É o vigésimo quinto de uma sucessão infalível de celebrações anuais – e se, há dez anos, eu tinha expectativas completamente diferentes pra essa pessoa que me tornei com o avançar do calendário (com vinte e cinco anos, adulta sob todas as óticas possíveis, teoricamente dona do próprio nariz), hoje em dia eu ainda fico contente quando encontro algum resquício da Emi que fui numa época em que os famigerados quinze anos se comemoravam acrescentando “depois dos quinze menina vira mulher” (obrigada, Armandinho, por essa quote piegas). Não sobrou muita coisa dessa época além de diários e fotos horrorosas, mixtapes de música japonesa e The Offspring e claro, as fanfics; e o número é menor ainda se eu contasse só as coisas que me orgulho em mostrar pro mundo.
Meu aniversário é uma delas.
Minha mãe sempre adotou o hábito de comemorar a data com uma festa, fosse ela composta por bolo, tubaína e meus padrinhos como únicos convidados (quatro anos) ou com painéis de isopor dos Ursinhos Carinhosos, uma mesa toda decorada de brigadeiro e balas de coco e TODAS as crianças da rua e arredores brincando a tarde inteira (cinco anos). O conceito de comemoração nunca foi muito exigente, mas sempre envolvia algum tipo de presente, comida especial e, talvez, a coisa mais importante: o som da escola que sempre anunciava os aniversariantes do dia e vinha acompanhando um cartão. 24 de abril sempre foi o meu dia – que felizmente nunca precisei dividir com ninguém - aquele em que as pessoas (mesmo as que não gostavam muito de mim) cantavam parabéns e me abraçavam; uma data quase arbitrária, não fosse o fato de que eu estava ali, completando mais uma volta em torno do Sol, e isso aparentemente era muito notável. Comemorar aniversários se tornou uma coisa importante pra mim, ao ponto de que, aos doze anos, eu preenchi a minha agenda anotando com caneta glitter todos os aniversários dos meus colegas de sala, pessoas importantes e as minhas celebridades preferidas. Aquele era o dia especial daquelas pessoas. Elas mereciam ser lembradas, mimadas, celebradas – mesmo das piores formas, como quando a minha turma de melhores-amigas-incríveis decidiu que era uma boa ideia adotar a tradição de ovos com farinha (quinze anos). Eu não tive um baile de debutante, mas convenci minha mãe a abrigar mais seis meninas e abastecê-las com bolo e pizza por uma noite, e foi uma das melhores coisas que aquela Emi dez anos mais nova me proporcionou (embora, é lógico, as fotos sejam do pior naipe possível).
Terminar a escola não me fez dar menos importância pro meu aniversário – eu diria que o efeito foi o contrário, porque me tornar adulta me mostrou, entre outras coisas, que eu definitivamente mereço comemorar mais 365 dias sobrevivendo e, de preferência, com glitter na cara, cantando Queen sem restrições ou com um prato de rissoles só pra mim. Já faz algum tempo que o mundo tenta me dissuadir disso, como no Pior Aniversário de Todos, em que eu passei o dia sozinha numa cidade estranha e chorei a noite toda (vinte e dois), ou aquele em que eu planejei todos os roles possíveis e todo mundo me deixou na mão e eu acabei vomitando num banheiro de um bar idiota (vinte e quatro), mas continuo com essa convicção inabalável de que não estou sendo nem um pouco irracional ao exigir que esse único dia no ano seja meu, pronto pra abrigar todas as sandices que eu conseguir num período de 24 horas e receber atenção ilimitada e mimos das pessoas que me cercam. Esse é o primeiro aniversário que vou passar trabalhando, cercada de colegas que mal me conhecem e uma freguesia muito necessitada de atenção; e mesmo sabendo que não seria ético chegar dizendo que hoje é o meu dia pra cada pessoa que me encontrar, a burocracia da vida adulta não pode me impedir de ser esdrúxula e comemorar comigo mesma um dia aparentemente comum no calendário comercial.
É meu aniversário, cacete.
Eu nunca tive medo de envelhecer e, embora seja muito mais legal a euforia dos 18 anos e muito mais apelativo fazer 22 (segundo a nossa amiga Taylor Swift), descer oficialmente a ladeira dos trinta anos não é algo que eu tenha temido e tentado evitar. É claro que agora e estou numa faixa etária pra qual existem cremes anti-idade e é assustador somar um ano a mais na conta e receber mais um carimbo no passaporte da vida adulta, mostrando que você já não é mais nenhuma caloura nessa montanha russa infernal e deveria ter algum controle sobre essa brincadeira; mas me sinto ansiosa pra dar mais um passeio e descobrir o que é que essa versão com um Quarto de Século (eu estou completando bodas de prata comigo mesma, me sinto numa edição especial) tem pra acrescentar. Estou aqui, olhando pras fotos de aniversários passados, rindo de cortes de cabelo horrorosos e escolhas terríveis de maquiagem e companhias, comemorando o fato de que, a cada 24 de abril que o Sol volta a me encontrar na mesma posição, ele me vê um pouquinho melhor; e penso que se nosso tempo serve como oferenda pros deuses da maturidade emocional, não vejo a hora de fazer 70 anos.
São razões demais pra comemorar, e penso que a principal delas é simplesmente pra se sentir especial. Isso não é bobagem – muito pelo contrário - e eu quero poder fazer isso uma vez por ano sem reprimendas, cercada pelas minhas pessoas favoritas na Terra.
Hoje é meu aniversário - e obrigada pelos parabéns!!
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Top 7: Clássicos aterrorizantes da literatura
*****ALERTA DE BLOGAGEM COLETIVA*****
Desde meus quatro anos de idade, quando comecei a juntar as silabas, me identifico como leitora. Na maior parte do tempo isso é uma coisa maravilhosa e fantástica, que envolve cheirar páginas, fugir da realidade e encontrar frases que resumem a minha vida; mas hora ou outra é uma coisa que me enche de ansiedade: a hora de falar sobre os clássicos - como a minha fonte principal de livros sempre foi a biblioteca da escola, eu cresci lendo a Turma dos Tigres e Os Karas, enquanto os livros de adulto ficavam lá nas prateleiras reservadas aos professores. Quando finalmente chegou a hora de pegar os tais livros de adulto, tudo o que eu sabia sobre eles é que eram difíceis, enormes e cheios de nuances imperceptíveis e inacessíveis aos leigos.
A real é uma só: eu tenho medo de não gostar de TODOS os clássicos. Quando a gente olha pra um livro consagrado, amado, idolatrado, que sobreviveu a séculos e foi adaptado, estudado, dissecado e eleito a síntese de todas as metáforas sobre a condição humana, a leitura dele não pode ser só um momento de lazer, como quando você pegou aquele tal de Harry Potter lá em 1999. Cada página é uma avaliação, pra qual existe uma interpretação e uma opinião certa e milhares de erradas - e quando a Mia sugeriu esse assunto como #pauta do nosso BEDA genérico eu adorei, porque embora eu goste muito de ler, esse blog carece de mais posts sobre o assunto justamente por conta do pavor que sinto de chegar aqui, dar minhas opiniõesde merda sobre a leitura e chegar um Grande Expert Cabeçudo pra apontar meus erros em cada uma. Separei sete dos meus maiores terrores clássicos e vou falar sobre eles aqui, na esperança de que talvez alguém me ajude a superar isso (sem spoilers pelamor):
1. SHAKESPEARE
Em quase 25 anos de vida, o mais perto que cheguei de Shakespeare foi a estátua da Julieta que colocaram em Verona (o que, vejam vocês, é bem longe). Não assisti Romeu e Julieta com Leo DiCaprio, nem li sequer uma daquelas adaptações infantis desse [voz de Faustão] MONSTRO SAGRADO DA LITERATURA UNIVERSAL [/voz de Faustão]. As leituras que costumam me atrair de cara são sempre aquelas que eu não tenho a menor noção do que tratam, e talvez por Shakespeare estar tão presente na cultura atual, passei duas décadas sem dar a menor bola pro rapaz - até agora. Morro de medo de tropeçar no vocabulário arcaico e de decepcionar a raça humana e não entender nada do que dizem que as obras dele transbordam.
2. O Grande Gatsby
Pouco antes da adaptação pro cinema sair, eu estava começando a ler livros em inglês e resolvi pegar esse na biblioteca. Li poucas páginas e foi um fracasso, e ainda não sei se a culpa foi da minha pouca experiência com clássicos no original ou do meu gosto - o fato é que o filme saiu, todo mundo amou Gatsby, e eu ainda estou aqui com medo do que vou achar e se minha opinião vai discordar da da galera. Eu queria tanto gostar desse livro que recentemente até comprei uma edição de luxo pra que ela me forneça um incentivo a mais HAHAHAHAHAH.
3. Hemingway
Todo mundo fala maravilhas desse homem, elogia a sua escrita, fala sobre a vida turbulenta dele e o seu comportamento - e talvez seja essa a fonte do terror que sinto diante dos livros dele. Hemingway me parece (tudo aqui é baseado em impessões malucas e muito frágeis) um autor que fala sobre coisas muito distantes de mim e com potencial pra me causar um estranhamento muito grande, então estamos à distância e não tenho a menor previsão de quando conseguirei vencer esse medo.
4. O Apanhador no Campo de Centeio
Outro livro que todo mundo ama e idolatra e eu desconfio que vou ser a #diferentona, pelo simples fato de que livros de coming of age não fazem tanto sentido depois que a gente chega numa certa idade - ou pelo menos me disseram que esse é um livro de coming of age, eu mesma nunca li. O fato é que botei na cabeça que vou detestar Holden Caulfield - risos eternos - e não quero mais uma decepção por odiar mais um dos queridinhos desse país chamado internet.
5. Ensaio Sobre a Cegueira
A Wikipedia informa sobre esse livro: "Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. Nele se descreve uma longa tortura. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências mais dolorosas da minha vida. São 300 páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso." É MOLE OU QUER MAIS????
