevendo esse post à guisa de explicação pra esse sumiço todo e tentando expôr em forma de texto o que aconteceu na minha vida nos últimos tempos que secou a fonte de motivação pra escrever aqui. A verdade é uma só: não está sendo fácil, amigos - vamos nos dar as mãos.
Desde setembro eu já estava reclamando da vida - teve chuva de granizo, drama familiar e finanças terríveis, e outubro não facilitou muito as coisas. Passou rápido demais, me trouxe um monte de trabalho (do qual não vou reclamar, porque dinheiro em caixa é tudo o que eu to precisando nessa vida) que trouxe de brinde o medo de que eu não vou dar conta de tudo. Ando cansada e triste, quase sempre sozinha e ansiosa por causa de milhões de coisas acontecendo internamente e externamente. Tá bão não. Até o coitado do blog sofreu e ficou fechado por uma semana, por pura paranoia de que pessoas indevidas estavam lendo isso aqui - aí aproveitei pra mexer no layout, mas não deu muito certo então acabei só mexendo nas cores, porque aquele fundo rosa-algodão-doce já estava fazendo a minha glicose subir. Vai ficar assim por mais um tempo.
Tudo o que eu queria era um mês de férias remuneradas (não vai ter, tristíssima essa vida de trabalhador autônomo) e umas passagens pra qualquer lugar. É possível que as passagens rolem nesse mês e eu pegue um ônibus pra algum cantinho novo desse país - orem por mim, minha gente. Usar shorts e havaianas e ficar longe de exigências (e relacionamentos zuados) não pode fazer mal nenhum, né? To vivendo focada nessa ideia. Ainda bem que depois desse mês temos as festas de fim de ano pra folgar de novo. ALELUIA IRMÃOS

On the other hand, no meio desse caos todo teve livros novos pra ajudar a segurar essa barra que é gostar de você:

IMG_1262 A Amazon vai me levar à falência com essas promoções. Esse box de Peanuts custou trinta e cinco dilminhas!!!! São vários boxes com cinquenta anos (!!!) de tirinhas e é claro que eu já quero todos o$ outro$$$$$. Não conhecia muito as tirinhas deles, mas já amei muito com o pouco que li. São cheias de humor e de insights inesperados - exatamente o que eu gosto de ver em tirinhas. Charles Schulz, o senhor é destruidor mesmo viu viado

IMG_1263Pra quem cresceu lendo o gibi da Mônica: vocês já devem ter visto falar dessas ~graphic novels~ (um nome metido a besta pra um gibi numa impressão melhor) da Turma - essa, no caso, é Laços. O desenho dos irmãos Cafaggi é MUITO LINDO e essa história é maravilhosa, cheia de elementos infantis e profundidade, ao mesmo tempo. Recomendo e também to querendo as outras da coleção - mais alguém aí continua fã da Turma da Mônica mesmo com 20 e poucos anos na cara?

IMG_1270 Um belo dia, Digníssimo estava especialmente generoso e me comprou essa edição linda de O Diário de Anne Frank - percebam que ando muito seletiva com a aparência das edições que ando comprando. Mais uma leitura que eu nunca tinha feito. Mesmo sendo meio monótono (afinal, é um diário), acompanhar a rotina dos Frank e dos van Daan e seus perrengues pra permanecer escondidos e viver dentro da normalidade em época de perseguição foi uma leitura que valeu muito a pena.

IMG_1265 A cereja do bolo: Comprei mais uma edição linda-maravilhosa-deusmeacuda da Puffin in Bloom!!!!! Não sei lidar com essa arte da Rifle Paper, sério. Eu poderia me casar com essas edições. Eu poderia decorar minha casa com a arte deles. Não li Heidi ainda e não sei muito do que se trata (gosto de ler livros sabendo o mínimo sobre eles), mas tá aí na fila de leitura assim que eu finalmente terminar Orgulho e Preconceito. Enquanto isso, fico admirando essa capa maravilhosa.

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Comprei mais duas edições que ainda estão chegando. Gente, a Amazon é maravilhosa, recomendo 100% - todo dia tem alguma promoção absurda e os livros chegam muito rápido! Ainda bem que os livrinhos deram uma aliviada nessa zica toda. Espero voltar a postar direito aqui nesse blog, e o finalzinho do diário de viagem também sai logo por aqui (finalmente)!
Beijos e até o próximo post xx

