Assim mesmo, parece que @Deus ouviu algum dos meus apelos desesperados e mandou um sinal de que tempos melhores estão por vir - sendo esse sinal A MÚSICA NOVA DO THE KILLERS. Acho que nunca dediquei a eles aqui no blog o espaço que merecem pra fazer algum post (e posso ou não fazer isso nessa próxima semana, veremos), mas já comentei em vários lugares que o status de banda preferida do momento (nos últimos cinco anos, actually) é deles. Me tornei fã da banda no ano que o Battle Born saiu, ouvi todos os cds até a exaustão e mais um pouco, e ultimamente andava meio
Ninguém perguntou, mas minha obsessão por Hamilton continua. Agora aprendi a cantar Non-Stop. Acho que ninguém comprou minhas indicações musicais, né? OUÇAM HAMILTON, EU JURO QUE É BOM.
Digníssimo me transformou num monstro.
Uma pausa pra reclamar do trabalho: são dez meses como funcionária da saúde pública deste país e eu quero ARREGO. Trabalhar com pessoas doentes traz todo um nível diferente de estresse laboral porque, veja bem, as pessoas estão doentes. A gente sempre acha que nossa vida está ruim, mas aí a gente fica doente - uma gripe, tosse persistente, unha encravada - e aquilo ali é o suficiente pra abafar todas as outras misérias e te deixar pior; e quando a coisa se torna uma Doença de Verdade, o buraco aumenta. As pessoas não estão felizes, as pessoas não estão em condições de facilitar a vida de ninguém, e às vezes por mais que a gente queira (e a gente quer), também não podemos facilitar a vida delas porque faltam RECURSOS - tempo, dinheiro, pessoal, instalações. Quer dizer, a gente até pode, mas com um custo enorme pros funcionários - eu poderia salvar a vida de todo mundo que precisa de mim, se trabalhasse por 50 horas semanais, 30 delas de graça. E é assim que chegamos rapidinho nesse tipo de dilema - devo me matar de trabalhar pra ter a consciência em paz de quem fez tudo o que pôde e não pode ou simplesmente dizer o famigerado NÃO e colocar os limites onde eles devem ficar, e assim resguardar parte da minha saúde mental ao custo da das pessoas? Eu poderia salvar o mundo e passar adiante o altruísmo irrestrito, mas acontece que essa merda já tava assim e não foi por minha culpa, eu não tenho os poderes reais pra resolver as coisas da maneira certa. Eu não sei responder isso. Estou cansada. POR FAVOR, ME DÊEM FÉRIAS.
Desculpem o assunto meio bosta, mas esse é o resumão da semana, o post onde me dou ao direito de falar qualquer coisa que cruza minha mente porque é domingo. Semana que vem eu melhoro, não desistam de mim.
Previously on BEDA: Revivi a categoria 7 on 7, falei da mulher incrível que é Mary Crawley, mostrei meus livros bonitos (num vídeo que enrolei quase um ano pra fazer), falei sobre uns clipes musicais que vi (THE MAN, MEUS AMIGOS), desabafei sobre o transporte coletivo e homenageei os doces esquecidos pela galera.
No BEDA das amigas, teve a Cacá fazendo um tutorial de caligrafia ~falsa~ (porém TOPPER DEMAIS), a Natalia fez um post com joguinhos de celular #top, a Tati falou sobre essa coisa maravilhosa que é ESCREVER, a Isa falou sobre finanças (já que somos todas adultas e responsáveis com nosso dimdim) e o drama de querer estar fit x a dificuldade de navegar na academia, a Ana falou de Downton Abbey num meme (assistam Downton Abbey, se lady Mary não te convenceu deixe a Ana convencer você), e a Mia bateu um papinho sobre fobias e gente escrota. Ufa.
Eu juro que to tentando ler e mimar todo mundo como cês merecem mas estou há quatro horas aqui na frente do pc tirando o atraso do Feedly e lendo uns oitenta posts, e minha cabeça já começa a doer. Perdão. Quem eu esqueci de linkar aqui eu link no próximo post.
Hoje é dia dos pais e aproveitem pra beijar o de vocês e mimá-lo de qualquer maneira que pareça adequada - falando nisso, é o primeiro dia dos pais que posso passar com o meu pai desde que a gente fez as pazes oficialmente. Aproveitem os pais de vocês :)

Eu falei pra você que Hamilton era bom! :) Fico muito feliz que continue ouvindo!
ResponderExcluirE eu acho que você faz certo em colocar limites com os seus pacientes. Não somos responsáveis pelo mundo, só pela nossa própria felicidade. E isso já é responsabilidade o suficiente.
Ai, Manu, esse seu dilema da vida profissional é muito complicado. Entendo tanto você querer ajudar as pessoas mesmo sem os recursos, quanto precisar colocar uns limites para proteger a sua própria saúde. Sinceramente, acho que se a gente não está bem, não consegue ajudar ninguém. Então, os limites são importantes sim e você não deve se sentir mal por impô-los. Não é egoísmo, não é maldade. Fique tranquila em relação a isso.
ResponderExcluirSobre o BEDA: eu tô exausta, morrendo de vontade de largar tudo e correr para as montanhas. Mas, ao mesmo tempo, quero continuar porque acho legal demaaaaaais. O desespero é absurdo, mas é boooooom! SOCORRO!!!
Aliás, aproveito para avisar que tô atrasadíssima com os mimos e que eles chegarão aos poucos ao longo da semana, hehehe! Mas chegarão! <3
EU NÃO ESTAVA ACOMPANHANDO OS LANÇAMENTOS DE THE KILLERS! EU NÃO ACREDITO! RUN FOR COVER MELHOR MÚSICAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
voltei de férias em julho e estou como? QUASE MORRENDO PRECISO DE FÉRIAS MEU DEUS DO CÉU. não consigo conceber essa coisa de trabalho deixar a gente doente, sabe? e tá acontecendo tanto, em tantas áreas diferentes, de tantas formas diferentes, com tanta gente.... ai ai, que deprezinhaa...
ResponderExcluirobrigada pela indicação, sempre <3
EU NÃO SEI SE EU FICO ANIMADA COM O MEU LINK NO SEU POST OU SE EU FICO ANIMADA COM THE KILLER AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHH
ResponderExcluir♥♥♥♥♥♥
Menina, eu só posso dizer que RUN FOR COVER! RUN WHILE YOU CAN BABY DON'T LOOK BACK!!!!!!!!!!!!!!!
A gente tem que cantar essa música um dia num karaokê!!! THE KILLERS TÁ VIVÍSSIMO!
E, olha, eu nem consigo imaginar o que tu passa no trabalho porque já tô exaurida com o serviço público, serviço público + gente doente é um combo que eu nem consigo imaginar. Muita força! Estou mandando good vibes