6. Crime e Castigo
Os russos! Vocês sabem do que estou falando, minha gente. Ri muito quando, conversando com as meninas sobre esse post, encontrei Crime e Castigo na lista delas também - o que serve muito bem pra ilustrar o medo que nós, mocinhas criadas com boas doses de YA, sentimos diante desses romances imensos com protagonistas de nomes idem. Não sei como e nem por que, mas enfiaram na minha cabeça que os tais russos são inacessíveis e são necessários anos de graduação, pós graduação e uma temporada por lá pra ficar íntimo de Dostô. Um dia eu adoraria lê-lo, mas coloco isso como uma meta pro futuro. Um futuro beeeeem distante.
7. Grande Sertão: Veredas
As pessoas AMAM Guimarães Rosa. As pessoas cunharam um adjetivo com o nome desse cara pra descrever características literárias da obra dele - que eu não sei quais são, porque nunca as li. As pessoas saem falando da genialidade dele, do vocabulário único, e eu só sinto arrepios na espinha porque só Deus sabe a dificuldade que tenho com gente que ~inventa~ palavras - ler 1984 foi um calvário e eu não faço ideia de como pude gostar de Laranja Mecânica. Meu conhecimento dos clássicos nacionais é muito pequeno pro meu gosto e eu morro de vontade de ler esse livro, mas ao mesmo tempo, também morro de medo - e não é nem de não gostar, e sim de não conseguir entender patavina e ficar sem apreciar toda essa genialidade.
Desde meus quatro anos de idade, quando comecei a juntar as silabas, me identifico como leitora. Na maior parte do tempo isso é uma coisa maravilhosa e fantástica, que envolve cheirar páginas, fugir da realidade e encontrar frases que resumem a minha vida; mas hora ou outra é uma coisa que me enche de ansiedade: a hora de falar sobre os clássicos - como a minha fonte principal de livros sempre foi a biblioteca da escola, eu cresci lendo a Turma dos Tigres e Os Karas, enquanto os livros de adulto ficavam lá nas prateleiras reservadas aos professores. Quando finalmente chegou a hora de pegar os tais livros de adulto, tudo o que eu sabia sobre eles é que eram difíceis, enormes e cheios de nuances imperceptíveis e inacessíveis aos leigos.
A real é uma só: eu tenho medo de não gostar de TODOS os clássicos. Quando a gente olha pra um livro consagrado, amado, idolatrado, que sobreviveu a séculos e foi adaptado, estudado, dissecado e eleito a síntese de todas as metáforas sobre a condição humana, a leitura dele não pode ser só um momento de lazer, como quando você pegou aquele tal de Harry Potter lá em 1999. Cada página é uma avaliação, pra qual existe uma interpretação e uma opinião certa e milhares de erradas - e quando a Mia sugeriu esse assunto como #pauta do nosso BEDA genérico eu adorei, porque embora eu goste muito de ler, esse blog carece de mais posts sobre o assunto justamente por conta do pavor que sinto de chegar aqui, dar minhas opiniões
1. SHAKESPEARE
Em quase 25 anos de vida, o mais perto que cheguei de Shakespeare foi a estátua da Julieta que colocaram em Verona (o que, vejam vocês, é bem longe). Não assisti Romeu e Julieta com Leo DiCaprio, nem li sequer uma daquelas adaptações infantis desse [voz de Faustão] MONSTRO SAGRADO DA LITERATURA UNIVERSAL [/voz de Faustão]. As leituras que costumam me atrair de cara são sempre aquelas que eu não tenho a menor noção do que tratam, e talvez por Shakespeare estar tão presente na cultura atual, passei duas décadas sem dar a menor bola pro rapaz - até agora. Morro de medo de tropeçar no vocabulário arcaico e de decepcionar a raça humana e não entender nada do que dizem que as obras dele transbordam.
2. O Grande Gatsby
Pouco antes da adaptação pro cinema sair, eu estava começando a ler livros em inglês e resolvi pegar esse na biblioteca. Li poucas páginas e foi um fracasso, e ainda não sei se a culpa foi da minha pouca experiência com clássicos no original ou do meu gosto - o fato é que o filme saiu, todo mundo amou Gatsby, e eu ainda estou aqui com medo do que vou achar e se minha opinião vai discordar da da galera. Eu queria tanto gostar desse livro que recentemente até comprei uma edição de luxo pra que ela me forneça um incentivo a mais HAHAHAHAHAH.
3. Hemingway
Todo mundo fala maravilhas desse homem, elogia a sua escrita, fala sobre a vida turbulenta dele e o seu comportamento - e talvez seja essa a fonte do terror que sinto diante dos livros dele. Hemingway me parece (tudo aqui é baseado em impessões malucas e muito frágeis) um autor que fala sobre coisas muito distantes de mim e com potencial pra me causar um estranhamento muito grande, então estamos à distância e não tenho a menor previsão de quando conseguirei vencer esse medo.
4. O Apanhador no Campo de Centeio
Outro livro que todo mundo ama e idolatra e eu desconfio que vou ser a #diferentona, pelo simples fato de que livros de coming of age não fazem tanto sentido depois que a gente chega numa certa idade - ou pelo menos me disseram que esse é um livro de coming of age, eu mesma nunca li. O fato é que botei na cabeça que vou detestar Holden Caulfield - risos eternos - e não quero mais uma decepção por odiar mais um dos queridinhos desse país chamado internet.
5. Ensaio Sobre a Cegueira
A Wikipedia informa sobre esse livro: "Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. Nele se descreve uma longa tortura. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências mais dolorosas da minha vida. São 300 páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso." É MOLE OU QUER MAIS????
6. Crime e Castigo
Os russos! Vocês sabem do que estou falando, minha gente. Ri muito quando, conversando com as meninas sobre esse post, encontrei Crime e Castigo na lista delas também - o que serve muito bem pra ilustrar o medo que nós, mocinhas criadas com boas doses de YA, sentimos diante desses romances imensos com protagonistas de nomes idem. Não sei como e nem por que, mas enfiaram na minha cabeça que os tais russos são inacessíveis e são necessários anos de graduação, pós graduação e uma temporada por lá pra ficar íntimo de Dostô. Um dia eu adoraria lê-lo, mas coloco isso como uma meta pro futuro. Um futuro beeeeem distante.
7. Grande Sertão: Veredas
As pessoas AMAM Guimarães Rosa. As pessoas cunharam um adjetivo com o nome desse cara pra descrever características literárias da obra dele - que eu não sei quais são, porque nunca as li. As pessoas saem falando da genialidade dele, do vocabulário único, e eu só sinto arrepios na espinha porque só Deus sabe a dificuldade que tenho com gente que ~inventa~ palavras - ler 1984 foi um calvário e eu não faço ideia de como pude gostar de Laranja Mecânica. Meu conhecimento dos clássicos nacionais é muito pequeno pro meu gosto e eu morro de vontade de ler esse livro, mas ao mesmo tempo, também morro de medo - e não é nem de não gostar, e sim de não conseguir entender patavina e ficar sem apreciar toda essa genialidade.
Tag noveleira
Essa tag importantíssima sobre esse patrimônio cultural nacional foi feita pela Analu e pela Anna Vitória, e eu planejo responder ela aqui há um tempão, pra compartilhar minhas opiniões igualmente importantes sobre o assunto com vocês.
Minha relação com novelas não é nem de amor nem de ódio; muito pelo contrário, risos. Cresci acompanhando todas religiosamente por escolha da minha mãe, que vive até hoje com a TV ligada; até chegar num ponto em fiquei presa na internet e suas milhares de atividades e sentar num sofá por algumas horas não era nem de longe tão divertido quanto costumava ser. Mesmo sem ter paciência pra acompanhar diariamente e me irritando com o maniqueísmo dos personagens, os plots manjadíssimos e uns absurdos que nenhuma licença poética salva, ainda não consigo passar pela tv sem perguntar "quem é fulano?" "o que ele tá fazendo aí?" e formar opinião sobre todos os personagens. Quando vi, já to acompanhando todas por tabela, tendo assistido a um total aproximado de cinco horas e coletado todas as informações restantes com a minha mãe e o gshow.
1) Qual a primeira novela que você assistiu?
Definitivamente não sei. É possível que, tendo a mãe que tenho, eu assista novelas desde que nasci, mas a mais antiga da qual eu tenho memória é Explode Coração (1995). Eu brincava de ser a Dara e obviamente tinha uma paixão no Cigano Igor. Mais alguém tinha paixão no Cigano Igor???? HAHAHAHHA.
2) Qual novela você lembra de ter rolado o melhor frisson coletivo?
Acho que foi Caminho das Índias, em que todo mundo que eu conhecia adotou as gírias da novela.
3) Qual seu autor favorito?
BENEDITO RUY BARBOSAAAAA, sem sombra de dúvidas, com caps lock assim mesmo. Esse homem é o único caba que faz novelas fora do eixão Rio-São Paulo, sempre aborda algum tema diferente e consegue prender minha atenção toda vez, não importa como. AMOR SINCERO.
4) Novela mais irritante que você acompanhou mesmo odiando
Geração Brasil foi HORROROSA e eu acompanhei porque sempre acompanho novelas das 7, já que aqui em casa temos o costume de jantar com a tv ligada. Não teve UM bom ator que se salvou naquela história, todo mundo era caricato e tosco e o plot era uma grande balela.
5) Uma novela que todo mundo amou menos você e uma novela que todo mundo odiou menos você
Desculpa, internet: Eu odiei Cheias de Charme. A Chayenne me dava uma vontade sincera de morrer, Cida era uma coitada previsível, Sandro está no meu top 10 piores personagens da vida, as músicas eram uó, etc etc. As únicas coisas que salvavam esse barco eram os personagens secundários. Por outro lado, adorei Boogie Oogie com todas as minhas forças, por motivos de Bianca Bin, Isis Valverde e Marco Pigossi tudo junto no triângulo amoroso principal e ambientação anos 70. A trama era uma porcaria, mas pra que trama com tudo isso????