taylor swift taught me #1

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Esse é o primeiro post (de uma pequena série que eu pretendo fazer, mas a gente nunca sabe pra onde vai a motivação dessa blogueira que vos escreve) compartilhando epifanias e reflexões que a senhorita Taylor Swift me provocou acidentalmente. O episódio de hoje é sobre Shake it Off.
Vou confessar: eu tenho um hábito horrível, que é o de pegar birra de algumas coisas sem conhecê-las direito. Desculpa, mundo. Eu sei que é ridículo, mas é mais forte do que eu. Eu e a implicância já somos amigas antigas, e talvez eu esteja acostumada com a companhia dela enquanto meneio a cabeça e reclamo por não entender as novidades ou por que diabos fulano-de-tal está fazendo tanto sucesso.
Uma das vítimas da minha implicância gratuita foi ela, Taylor Swift. Passei aí uns bons dois anos torcendo o nariz pra música pop e pro cabelo lindo dela até que um belo dia a vingança chegou: acordei com Shake It Off tocando sem parar na minha cabeça e eu tive que baixar e ouvir. E aí eu descobri porque é que ela conquistou o mundo dessa forma, porque lógico, fiquei uma semana ouvindo em loop infinito. Nem mesmo digníssimo (que curte um metal nórdico) resistiu ao HATERS GONNA HATE HATE HATE HATE HATE.

Depois disso é claro que eu me rendi.
Eu não sei exatamente por que eu decidi que não ia gostar de Taylor Swift, mas o embalo daquela música era tão bom que abalou minhas convicções. E o negócio é que quando eu dei boas vindas pra Shake it Off no meu iPod (que até então era, ao lado de Love Story, a única música da menina Taylor pra qual eu dava moral) eu também dei boas vindas pra várias coisas legais.
Eu descobri que - surpresa! surpresa! - ouvir o maior hit pop do momento durante a noite toda não diminuía a minha capacidade de gostar e de ser tocada pelas bandas e músicas fantásticas e atemporais que eu tanto adoro. Comfortably Numb ainda toca o meu coração como antes. Eu ainda balanço e o cabelo os pezinhos quando toca Immigrant Song. Não esqueci a letra de Foreplay/Long Time. Mas eu parei com a ideia boba de que uma música composta por uma mocinha com fama de escrever ótimas canções de amor, lançada em pleno 2015, endeusada por meio mundo, não combinava comigo. Aliás, não só combinava como era boa demais, porque enquanto o rock and roll acalma a minha alma, nenhum clássico do rock fala pra minha auto-estima como Taylor fez dizendo it's like I got this music in my mind saying it's gonna be alright.

Pode não ter técnicas inovadoras de guitarra. Pode ser que a gente não escute mais daqui a dez anos. Não importa - é fantástica.

Eu descobri que eu não precisava continuar alimentando minha birrinha pela Taylor primeiro porque afinal, ela mesma dizia que não estava nem aí. Segundo, porque ela tinha escrito uma música sobre exatamente o que faltava na minha vida: a capacidade incrível de tocar o FODASSI dar de ombros pras opiniões alheias. Haters gonna hate. Fakers gonna fake. People say stuff. Só me resta continuar com essa canção ótima na cabeça me dizendo que tudo vai ficar bem, porque afinal de contas, tendo uma trilha sonora incrivelmente dançante, vai ficar mesmo. Em casos de gente babaca ou do meu cérebro implicante julgando eu mesma, música boa é um remédio tiro e queda pra mim. E eu me agarrei a Shake It Off como um mantra pra todos esses momentos por um bom tempo.
Eu também descobri que podia dançar. Vejam vocês: eu tenho o gingado de uma porta. Dançar sempre foi um ponto sensível da minha vida. Mas de repente me vi literalmente shakin' it off no meio do quarto, quase que involuntariamente. Pra terminar um dia horroroso eu dancei no banho, de olhos fechados, enquanto o racionamento de água ainda estava rolando. Em minha defesa, aqui não faltou água. Mas eu sei que mesmo se a caixa d'água secasse eu teria continuado a me chacoalhar como se fosse a própria Taylor no clipe. E olha, existem poucas coisas nessa vida tão boas quanto dançar como se ninguém estivesse te olhando pra eu deixar essa sensação passar.
 Taylor e seu single maravilhoso me ensinaram a abraçar, se não completamente como eu gostaria (porque essa é uma tarefa ambiciosa e um pouco difícil), pelo menos um pouquinho mais dessa pessoa que eu sou e que, por razões incompreensíveis, às vezes eu cismo em odiar também. A coisa mais maravilhosa do mundo é saber que eu tenho 23 anos e que eu posso ser exatamente o que eu quiser. Que eu posso gostar de Led Zeppelin, Zezé di Camargo & Luciano e (sim!) Taylor Swift e chacoalhar os ombrinhos pros haters. Que o que faz da Taylor uma pessoa tão incrível não é o cabelo maravilhoso ou esse corpo magrelo invejável, mas sim a capacidade dela se permitir ser quem ela quiser: de escrever baladas country cheias dos sentimentos mais verdadeiros, de mudar de estilo musical e virar essa diva do pop; de cortar o cabelo, morar em Nova York ou ser feliz sozinha, mesmo tendo dito pra si mesma que nunca faria isso. E sobretudo, que não existe nada no mundo que me proíba de fazer as coisas que eu quero, nem mesmo a voz na minha cabeça dizendo que isso ou aquilo não combina com a pessoa que eu disse que era ou com a pessoa que eu deveria ser. A única pessoa que importa é a pessoa que eu sou e é ela que eu preciso agradar.