6) Melhor plot
Gente???? É MUITO DIFÍCIL ELEGER UM SÓ ASSIM HAHAHAHA até porque, convenhamos, as novelas da Globo não são as campeãs no assunto trama boa e bem-construída. Acho que vou roubar nessa resposta e usar as 'novelas das onze' aqui, que eu sempre considero como minisséries (e dificilmente assisto) pra poder responder Verdades Secretas. Não assisti inteira, não gostei muito, mas convenhamos: ERA CADA REVIRAVOLTA NAQUILO - achei surpreendente, tão bom que nem parecia novela da Globo RISOS.
7) Melhor Zé Mayer
Nunca comprei os papéis de garanhão sex symbol do Zé Mayer, então acho que meus únicos preferidos possíveis são o mozão Dirceu de Castro (Senhora do Destino) ou Tião Bezerra (A Lei do Amor), um cara odioso obcecado com um pé na bunda de uma pessoa igualmente odiosa que ele levou há trinta anos.
8) Top 3 casais
Top 3 casais dos quais eu me lembro: Cabeção e Miyuki (Malhação), Grego e Margot (I Love Paraisópolis), Bento e Beatriz (Velho Chico). Eu não gosto muito dos casais principais, mas toda novela dou conta de arrumar um casal pra shippar - por isso mesmo essa resposta pode variar com as próximas produções.
9) Top 3 vilãs
Nazaré Tedesco e Paola Bracho são praticamente hors concours aqui, então eu elegi Sílvia (Duas Caras), por ser uma maluca de primeira, descontrolada e capaz de qualquer coisa (inclusive ameaçar crianças, socorro); Atena (A Regra do Jogo) por ser igualmente linda e doida da cabeça, além de ser muito v1dalok4 e ser interpretada pela Giovana Antonelli, que eu amo demais e nem fiquei braba por ela não ter tido o final horrível que espero sempre; Félix, por ser o vilão mais debochado do século e pisar na Paola Oliveira. Eu não curto muito vilões calculistas e maquiavélicos, gente - gosto de gente DOIDA.
10) Novela de roça favorita
O REI DO GADO!!!!! Não só é minha novela de roça favorita como é minha novela favorita DA VIDA, e enquanto todo mundo reclamou da reprise eu programava minhas atividades em função do Vale a Pena Ver de Novo. Por onde começar???? Tem colono italiano, tem amor proibido à la Romeu e Julieta, tem uma Cinderela do cafezal, tem discussão sobre movimento sem-terra e trabalho agrícola, tem vilã maluca com amante perigoso, tem Fagundão, uma abertura fantástica e o melhor final de todos os tempos. Juro, por mim passava O Rei do Gado o ano inteiro.
11) Top 3 crushes
Grego (I love Paraisópolis), Matteo (Terra Nostra) e Zeca (O Beijo do Vampiro) - o primeiro porque NÃO RESISTO a um bandido com coração mole, o segundo porque Thiago Lacerda em 1998 era um dos rostinhos mais bonitos da tv e ainda usava traje de época e suspensórios e o terceiro porque, bom, quem não tinha crush no Kayky Brito em 2002????
12) Troféu Maneco
ODEIO NOVELAS DO MANECO!!!!! Meu Deus, vocês não imaginam a minha felicidade de não ter mais de encontrar as personagens ridículas desse homem de noite na tv; pra mim ele é o expoente das programações longe da realidade, contando as mesmas histórias de amor e drama de gente branca e carioca e que nunca precisou bater cartão na vida. Ele aborda muito bem as polêmicas e faz bons dramas, mas isso precisa mesmo ser feito repetindo o mesmo nome de protagonista e reciclando o mesmo cenário? Bleh.
Se eu fosse escolher uma, acho que seria Laços de Família, porque a cena do corte de cabelo da Camila me causa feelings até hoje.
13) Melhor bordão
EU SOU RYCAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!
Esse é de longe meu preferido e mais usado, mas até hoje eu ainda uso "cada mergulho é um flash", "o tempo ruge e a Sapucaí é grande" e "tô certo ou tô errado" (e eu nem vi Roque Santeiro).
14) Melhor mistério
QUEM ERA O CADEIRUDO????? A solução do mistério foi ridícula, mas a tensão pra descobrir quem diacho era esse cara foi memorável demais.
15) Troféu nunca te vi, sempre te amei
Eu queria muito ter visto Vale Tudo, tanto pelo magnetismo do mistério Odete Roitman, quanto pelo tema.
16) Novela antiga que você queria que fizessem um remake
Não sei?? Não gosto muito de releituras de nada, mas talvez Rainha da Sucata? É outra novela que eu gostaria de poder ter visto.
17) Novela mexicana favorita
Eu adorava as novelinhas do SBT quando era criança e assisti várias, mas acho que a minha preferida foi mesmo O Diário de Daniela. Falando de novelas adultas, não posso deixar de mencionar o clichezão A Usurpadora (que é clichê porque é ÓTIMA, Digníssimo viu o primeiro episódio esses dias e adorou) (tem no Netflix fikdik) e Rebeldes, da qual nunca fui fã doida mas devo dizer que a história era O MÁXIMO pro público adolescente.
Acho que a Globo tem minisséries excelentes, mas se eu não consigo acompanhar diariamente a novelinha das 7, quem dirá uma novela que começa às 11 da noite. Dentre as poucas que pude ver, acho que Gabriela foi a minha preferida (Juliana Paes te amo).
19) Top 3 músicas de abertura chiclete
OI OI OI OI OI OI
Vem Dançar Kuduro (Avenida Brasil), Ex My Love (Cheias de Charme) e Kubanacan, el misterioso país del amoooooooooor são as três primeiras desse meu ranking.
20) Música tema de casal ou trilha sonora favorita
UMA SÓ???? Gente, não sei. Vou citar a abertura de Terra Nostra, porque acabei de assistir o vídeo e essa música ainda me causa ARREPIOS.
21) Favorita das 6, das 7 e das 8
Essa pergunta repete todas as novelas favoritas da vida (cuja resposta tá ali no final): Chocolate com Pimenta é a mais fofinha dentre as novelas fofinhas e de época, embora a competição seja acirrada com Êta Mundo Bão. Eu costumo ver muito as novelas das 7, mas poucas delas me causam sentimentos bons, e nesse ranking de poucas o remake de Ti Ti Ti tá em primeiro - falando de moda, cheia de atores que eu gosto, um núcleo suburbano realista e VITOR VALENTIM. A melhor novela das 8 é obviamente O Rei do Gado - VEJAM O REI DO GADO BJS.
22) Melhor mocinha e protagonista mais irritante
A protagonista mais irritante na minha opinião é a Paola Oliveira naquela novela do Félix, por motivos de ODEIO AS PERSONAGENS DA PAOLA OLIVEIRA e naquela novela ela era insuperável.
Como a melhor protagonista, talvez eu escolha a Jade? O Clone nem é uma das minhas novelas favoritas, mas a Giovana Antonelli é um #mozão e eu adorava a Jade demais.
23) Novela subestimada
Totalmente Demais. Eu sei, foi uma novela das sete bem bobinha e água-com-açúcar em muitos aspectos, rolou muito clichê, e teve a menina Ruivarbosa (que tanta gente ama ou odeia com vigor), mas amei demais Elisa e Carolina, duas personagens femininas extremamente donas de si pros padrões globais de novela.
24) Ator mirim mais irritante
Bruna Marquezine. Menina Salete deve ter sido a pior personagem criança da Globo.
25) Novela que sua mãe não deixava você ver
Nenhuma, ou ela assistia comigo ou a gente não via.
26) Novela que você se arrepende de não ter visto
Avenida Brasil. Eu ainda estudava e lá na antiga república eu não tinha o hábito de ver novela, então passou batido e eu só fui mesmo entender como essa novela foi massa no final. SEMPRE TEM O VALE A PENA VER DE NOVO NÉ
27) Se pudesse escolher um papel pra interpretar em qualquer novela, qual seria?
Giuliana, de Terra Nostra. Amo novela de época, novela de roça e mocinhas sofredoras, e Giuliana é isso tudo, com o bônus de falar italiano (global, é verdade, mas ainda assim).
28) Top 3 Malhação
A temporada da Vagabanda (2004) foi fenomenal, com todos os clichês que a gente ama; e o segundo lugar é pra temporada da turma da Ribalta (2014), que mesmo tendo assistido com vinte e poucos anos na cara eu consegui me identificar e adorar o carisma dos personagens. O terceiro lugar talvez eu dê pra essa temporada atual? Não acompanho direito, mas volta e meia vejo que tem uns barracos e adoro.
29) Moda de novela que você aderiu
Eu tava quase respondendo nenhuma, mas lembro que quando eu era criança, minha mãe fez pra mim duas blusinhas da Babalu em Quatro por Quatro e eu ADORAVA!!! HAHAHAHA
30) Top 5 novelas da vida
O Rei do Gado, Terra Nostra, Chocolate com Pimenta, Ti Ti Ti (o remake de 2010) e O Beijo do Vampiro. ASSISTAM O REI DO GADO BJS FLW VLW
Minha relação com novelas não é nem de amor nem de ódio; muito pelo contrário, risos. Cresci acompanhando todas religiosamente por escolha da minha mãe, que vive até hoje com a TV ligada; até chegar num ponto em fiquei presa na internet e suas milhares de atividades e sentar num sofá por algumas horas não era nem de longe tão divertido quanto costumava ser. Mesmo sem ter paciência pra acompanhar diariamente e me irritando com o maniqueísmo dos personagens, os plots manjadíssimos e uns absurdos que nenhuma licença poética salva, ainda não consigo passar pela tv sem perguntar "quem é fulano?" "o que ele tá fazendo aí?" e formar opinião sobre todos os personagens. Quando vi, já to acompanhando todas por tabela, tendo assistido a um total aproximado de cinco horas e coletado todas as informações restantes com a minha mãe e o gshow.
1) Qual a primeira novela que você assistiu?
Definitivamente não sei. É possível que, tendo a mãe que tenho, eu assista novelas desde que nasci, mas a mais antiga da qual eu tenho memória é Explode Coração (1995). Eu brincava de ser a Dara e obviamente tinha uma paixão no Cigano Igor. Mais alguém tinha paixão no Cigano Igor???? HAHAHAHHA.
2) Qual novela você lembra de ter rolado o melhor frisson coletivo?
Acho que foi Caminho das Índias, em que todo mundo que eu conhecia adotou as gírias da novela.
3) Qual seu autor favorito?
BENEDITO RUY BARBOSAAAAA, sem sombra de dúvidas, com caps lock assim mesmo. Esse homem é o único caba que faz novelas fora do eixão Rio-São Paulo, sempre aborda algum tema diferente e consegue prender minha atenção toda vez, não importa como. AMOR SINCERO.
4) Novela mais irritante que você acompanhou mesmo odiando
Geração Brasil foi HORROROSA e eu acompanhei porque sempre acompanho novelas das 7, já que aqui em casa temos o costume de jantar com a tv ligada. Não teve UM bom ator que se salvou naquela história, todo mundo era caricato e tosco e o plot era uma grande balela.
5) Uma novela que todo mundo amou menos você e uma novela que todo mundo odiou menos você
Desculpa, internet: Eu odiei Cheias de Charme. A Chayenne me dava uma vontade sincera de morrer, Cida era uma coitada previsível, Sandro está no meu top 10 piores personagens da vida, as músicas eram uó, etc etc. As únicas coisas que salvavam esse barco eram os personagens secundários. Por outro lado, adorei Boogie Oogie com todas as minhas forças, por motivos de Bianca Bin, Isis Valverde e Marco Pigossi tudo junto no triângulo amoroso principal e ambientação anos 70. A trama era uma porcaria, mas pra que trama com tudo isso????
6) Melhor plot
Gente???? É MUITO DIFÍCIL ELEGER UM SÓ ASSIM HAHAHAHA até porque, convenhamos, as novelas da Globo não são as campeãs no assunto trama boa e bem-construída. Acho que vou roubar nessa resposta e usar as 'novelas das onze' aqui, que eu sempre considero como minisséries (e dificilmente assisto) pra poder responder Verdades Secretas. Não assisti inteira, não gostei muito, mas convenhamos: ERA CADA REVIRAVOLTA NAQUILO - achei surpreendente, tão bom que nem parecia novela da Globo RISOS.
7) Melhor Zé Mayer
Nunca comprei os papéis de garanhão sex symbol do Zé Mayer, então acho que meus únicos preferidos possíveis são o mozão Dirceu de Castro (Senhora do Destino) ou Tião Bezerra (A Lei do Amor), um cara odioso obcecado com um pé na bunda de uma pessoa igualmente odiosa que ele levou há trinta anos.
8) Top 3 casais
Top 3 casais dos quais eu me lembro: Cabeção e Miyuki (Malhação), Grego e Margot (I Love Paraisópolis), Bento e Beatriz (Velho Chico). Eu não gosto muito dos casais principais, mas toda novela dou conta de arrumar um casal pra shippar - por isso mesmo essa resposta pode variar com as próximas produções.
9) Top 3 vilãs
Nazaré Tedesco e Paola Bracho são praticamente hors concours aqui, então eu elegi Sílvia (Duas Caras), por ser uma maluca de primeira, descontrolada e capaz de qualquer coisa (inclusive ameaçar crianças, socorro); Atena (A Regra do Jogo) por ser igualmente linda e doida da cabeça, além de ser muito v1dalok4 e ser interpretada pela Giovana Antonelli, que eu amo demais e nem fiquei braba por ela não ter tido o final horrível que espero sempre; Félix, por ser o vilão mais debochado do século e pisar na Paola Oliveira. Eu não curto muito vilões calculistas e maquiavélicos, gente - gosto de gente DOIDA.
10) Novela de roça favorita
O REI DO GADO!!!!! Não só é minha novela de roça favorita como é minha novela favorita DA VIDA, e enquanto todo mundo reclamou da reprise eu programava minhas atividades em função do Vale a Pena Ver de Novo. Por onde começar???? Tem colono italiano, tem amor proibido à la Romeu e Julieta, tem uma Cinderela do cafezal, tem discussão sobre movimento sem-terra e trabalho agrícola, tem vilã maluca com amante perigoso, tem Fagundão, uma abertura fantástica e o melhor final de todos os tempos. Juro, por mim passava O Rei do Gado o ano inteiro.
11) Top 3 crushes
Grego (I love Paraisópolis), Matteo (Terra Nostra) e Zeca (O Beijo do Vampiro) - o primeiro porque NÃO RESISTO a um bandido com coração mole, o segundo porque Thiago Lacerda em 1998 era um dos rostinhos mais bonitos da tv e ainda usava traje de época e suspensórios e o terceiro porque, bom, quem não tinha crush no Kayky Brito em 2002????
12) Troféu Maneco
ODEIO NOVELAS DO MANECO!!!!! Meu Deus, vocês não imaginam a minha felicidade de não ter mais de encontrar as personagens ridículas desse homem de noite na tv; pra mim ele é o expoente das programações longe da realidade, contando as mesmas histórias de amor e drama de gente branca e carioca e que nunca precisou bater cartão na vida. Ele aborda muito bem as polêmicas e faz bons dramas, mas isso precisa mesmo ser feito repetindo o mesmo nome de protagonista e reciclando o mesmo cenário? Bleh.
Se eu fosse escolher uma, acho que seria Laços de Família, porque a cena do corte de cabelo da Camila me causa feelings até hoje.
13) Melhor bordão
EU SOU RYCAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!
Esse é de longe meu preferido e mais usado, mas até hoje eu ainda uso "cada mergulho é um flash", "o tempo ruge e a Sapucaí é grande" e "tô certo ou tô errado" (e eu nem vi Roque Santeiro).
14) Melhor mistério
QUEM ERA O CADEIRUDO????? A solução do mistério foi ridícula, mas a tensão pra descobrir quem diacho era esse cara foi memorável demais.
15) Troféu nunca te vi, sempre te amei
Eu queria muito ter visto Vale Tudo, tanto pelo magnetismo do mistério Odete Roitman, quanto pelo tema.
16) Novela antiga que você queria que fizessem um remake
Não sei?? Não gosto muito de releituras de nada, mas talvez Rainha da Sucata? É outra novela que eu gostaria de poder ter visto.
17) Novela mexicana favorita
Eu adorava as novelinhas do SBT quando era criança e assisti várias, mas acho que a minha preferida foi mesmo O Diário de Daniela. Falando de novelas adultas, não posso deixar de mencionar o clichezão A Usurpadora (que é clichê porque é ÓTIMA, Digníssimo viu o primeiro episódio esses dias e adorou) (tem no Netflix fikdik) e Rebeldes, da qual nunca fui fã doida mas devo dizer que a história era O MÁXIMO pro público adolescente.
Paola e Paulina moldaram meu caráter
18) Minissérie/novela das 11 favoritaAcho que a Globo tem minisséries excelentes, mas se eu não consigo acompanhar diariamente a novelinha das 7, quem dirá uma novela que começa às 11 da noite. Dentre as poucas que pude ver, acho que Gabriela foi a minha preferida (Juliana Paes te amo).
19) Top 3 músicas de abertura chiclete
OI OI OI OI OI OI
Vem Dançar Kuduro (Avenida Brasil), Ex My Love (Cheias de Charme) e Kubanacan, el misterioso país del amoooooooooor são as três primeiras desse meu ranking.
20) Música tema de casal ou trilha sonora favorita
UMA SÓ???? Gente, não sei. Vou citar a abertura de Terra Nostra, porque acabei de assistir o vídeo e essa música ainda me causa ARREPIOS.
21) Favorita das 6, das 7 e das 8
Essa pergunta repete todas as novelas favoritas da vida (cuja resposta tá ali no final): Chocolate com Pimenta é a mais fofinha dentre as novelas fofinhas e de época, embora a competição seja acirrada com Êta Mundo Bão. Eu costumo ver muito as novelas das 7, mas poucas delas me causam sentimentos bons, e nesse ranking de poucas o remake de Ti Ti Ti tá em primeiro - falando de moda, cheia de atores que eu gosto, um núcleo suburbano realista e VITOR VALENTIM. A melhor novela das 8 é obviamente O Rei do Gado - VEJAM O REI DO GADO BJS.
22) Melhor mocinha e protagonista mais irritante
A protagonista mais irritante na minha opinião é a Paola Oliveira naquela novela do Félix, por motivos de ODEIO AS PERSONAGENS DA PAOLA OLIVEIRA e naquela novela ela era insuperável.
Como a melhor protagonista, talvez eu escolha a Jade? O Clone nem é uma das minhas novelas favoritas, mas a Giovana Antonelli é um #mozão e eu adorava a Jade demais.
23) Novela subestimada
Totalmente Demais. Eu sei, foi uma novela das sete bem bobinha e água-com-açúcar em muitos aspectos, rolou muito clichê, e teve a menina Ruivarbosa (que tanta gente ama ou odeia com vigor), mas amei demais Elisa e Carolina, duas personagens femininas extremamente donas de si pros padrões globais de novela.
24) Ator mirim mais irritante
Bruna Marquezine. Menina Salete deve ter sido a pior personagem criança da Globo.
25) Novela que sua mãe não deixava você ver
Nenhuma, ou ela assistia comigo ou a gente não via.
26) Novela que você se arrepende de não ter visto
Avenida Brasil. Eu ainda estudava e lá na antiga república eu não tinha o hábito de ver novela, então passou batido e eu só fui mesmo entender como essa novela foi massa no final. SEMPRE TEM O VALE A PENA VER DE NOVO NÉ
27) Se pudesse escolher um papel pra interpretar em qualquer novela, qual seria?