Eu sei por experiência que textões assim sobre epifanias maravilhosas e auto-descobertas não funcionam como mágica pra mudar as pessoas que ainda não descobriram a iluminação. Mas ó, as mudanças promovidas por essa moça na minha vida foram tão incríveis que eu quis dividir isso por aqui. Além disso, se você ainda não experimentou, não custa nada dar uma chance pra Taylor como eu fiz. Vai que, né? s2
No próximo TSTM: Blank Space e a delícia que é ser adolescente. Stay tuned xx

Goodbye BR-101

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2014 foi um ano que fugiu completamente das minhas expectativas. Por exemplo, quando eu fiz meu brinde de Ano Novo, a dez mil quilômetros de casa e cercada de pessoas que eu tinha conhecido há praticamente uma semana, eu não esperava que ia cruzar as fronteiras estaduais mais de uma vez durante os próximos 365 dias. Mas coisas acontecem. Uma dessas coisas foi Digníssimo ter arrumado um emprego em Angra dos Reis, mil quilômetros longe do lugar que eu chamo de "casa".
Eu não conhecia Angra. Eu não tinha nem muita certeza de onde achar a cidade no mapa. Eu poderia ter passado a vida toda sem colocar meus pés ali, mas de repente aquele lugar desconhecido estava tirando Digníssimo de mim, e eu não ia simplesmente deixá-lo ir.
No começo a gente se estranhou. Tive uma recepção digna de São Paulo, com céu cinza, uma garoa ridiculamente irritante e uma hora de espera na rodoviária, com a bateria do celular pedindo socorro. Angra também fugia às minhas expectativas: era desordenada demais, espalhada demais, com curvas demais. Eu também não era o melhor tipo de turista: caipira da gema, nascida e criada a 450km do litoral, com uma dificuldade enorme de ~sair pro mundão~ e conhecer novidades. Sentada ali, esperando, agarrada às minhas malas, eu só queria ir embora.
se tivesse ido embora não ia ter conhecido essa ilhazinha mais linda

Em Angra dos Reis eu li muito, porque aparentemente existe uma dificuldade enorme em se conseguir internet por lá. Chorei com Mar Morto e cobicei todos os livros da livrariazinha do shopping pelo menos umas dez vezes. Reclamei muito de como uma cidade pode ter tantas ruas e calçadas estreitas e planejamento nenhum. Comi mais pratos com camarão do que imaginei que fosse fazer na vida. Cultivei uma paixão por balas de gelatina. Defendi ferrenhamente a vitória da "bolacha" sobre o "bixcoito". Brinquei de dona de casa. Aprendi um pouquinho sobre futebol carioca e senti saudade de encontrar mais gente com o meu sotaque do interior.

Perdi as chaves da casa do Digníssimo numa tarde e passei o resto do dia no centro, agradecendo a Deus pelo Google Maps, olhando o mar e fazendo o que só uma turista perdida pode fazer sem culpa nenhuma: nada. Reclamei mais uma vez, da dificuldade de se obter internet e sinal de celular ali no meio de tanto morro. Tirei fotos de coisas lindas que não se encontram no interior. Joguei Guitar Hero e descobri que não tenho a menor habilidade pra tocar instrumento nenhum, mas conheci uma coleção de músicas novas pra levar pra casa. Subi uma trilha gigantesca, que eu jamais teria subido se soubesse o tamanho da empreitada, mas que me fez passar por lugares lindos, ver que o mundo é bem maior do que eu conhecia e que o meu condicionamento físico não é assim ruim como eu esperava. Vi o sol do mirante. Assisti horas e horas de séries e filmes enquanto eu ficava sozinha. Estabeleci uma ~tradição~ culinária com o Digníssimo. Arrumei queimaduras de sol e arranhões inesperados.
Eu andei de barco. Coloquei as patinhas no litoral pela primeira vez. Catei conchinhas como se fosse uma criança deslumbrada com o mundo (o que na verdade, eu sou). Tive um aniversário horroroso em que eu deliberadamente tomei um banho de chuva pra poder chorar em paz. Passei horas e horas pensando na minha vida. Tomei banho de água mineral porque aparentemente, as caixas d'água ficam secas por lá na época do verão. Passeei pelo cais me maravilhando com os nomes dos barcos. Procurei albatrozes no céu. Postei fotos com legenda #vidadifícil porque sim, tá liberado ser esnobe de vez em quando.
Ir pra Angra me fez percorrer por cinco vezes os mil quilômetros de trajeto completamente sozinha.
Me fez superar a vergonha de anos de me enfiar em trajes de banho. Me obrigou a pensar na minha vida, sozinha. Me deixou mais independente. Estar ali me mostrou que eu podia fazer coisas que eu não sabia que podia, que não saber o que fazer da vida não era exatamente uma tragédia, e que after all it was a great big world maior do que eu imaginava. Ir pra lá também me levou pro Rio de Janeiro, que talvez mereça seu próprio post, quando a nostalgia da viagem ficar grande demais pra guardar.
Digníssimo voltou pro interior no começo desse ano, e meus vínculos com a cidade acabaram por aqui. Se alguém me pedisse pra me mudar pra lá, continuaria recebendo risadas minhas como resposta. Mas bem que não seria uma má ideia morar um pouco mais perto... pra matar as saudades quando for preciso.