Giuliana, de Terra Nostra. Amo novela de época, novela de roça e mocinhas sofredoras, e Giuliana é isso tudo, com o bônus de falar italiano (global, é verdade, mas ainda assim).
28) Top 3 Malhação
A temporada da Vagabanda (2004) foi fenomenal, com todos os clichês que a gente ama; e o segundo lugar é pra temporada da turma da Ribalta (2014), que mesmo tendo assistido com vinte e poucos anos na cara eu consegui me identificar e adorar o carisma dos personagens. O terceiro lugar talvez eu dê pra essa temporada atual? Não acompanho direito, mas volta e meia vejo que tem uns barracos e adoro.
29) Moda de novela que você aderiu
Eu tava quase respondendo nenhuma, mas lembro que quando eu era criança, minha mãe fez pra mim duas blusinhas da Babalu em Quatro por Quatro e eu ADORAVA!!! HAHAHAHA
30) Top 5 novelas da vida
O Rei do Gado, Terra Nostra, Chocolate com Pimenta, Ti Ti Ti (o remake de 2010) e O Beijo do Vampiro. ASSISTAM O REI DO GADO BJS FLW VLW
Top 7 galãs das antigas
Uma prova de que eu TARDO MAS NÃO FALHO - prometi esse post no Twitter no ano de 2016, e vejam só, depois de muita enrolação, ele chegou pra abrilhantar a nossa vida com certos rostinhos muito bem conservados. Demorei horrores, parte pela procrastinação e parte porque não foi nem um pouco fácil eleger os melhores gatinhos de décadas passadas pra figurar aqui, mas finalmente estou pronta pra compartilhar minhas maiores crushes que o vento tempo levou.
Vejam bem: esse não é um top tiozões, porque eu não tenho um top tiozões. É um top melhores belezas que o tempo levou. Um top gatos do tempo das nossas mães. Um top PÃES (é essa a gíria antiga pra gatinhos?) É também um lembrete cruel de que o tempo passa pra todo mundo e, se até a sua crush da oitava série embarangou, engordou e parece um boi, o gatinho de hoje pode não chegar aos 50 tão bem quanto a gente imagina. VAMOS AOS BROTOS:
7: Al Pacino

Era de ouro: anos 70/80
Fui procurar "Al Pacino 2017" no Google e levei um susto com o estrago que esse homem sofreu com o passar dos anos, mas O Poderoso Chefão tá aí pra lembrar a gente de quão gracinha é Michael Corleone. Al Pacino não é um galã óbvio, com uma beleza absurda; mas tem seu charme sério e cheio de brilhantina no cabelo. Como ele envelheceu de um jeito tao ruim???? Não sei, mas sempre temos O Poderoso Chefão pra lembrar que vilões podem ser muito formosos sim (ou Scarface, caso você prefira um vilão sem catiguria).
6: Marlon Brando
Era de ouro: anos 50
Mais um ponto pro elenco de O Poderoso Chefão, embora não seja muito fácil perceber isso olhando pra Don Vito Corleone. Marlon Brando arrasou uns corações algumas décadas antes da gente nascer, beijou todo tipo de pessoas, causou polêmicas, tinha fama de bad boy, mas precisamos concordar: ele era bonitão. Vale a pena ter o coração quebrado pela chance de pegar nesses bíceps? Talvez sua avó ache que sim.
5: Axl Rose

Era de ouro: anos 80/90
Axl é o nosso príncipe dos anos 90, e que nem estaria tão velho assim pra estar aqui, não fosse o salto no tempo deste homem. O sonho de todas as meninas que adoram esse ar rebelde-grunge-cabeludo, meio andrógino e com o cabelo melhor do que 100% delas envelheceu assustadoramente mal; e por isso acho que o Axl do passado merece essa homenagem. Esse rostinho de neném e essas cabelas maravilhosas são bem difíceis de resistir.
4: Clint Eastwood

Era de ouro: anos 50
Vocês sabiam que o Clint Eastwood tem um filho bonito? O Clint Eastwood tem um filho bonito pra chuchu. Quando a internet descobriu isso, começou um falatório danado comparando os dois: a beleza do passado versus a do presente, e devo dizer que pra mim, o original é bem mais bonito. Clint nasceu em 1930 e hoje em dia talvez seja só um velhinho com cara de brabo, mas ainda bem que o Google existe pra nos mostrar que as nossas avós tinham bom gosto.
3: Harrison Ford
Era de ouro: anos 70/80
Segundo o Digníssimo, Star Wars é uma grande treta de família que envolve toda a galáxia. Eu demorei um bom tempo pra assistir e me render à saga; mas quando isso aconteceu, eu devo admitir que boa parte da motivação tinha a ver com Han Solo - e ouso dizer que 90% das fãs concordam comigo. Salvar a galáxia é demais, a princesa Leia dominou nossos corações e virou uma ídola de primeira, mas Harrison Ford sozinho e sendo ele mesmo é muitas vezes o espetáculo principal. Enfim, contra fatos não há argumentos - eu não fiz essas montagens à toa, OLHEM E ME DIGAM VOCÊS MESMAS.
2: Bruce Springsteen

Era de ouro: anos 80
Uma bela noite de fevereiro eu estava vendo vídeos no YouTube e assisti ao clipe de Dancing in the Dark e vi o jovem Bruce pela primeira vez. Foi assim. Paixão fulminante.
Esse olhar constantemente chapado. Essa barba horrível. Esse cabelo que passava semanas sem ver um pente. Chegamos àquela parte da lista em que eu nem sei mais argumentar com vocês, porque meus hormônios falam mais alto e eu só sei dizer DEIXA EU SER A MÃE DOS SEUS FILHOSSSSSSS - socorro.

1: David Gilmour
Era de ouro: anos 70/80
Já comentei em algum lugar desse blog que esse homem é um mozão, só não comentei o TAMANHO do amor que sinto por esse rostinho eternamente conservado por chapas tiradas nos anos 70. Eu nem sou fã de cabeludo, mas é impossível dizer que isso é um defeito - diria, inclusive, que é a melhor qualidade deste homem juntamente com os talentos na guitarra.
Se algum dia eu encontrar uma máquina do tempo que me leve pra longe, certamente irei pra um show do Pink Floyd jogar minha calcinha no palco, no melhor espírito show do Wando. No regrets.
Vejam bem: esse não é um top tiozões, porque eu não tenho um top tiozões. É um top melhores belezas que o tempo levou. Um top gatos do tempo das nossas mães. Um top PÃES (é essa a gíria antiga pra gatinhos?) É também um lembrete cruel de que o tempo passa pra todo mundo e, se até a sua crush da oitava série embarangou, engordou e parece um boi, o gatinho de hoje pode não chegar aos 50 tão bem quanto a gente imagina. VAMOS AOS BROTOS:
7: Al Pacino

Era de ouro: anos 70/80
Fui procurar "Al Pacino 2017" no Google e levei um susto com o estrago que esse homem sofreu com o passar dos anos, mas O Poderoso Chefão tá aí pra lembrar a gente de quão gracinha é Michael Corleone. Al Pacino não é um galã óbvio, com uma beleza absurda; mas tem seu charme sério e cheio de brilhantina no cabelo. Como ele envelheceu de um jeito tao ruim???? Não sei, mas sempre temos O Poderoso Chefão pra lembrar que vilões podem ser muito formosos sim (ou Scarface, caso você prefira um vilão sem catiguria).
6: Marlon Brando
Era de ouro: anos 50Mais um ponto pro elenco de O Poderoso Chefão, embora não seja muito fácil perceber isso olhando pra Don Vito Corleone. Marlon Brando arrasou uns corações algumas décadas antes da gente nascer, beijou todo tipo de pessoas, causou polêmicas, tinha fama de bad boy, mas precisamos concordar: ele era bonitão. Vale a pena ter o coração quebrado pela chance de pegar nesses bíceps? Talvez sua avó ache que sim.
5: Axl Rose

Era de ouro: anos 80/90
Axl é o nosso príncipe dos anos 90, e que nem estaria tão velho assim pra estar aqui, não fosse o salto no tempo deste homem. O sonho de todas as meninas que adoram esse ar rebelde-grunge-cabeludo, meio andrógino e com o cabelo melhor do que 100% delas envelheceu assustadoramente mal; e por isso acho que o Axl do passado merece essa homenagem. Esse rostinho de neném e essas cabelas maravilhosas são bem difíceis de resistir.
4: Clint Eastwood

Era de ouro: anos 50
Vocês sabiam que o Clint Eastwood tem um filho bonito? O Clint Eastwood tem um filho bonito pra chuchu. Quando a internet descobriu isso, começou um falatório danado comparando os dois: a beleza do passado versus a do presente, e devo dizer que pra mim, o original é bem mais bonito. Clint nasceu em 1930 e hoje em dia talvez seja só um velhinho com cara de brabo, mas ainda bem que o Google existe pra nos mostrar que as nossas avós tinham bom gosto.
3: Harrison Ford
Era de ouro: anos 70/80Segundo o Digníssimo, Star Wars é uma grande treta de família que envolve toda a galáxia. Eu demorei um bom tempo pra assistir e me render à saga; mas quando isso aconteceu, eu devo admitir que boa parte da motivação tinha a ver com Han Solo - e ouso dizer que 90% das fãs concordam comigo. Salvar a galáxia é demais, a princesa Leia dominou nossos corações e virou uma ídola de primeira, mas Harrison Ford sozinho e sendo ele mesmo é muitas vezes o espetáculo principal. Enfim, contra fatos não há argumentos - eu não fiz essas montagens à toa, OLHEM E ME DIGAM VOCÊS MESMAS.
2: Bruce Springsteen

Era de ouro: anos 80
Uma bela noite de fevereiro eu estava vendo vídeos no YouTube e assisti ao clipe de Dancing in the Dark e vi o jovem Bruce pela primeira vez. Foi assim. Paixão fulminante.
Esse olhar constantemente chapado. Essa barba horrível. Esse cabelo que passava semanas sem ver um pente. Chegamos àquela parte da lista em que eu nem sei mais argumentar com vocês, porque meus hormônios falam mais alto e eu só sei dizer DEIXA EU SER A MÃE DOS SEUS FILHOSSSSSSS - socorro.

1: David Gilmour
Era de ouro: anos 70/80
Já comentei em algum lugar desse blog que esse homem é um mozão, só não comentei o TAMANHO do amor que sinto por esse rostinho eternamente conservado por chapas tiradas nos anos 70. Eu nem sou fã de cabeludo, mas é impossível dizer que isso é um defeito - diria, inclusive, que é a melhor qualidade deste homem juntamente com os talentos na guitarra.
Se algum dia eu encontrar uma máquina do tempo que me leve pra longe, certamente irei pra um show do Pink Floyd jogar minha calcinha no palco, no melhor espírito show do Wando. No regrets.
Fazendo turismo na velocidade da luz
Morar no interior do Paraná tem um milhão de defeitos, mas claramente três vantagens: Loteamentos imobiliários maravilhosamente planos; espigas de milho que crescem em praticamente qualquer estrada; e estar mais perto do Paraguai do que da capital do estado.
Em quase um quarto de século, eu nunca tinha desfrutado da terceira: o Paraguai, esse reino mágico de objetos ridiculamente baratos, uma fonte inesgotável de alfajor argentino, pendrives, notebooks e meias a preço de banana. Então quando Digníssimo, meu maior patrocinador de viagens, chegou e disse que queria ir pra lá comprar um Nintendo Switche gastar os proventos da safra, eu, como boa discípula de Amanda Palmer, disse sim; e lá fomos nós, munidos de uma playlist sem fim, um tanque cheio e a ideia doida de que era perfeitamente aceitável sair de casa na sexta, voltar no domingo, dirigir por doze horas e ainda dar uns role daora em duas cidades diferentes.
Boatos de que é pra isso que a juventude existe.
Tem mil coisas legais pra fazer em Foz do Iguaçu e fronteiras adjacentes; mas caso você só disponha de 48 horas (ou menos); eis as minhas ~dicas~ de turista roceira de o que fazer e não fazer por ali:
1. Ir conhecer Ciudad del Este (mesmo que você não esteja interessado nas muambas);
2. Deixar seu veículo de transportes estacionado em Foz do Iguaçu e cruzar a ponte a pé (se as suas companhias de turismo não tem problemas de mobilidade e você não pretende comprar eletrodomésticos gigantescos, saiba que a fila dos pedestres anda mais rápido nos horários de pico e o trânsito em Ciudad del Este é MUITO DOIDO);
3. Se deslumbrar com o fato de que tem uma Monalisa gigante numa fachada;
4. Falar no gracias pra qualquer coisa que se mexa na sua direção (e provavelmente está te oferecendo meias);
5. Entrar nas lojas pra se esconder do calor e da multidão das ruas;
6. Se deslumbrar com os shoppings que vendem DE TUDO (celulares e filme de instax, decoração e utilidades domésticas, roupas e calçados, perfumes e maquiagem, brinquedos e varas de pesca, chocolate importado e narguiles, vinhos e batedeiras de quatro mil reais, por aí vai);
7. Entender o brilhantismo da expressão sacoleiro;
8. Comprar aqueles cobertores que estão em todo lugar (são fininhos e esquentam ABSURDOS);
9. Procurar Funkos do seu personagem preferido;
10. Comer no McDonald's que fica ali por perto e é provavelmente a refeição mais segura do lugar;
11. Comprar coisas que você não precisava mas estavam por ali;
12. Comer doces árabes (Foz do Iguaçu tem uma colônia árabe bem grande);
13. Não comprar uma capa de chuva e se molhar nas Cataratas;
14. Ficar hospedado no Hotel das Cataratas (ou pelo menos querer ficar);
15. Ficar emocionado (ou aterrorizado) com a imensidão das Cataratas do Iguaçu;
15. Ficar emocionado (ou aterrorizado) com a vista da barragem de Itaipu;
16. Descobrir que Itaipu significa pedra que canta;
17. Descobrir que a usina e as Cataratas são alimentados por rios diferentes (respectivamente, o Paraná e o Iguaçu)(perdão eu era ruim em Geografia);
18. Descobrir que o pessoal que trabalha em Itaipu não gosta de ver o vertedouro da barragem aberto porque isso significa desperdício de água que podia estar gerando energia;
19. Visitar a parte interna da usina (pra ficar mais maravilhado ou aterrorizado com a magnitude da coisa);
20. Tirar foto com o capacete de segurança;
21. Ir ao Parque das Aves (eu não fui, mas fiquei morrendo de vontade);

24. Não alimentar os quatis!!!
Em quase um quarto de século, eu nunca tinha desfrutado da terceira: o Paraguai, esse reino mágico de objetos ridiculamente baratos, uma fonte inesgotável de alfajor argentino, pendrives, notebooks e meias a preço de banana. Então quando Digníssimo, meu maior patrocinador de viagens, chegou e disse que queria ir pra lá comprar um Nintendo Switch
Boatos de que é pra isso que a juventude existe.
Tem mil coisas legais pra fazer em Foz do Iguaçu e fronteiras adjacentes; mas caso você só disponha de 48 horas (ou menos); eis as minhas ~dicas~ de turista roceira de o que fazer e não fazer por ali:
1. Ir conhecer Ciudad del Este (mesmo que você não esteja interessado nas muambas);
2. Deixar seu veículo de transportes estacionado em Foz do Iguaçu e cruzar a ponte a pé (se as suas companhias de turismo não tem problemas de mobilidade e você não pretende comprar eletrodomésticos gigantescos, saiba que a fila dos pedestres anda mais rápido nos horários de pico e o trânsito em Ciudad del Este é MUITO DOIDO);
3. Se deslumbrar com o fato de que tem uma Monalisa gigante numa fachada;
4. Falar no gracias pra qualquer coisa que se mexa na sua direção (e provavelmente está te oferecendo meias);
5. Entrar nas lojas pra se esconder do calor e da multidão das ruas;
6. Se deslumbrar com os shoppings que vendem DE TUDO (celulares e filme de instax, decoração e utilidades domésticas, roupas e calçados, perfumes e maquiagem, brinquedos e varas de pesca, chocolate importado e narguiles, vinhos e batedeiras de quatro mil reais, por aí vai);
7. Entender o brilhantismo da expressão sacoleiro;
8. Comprar aqueles cobertores que estão em todo lugar (são fininhos e esquentam ABSURDOS);
9. Procurar Funkos do seu personagem preferido;
10. Comer no McDonald's que fica ali por perto e é provavelmente a refeição mais segura do lugar;
11. Comprar coisas que você não precisava mas estavam por ali;
![]() |
| sim, uma lanterninha. e esses chocolates. MEU DEUS, QUE ERRO DELICIOSO |
13. Não comprar uma capa de chuva e se molhar nas Cataratas;
14. Ficar hospedado no Hotel das Cataratas (ou pelo menos querer ficar);
15. Ficar emocionado (ou aterrorizado) com a imensidão das Cataratas do Iguaçu;
15. Ficar emocionado (ou aterrorizado) com a vista da barragem de Itaipu;
16. Descobrir que Itaipu significa pedra que canta;
17. Descobrir que a usina e as Cataratas são alimentados por rios diferentes (respectivamente, o Paraná e o Iguaçu)
18. Descobrir que o pessoal que trabalha em Itaipu não gosta de ver o vertedouro da barragem aberto porque isso significa desperdício de água que podia estar gerando energia;
19. Visitar a parte interna da usina (pra ficar mais maravilhado ou aterrorizado com a magnitude da coisa);
20. Tirar foto com o capacete de segurança;
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| 21. Se sentir na Aperture Laboratories |
22. Se surpreender com a quantidade de estrangeiros nos pontos turísticos de Foz;
23. Cobiçar souvenires de 50 mil reais;

24. Não alimentar os quatis!!!
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| mas alimentar os humanos pode, viu |
Deus salve as maldições de fotolog
Hoje é domingo, pé de cachimbo, e a verdade é que passei os últimos dois dias descendo numa espiral de The Sims. O post que eu pretendia escrever hoje foi adiado pra terça, em favor de mais um meme cheio de perguntas aleatórias e mais algumas horas nesse jogo lindo e terrivelmente viciante. Conversa séria: ALGUÉM AÍ JOGA THE SIMS? Podemos trocar figurinhas sobre? Vou deixar vocês com imagem da vida dentro do meu computador, e vocês me dizem se ela não é muito mais bonita do que a de verdade. SOCORRO.
Esse meme (top 3?) não tem nome, e está chegando até vocês graças a Manu do passado, que tinha o hábito de salvar e compilar várias maldições de fotolog num arquivo do Word. As maldições de fotolog inclusive eram os melhores memes da história, sem a menor cerimônia pra te fazer todo o tipo de pergunta pessoal - exceto pelo fato de que eu não tive um fotolog. Aliás, vocês lembram da época em que ter uma câmera digital te transformava quase numa celebridade?
Mas se eu posso dobrar as regras da vida no The Sims e construir mansões pra mim, eu também to mais que autorizada a reciclar meme de uma década atrás nesse blog. Aqui a gente já passou daquela fase de ter que indicar os amigos pra responder, então estou (como sempre) convocando todo mundo aqui pra reviver essas perguntas e até inventar um nome pra esse ~meme~. Shall we?