Eu juro que eu queria ser uma blogueira exemplar e ter postado regularmente esse mês, mas fica difícil quando o computador resolve que vai dar piti de novo (tem uns trinta posts no Feedly que eu marquei pra ler depois e comentar). Aí juntei toda a minha nostalgia e a vontade de não deixar esse blog às moscas e resolvi postar mais um post pessoal/turista/cheio de fotos. Eu sempre fico meio encanada quando começo a fazer muitos posts pessoais por aqui... (sempre penso: quem será que está interessado em saber o que eu fiz nessa vida???) Mas como já comecei com o meu diário de viagem, vai continuar tendo post sobre a minha vida sim - o próximo post desse tipo que sai vai ser o com as fotos de Veneza *preparando o lencinho de papel*.
Beijos e até a próxima!

Cem posts de beyond cloud nine

8 comentários
Isso mesmo, amiguinhos e amiguinhas: esse é o centésimo post desse website!
Um post com uma deixa ótima pra postar a foto do melhor bolo de aniversário dos últimos tempos

Se você ainda não leu a página sobre desse blog, o Beyond assim como vocês o conhecem veio ao mundo no dia 17 de novembro de 2012, há mais ou menos dois anos e meio. Se fizéssemos a média, daria mais ou menos um post pra cada dez dias. Pensando assim, até parece que eu sou uma blogueira exemplar e que sempre aparece regularmente RISOS
Fiquem aqui com algumas estatísticas e fatos aleatórios deste que é o blog mais bonito das internets hue:

Posts mais acessados
1. DIY: Fichário navy personalizado
O DIY mais bonito, charmoso e cheiroso que já passou por esse blog. Continuo apaixonadíssima por esse fichário e continuo tentando fazer uma peripécia artesanal tão bonita quanto pra aparecer aqui no blog novamente.

2. 7 planners pra se ter na minha estante
A louca da papelaria ataca novamente = eis aí sete dos meus caderninhos favoritos no ano de 2013.

3. Papelaria: Monopoly

Dois anos se passaram e eu ainda não comprei um planner da Monopoly, e eu ainda sofro querendo esse caderninho mais do que maravilhoso *lágrimas*

Mas o Beyond não é só feito de materiais maravilhosos de papelaria!

Outono tardio em fotos aleatórias, um post fotográfico aleatório curtinho, mas que talvez seja o meu preferido
E a carta pra Manu de dez anos atrás, fruto de um meme do Rotaroots, que é o outro possível post favorito da história do blog.

Outras coisas legais nesses cem posts: a categoria do 7 on 7 é a que mais tem posts por aqui: 28! Mais de um quarto das postagens são fruto desse projeto que me acompanha mensalmente desde praticamente o ~nascimento~ deste blog. Outras categorias das quais eu gosto muito são a de ilustrações incríveis (que anda meio abandonada, tadinha, mas vale um clique porque só tem gente talentosa e linda), a de memes (porque eu simplesmente não resisto a eles), e a wishlist.
Também não posso deixar de citar que nesse espaço de cem posts (dois anos e meio... meu deus) o Beyond acompanhou vários bloguinhos legais de gente bacana. O blogroll daqui fica meio escondido em uma das páginas, então em honra desse grande acontecimento, to deixando os links aqui, pra vocês conhecerem (se é que ainda não conhecem) essas coisinhas bonitas, e que, de uma maneira indireta, me estimulam a continuar escrevendo aqui.

a life less ordinaryall the plumsba morettiblog da ianê ☁ bonsoir dudabruinechampagne supernova ☁ hello lolla ☁ one less margarita ☁ outro typostarships and queenspe-dri-nhaperpétuo devaneio ☁ toffee drops ☁ treze dígitos ☁ vida sem conto de fadas

Quanto aos planos pro futuro: Só posso torcer pra que os próximos cem posts não demorem tanto tempo assim, risos.
Beijos e até o próximo post!