3 nomes pelos quais você atende:
1) O meu mesmo HEHE
2) Manu
3) Mana (minha avó eventualmente me chama assim)
3 nomes de "tela" (usernames, nicknames, e afins):
1) manuh
2) lipsonfire
3) rainbows
3 Coisas que você gosta em você:
1) Meu gosto pela leitura
2) Meus pequenos talentos artísticos
3) Meu “bônus de fúria” (ou: a capacidade de get things done quando TUDO está indo por água abaixo)
3 Coisas que você odeia/não gosta em você:
1) A minha autoestima é uma porcaria risos
2) A desorganização e procrastinação
3) Minha capacidade de guardar rancor
3 Coisas que você gosta nos outros:
1) Pessoas que entram em contato com os próprios sentimentos
2) Sorrisos bonitos
3) Talento artístico
3 Coisas que você odeia/não gosta nos outros:
1) Gente incoerente
2) Pessoas que acham legal destilar ódio gratuito
3) Gente folgada e sem compromisso com os outros
3 Partes da sua herança:
01 questão: HERANÇA GENÉTICA? HERANÇA FINANCEIRA? EU NÃO CONSIGO RESPONDER SEM SABER
3 Coisas que assustam você:
1) Cobras
2) Doenças
3) Filmes de terror
3 Coisas essenciais no seu dia:
1) iPod
2) Sapatos confortáveis
3) Gente bacana
3 Coisas à toa que te deixam feliz:
1) Fotografar
2) Abraços
3) Chuva
3 Coisas que você está vestindo agora:
1) Calça vermelha do pijama
2) Camiseta vermelha que ganhei na semana do doador de sangue (mendiga looks)
3) Calcinha, óbvio
3 dos seus artistas/bandas favoritos (neste momento):
1) Elton John
2) The Police
3) Genesis
3 das suas canções favoritas (neste momento):
1) Goodbye Yellow Brick Road
2) Domino
3) Skyline Pigeon
3 frases que você diz muito:
1) desculpa
2) diacho
3) eu to cansadaaaaaaaa
3 novas coisas que você quer tentar nos próximos 12 meses:
1) começar algum curso
2) escrever regularmente
3) conhecer mais um lugar novo
Duas verdades e uma mentira: Qual é a mentira?
1) Essa aqui é verdade
2) Essa aqui também é verdade
3) Essa aqui é mentira
Gente, perdão, não entendi
3 Nomes de filhos:
1) Valentina
2) Marco Aurélio
3) Natália
3 Coisas que simplesmente você não consegue fazer:
1) Usar drogas???
2) Ignorar os sentimentos das pessoas (ainda que elas mereçam)
3) Gostar do site faces
3 coisas que você deveria fazer:
1) Voltar a ir na academia
2) Guardar dinheiro
3) Mais sessões de terapia
3 dos seus hobbies favoritos:
1) Fingir que eu desenho
2) Fotografia
3) Jogar The Sims HAHAHAHAHHAHA
3 Coisas que você quer fazer antes de morrer:
1) Conhecer Londres
2) Me casar com o menino Digníssimo
3) Ter uma bibliotequinha
Esse meme (top 3?) não tem nome, e está chegando até vocês graças a Manu do passado, que tinha o hábito de salvar e compilar várias maldições de fotolog num arquivo do Word. As maldições de fotolog inclusive eram os melhores memes da história, sem a menor cerimônia pra te fazer todo o tipo de pergunta pessoal - exceto pelo fato de que eu não tive um fotolog. Aliás, vocês lembram da época em que ter uma câmera digital te transformava quase numa celebridade?
Mas se eu posso dobrar as regras da vida no The Sims e construir mansões pra mim, eu também to mais que autorizada a reciclar meme de uma década atrás nesse blog. Aqui a gente já passou daquela fase de ter que indicar os amigos pra responder, então estou (como sempre) convocando todo mundo aqui pra reviver essas perguntas e até inventar um nome pra esse ~meme~. Shall we?
3 nomes pelos quais você atende:
1) O meu mesmo HEHE
2) Manu
3) Mana (minha avó eventualmente me chama assim)
3 nomes de "tela" (usernames, nicknames, e afins):
1) manuh
2) lipsonfire
3) rainbows
3 Coisas que você gosta em você:
1) Meu gosto pela leitura
2) Meus pequenos talentos artísticos
3) Meu “bônus de fúria” (ou: a capacidade de get things done quando TUDO está indo por água abaixo)
3 Coisas que você odeia/não gosta em você:
1) A minha autoestima é uma porcaria risos
2) A desorganização e procrastinação
3) Minha capacidade de guardar rancor
3 Coisas que você gosta nos outros:
1) Pessoas que entram em contato com os próprios sentimentos
2) Sorrisos bonitos
3) Talento artístico
3 Coisas que você odeia/não gosta nos outros:
1) Gente incoerente
2) Pessoas que acham legal destilar ódio gratuito
3) Gente folgada e sem compromisso com os outros
3 Partes da sua herança:
01 questão: HERANÇA GENÉTICA? HERANÇA FINANCEIRA? EU NÃO CONSIGO RESPONDER SEM SABER
3 Coisas que assustam você:
1) Cobras
2) Doenças
3) Filmes de terror
3 Coisas essenciais no seu dia:
1) iPod
2) Sapatos confortáveis
3) Gente bacana
3 Coisas à toa que te deixam feliz:
1) Fotografar
2) Abraços
3) Chuva
3 Coisas que você está vestindo agora:
1) Calça vermelha do pijama
2) Camiseta vermelha que ganhei na semana do doador de sangue (mendiga looks)
3) Calcinha, óbvio
3 dos seus artistas/bandas favoritos (neste momento):
1) Elton John
2) The Police
3) Genesis
3 das suas canções favoritas (neste momento):
1) Goodbye Yellow Brick Road
2) Domino
3) Skyline Pigeon
3 frases que você diz muito:
1) desculpa
2) diacho
3) eu to cansadaaaaaaaa
3 novas coisas que você quer tentar nos próximos 12 meses:
1) começar algum curso
2) escrever regularmente
3) conhecer mais um lugar novo
Duas verdades e uma mentira: Qual é a mentira?
1) Essa aqui é verdade
2) Essa aqui também é verdade
3) Essa aqui é mentira
Gente, perdão, não entendi
3 Nomes de filhos:
1) Valentina
2) Marco Aurélio
3) Natália
3 Coisas que simplesmente você não consegue fazer:
1) Usar drogas???
2) Ignorar os sentimentos das pessoas (ainda que elas mereçam)
3) Gostar do site faces
3 coisas que você deveria fazer:
1) Voltar a ir na academia
2) Guardar dinheiro
3) Mais sessões de terapia
3 dos seus hobbies favoritos:
1) Fingir que eu desenho
2) Fotografia
3) Jogar The Sims HAHAHAHAHHAHA
3 Coisas que você quer fazer antes de morrer:
1) Conhecer Londres
2) Me casar com o menino Digníssimo
3) Ter uma bibliotequinha
✨✨
Grace and Frankie é do balacobaco
(Grace and Frankie, Netflix, 2015)
Eu conheci Grace and Frankie em 2016, pouco antes das série lançar sua segunda temporada no Netflix. Os amigos, como sempre, vieram surtando e dizendo que eu tinha que ver e eu aceitei a sugestão porque ela cumpria meus dois requisitos pra aceitar uma série nova na minha vida: tinha poucos episódios e esses episódios tinham pouco tempo eu sou ridícula eu sei. Trinta e nove episódios depois, estou aqui, escrevendo esse post com a intenção de arrebanhar mais gente pro culto a essas duas mulheres incríveis.Toda vez que sugiro a série pra alguém e a pessoa me pergunta "é sobre o quê?", me pego repetindo a sinopse do primeiro episódio: Grace, mulher de negócios do ramo cosmético e Frankie, artista super esotérica, são casadas com advogados sócios de uma empresa. As duas, que nunca se gostaram, estão esperando os maridos pra um jantar importante, imaginando que se trata do anúncio da aposentadoria de ambos; mas Robert e Sol, seus respectivos esposos, estão ali pra contar que são homossexuais e pretendem se casar. O barraco está armado, a casa cai, e a primeira temporada (são três até o momento) se desenrola principalmente ao redor dessa bomba e como lidar com os cacos da explosão.
Mas Grace and Frankie não é apenas uma série sobre relacionamentos gays e mulheres de 70 anos abandonadas pelos esposos.
A expectativa de vida da humanidade aumenta a cada ano, a ponto de fazer a gente se preocupar com a perspectiva de trabalhar até os 80; e enquanto cada temporada de estréias traz pras telas gente impossivelmente linda e bombada e discute o triste drama da geração millenial de todas as formas possíveis, Jane Fonda e Lily Tomlin protagonizam uma história contada pela ótica da velhice, um lugar onde todo mundo pretende chegar mas ainda não teve tempo de pensar como será. Sabemos que a juventude é o que vende por aí, sabemos também que uma hora ela acaba, mas ainda não sabemos exatamente o que fazer quando essa hora chega, e Grace, Frankie, Robert e Sol nos dão pequenas lições a respeito disso, mostrando que mesmo quem é adulto há décadas ainda garante seus momentos de fragilidade e insegurança; que a vida aparentemente nunca estaciona num lindo patamar de estabilidade; e que virar a curva dos 70 anos está bem longe de significar a morte (a menos, é claro, que você queira).
Frankie é a hippie sempre avoada e rainha do nonsense e Grace, a mulher rica e esnobe de coração de pedra. A série podia ser uma comédia cheia de absurdos e humor estereotipado - e esses momentos até existem, devidamente intercalados com cenas de uma profundidade enorme por parte das protagonistas e seus ex-maridos. Os filhos dos casais acabam sendo o alívio cômico na maioria dos momentos (e vocês vão amar a Brianna), enquanto o fio principal da série se desenrola falando da fragilidade do corpo, de morte e doenças, de aposentadoria e novos rumos profissionais, de divórcio, casamento, amor, solidão, namoro, homofobia e até a sexualidade feminina na terceira idade. É uma história comum (sobre uma família um pouco diferente, é verdade), com situações e sentimentos impossíveis de não se relacionar, porque todo mundo ali, tal qual nós, está lidando com A Vida e suas presepadas e sofrendo muito no processo. Tem muita raiva, inveja, sentimentos confusos demais e uma boa dose de tóchicos pra anestesiar a realidade, mas também temos pessoas de verdade tomando decisões, fazendo as coisas acontecerem e tomando a rédea das próprias vidas o tempo todo. O episódio piloto, em que Robert e Sol decidem sair do armário e se casar depois de tantos anos pode fazer a gente se questionar: mas isso valia mesmo a pena? Depois de décadas de casamento? E a grande questão é que sim, vale. Fazer nossos desejos acontecerem definitivamente vale a pena, acontecendo aos 25 anos ou aos 70.
Frankie e Grace são ótimas de se ver na tela, juntas. As duas se apresentam pra gente como mulheres com nada em comum - até que, de repente, elas passam a ter coisas demais numa tacada só. Se isso serve de plano de fundo pra uma porção de conflitos pra fomentar a história, a gente acompanha na mesma medida o surgimento de uma das parcerias mais bonitas que já vi na ficção, um exemplo fantástico de sororidade. Ambas são mulheres fortes e admiráveis, cada uma com a sua personalidade e história, mas com o mesmo espírito criativo e corajoso, uma capacidade de ser gentil quando necessário e cuidar uma da outra. Grace e Frankie podiam ser eu e você. Eu espero que sejam, aliás.
Gente Talentosa: Chloe Giordano
No final do ano passado, eu cismei que queria aprender a bordar.
Artesanato sempre foi meio que a minha praia: nunca tive muita habilidade, mas desde criança já admirava imensamente todas as manifestações artísticas de quem manjava dos paranauê. Transformar sentimentos em obras visíveis e palpáveis é uma coisa que me fascina demais, e foi por isso que, depois de namorar e salvar milhões de imagens do Pinterest, resolvi começar a dar meus primeiros pontinhos num tecido. O perfil da Chloe chegou até mim numa dessas buscas sem fim por inspiração, e eu fiquei doida de amores: já falei pra vocês que o Pinterest é cheio de coisas maravilhosas, mas os bordados dela tem características únicas e lindas demais.
Chloe Giordano mora em Oxford e estudou Ilustração, e foi no último ano da graduação que ela começou a se interessar por trabalhos com têxteis e decidiu experimentar aquilo. Ela usa na maioria dos bordados o mesmo ponto simples e linha de costura, que é muito mais fina do que a linha normal de bordado; e cada figura é formada por uma infinidade de pontos curtinhos, criando um trabalho com uma delicadeza ímpar.
A maioria das temáticas dos bordados é silvestre, complementada por florzinhas em degradê e folhagens tão bem-feitas que quase parecem reais. Muitos também são feitos em dimensões minúsculas, o que me deixa ainda mais fascinada: um trabalho maior exige muito mais linha e pontos, mas dar tantos pontinhos milimétricos e transformar isso em arte é uma façanha que ainda não estou nem perto de conseguir.
O design dos bordados também é feito por ela, e tem muitos rascunhos dos animaizinhos no seu Instagram. Já disse por aqui que sou frustrada por não saber desenhar, né? Um dos meus sonhos é saber desenhar como ela, poder fazer uma arte realista e tão cheia de detalhes;e fazer isso usando materiais tão diferentes quanto tecido e linha me deixa muito maravilhada. Ela é ilustradora em teoria, bordadeira na prática e eu não sei se é possível definir esses trabalhos em apenas uma dessas duas esferas de arte - como já falei, é algo incomparável e muito diferente da maioria das coisas que já vi.Na lojinha do Etsy ela vende cartões com impressão das artes e alguns dos bordados originais, como os broches de mariposinha que coloquei ali em cima. Pelo que eu percebi, não existe arte em estoque: são peças únicas e originais, num lote único, e quando acabar, acabou. O preço não é muito amigo, mas honestamente, eu não sou capaz de dizer quanto é que isso vale ou deveria valer - só sei que é suficiente pra me fazer babar por uns bons minutos a fio enquanto olho pra mesma imagem.
Pra quem ficou curioso, esse vídeo (em inglês) traz um pouco mais de informações sobre ela e dá pra ver ela dando uns pontinhos ao vivo:
Chloe Giordano — Freehand Embroidery from AdamPellinDeeve on Vimeo.Todas as fotos do post são da Chloe, e os links pro trabalho dela são esses: site - loja - instagram - facebook
Repositório de ninharias
Caso você seja cliente desse estabelecimento há algum tempo, já deve ter me ouvido dizer que eu adoro responder memes, de todas as formas, temas e tamanhos (rumores de que tem um de 13 páginas no meu computador). Acho que esse gosto começou quando eu tinha uns oito anos e passava as tardes dos sábados na casa da minha avó, folheando as Elles e Vogues da minha tia e lendo com muita atenção as entrevistas das it girls da época, que sempre abriam um espaço pras perguntas mais clichês da história ('parte preferida do seu corpo?' 'qual cd não sai do seu discman?'), a única maneira de conhecer o que alguém pensava numa época antes de blogs e instagram.
Demorou um bom tempo pra eu perceber que ninguém além de mim se interessaria pela cor do meu pijama ou quem eu levaria pra uma ilha deserta (tirando aqueles cadernos de perguntas maravilhosos), até o dia mágico em que eu me tornei rainha soberana de uma url capenga no finado Weblogger e descobri que ali eu tinha todo o aval do mundo pra contar os detalhezinhos mais desinteressantes da minha vida, pra quem quisesse ler (ou não). Continuamos fazendo isso há onze anos, e no fundo, por mais que eu faça um post pretensioso aqui e ali, esse blog ainda é um repositório de ninharias de primeira; e esse post se propõe a fazer isso com louvor: abraçando com força o overshare e compartilhando uma série de fatos insignificantes e aleatórios sobre moi. #rainha #soberana
⋆ Quando eu tinha uns nove anos, quebrei uma porta de vidro brincando de pega-pega no apartamento de uma colega de escola - correndo sem ver pra onde e me arrebentando contra a porta da sacada. Fiquei com medo de altura desde então. ⋆
⋆ As pessoas da internet (excetuando as do twitter, risos) não sabem, mas eu falo muito palavrão e com muita frequência. É bem feio, mas dá um alívio muito grande, MIDESGUPI. ⋆
⋆ Eu nunca tive catapora na vida - e consequentemente, hoje em dia MORRO de medo de chegar perto de uma criança doente. ⋆
⋆ Tenho uma dificuldade muito grande com joguinhos que exigem reflexos rápidos, em que eu preciso derrotar inimigos e/ou me esquivar pra não ser derrotada por eles (isso inclui Mario, por exemplo). Em compensação, eu sou muito boa com puzzles e adoro jogos de turno. ⋆
⋆ Ainda falando de jogos: eu sou muito competitiva e ODEIO perder qualquer coisa. Até disfarço bem, mas fico me doendo depois. ⋆
⋆ Minha maior habilidade talvez seja memorizar/reproduzir coisas. Daí vem minha facilidade pra decorar letras de música e nomes, saber as 196 nações soberanas do globo e ~desenhar~ (que não sei fazer de cabeça, mas copio modelos muito bem). ⋆
⋆ Nasci e cresci na Roça, mas nunca andei a cavalo na vida. Aliás, eu nem gosto muito de cavalo (mas AMO VACAS). ⋆
⋆ Na adolescência, eu cismei de descolorir umas mechas de cabelo pra pintar de colorido com papel crepom (eu morava na Roça e o Youtube nem existia ainda pra me informar a respeito, BEAR WITH ME). O resultado foi claramente desfavorável e fiquei com uns ~cabelos brancos~ por um bom tempo. ⋆
⋆ Eu amo comprar coisas, mas também sou extremamente mão-de-vaca quando algo parece caro demais HEHEHEH. ⋆
⋆ Nunca tive carro em casa, então minha disposição pra andar longas distâncias à pé é bem maior do que a da maioria das pessoas. ⋆
⋆ Segundo a última visita que fiz ao dentista, meus dentes são ótimos (que elogio maravilhoso, némesmo? Fica a dica: chegar na balada e dizer pro boy/girl de sua escolha OLAR, SEUS DENTES SÃO ÓTIMOS) ⋆
⋆ Eu aprendi a ler com uns quatro anos de idade e o primeiro livro que ganhei foi A Cigarra e a Formiga (que aliás, ainda existe aqui). Também ganhava vários prêmios de leitura na época da escola por pegar quantidades absurdas de livros na biblioteca. ⋆
⋆ Durante a adolescência, eu e minhas melhores amigas éramos sócias de um clube incrível que a gente frequentava adoidado sempre que podia. Hoje em dia, eu detesto piscina. Vai entender. ⋆
⋆ Eu falo muito sozinha e sou daquelas pessoas que briga com a televisão (!!!!!)sempre quando tá assistindo algo e se irrita com algum personagem .⋆
⋆ Se um dia eu tiver filhos, os nomes eleitos são Valentina ou Marco Aurélio. ⋆
⋆ Demorei 22 anos pra conhecer o litoral!!! ⋆
⋆ Eu tenho uma coleção muito respeitável de gibis da Mônica e da Disney, que gosto muito e zelo loucamente pra que nenhuma criança enxerida e descuidada ponha as mãos. ⋆
⋆ Não sei assoviar até hoje e sou muito ruim contando piadas (sempre entrego o final). ⋆
⋆ Eu comecei a escrever fanfics em 2005, e estou desde 2006 até hoje inventando uma certa história e dando trela pros personagens dela. Um dia eu juro que sento e escrevo direitinho (risos infinitos). ⋆
Demorou um bom tempo pra eu perceber que ninguém além de mim se interessaria pela cor do meu pijama ou quem eu levaria pra uma ilha deserta (tirando aqueles cadernos de perguntas maravilhosos), até o dia mágico em que eu me tornei rainha soberana de uma url capenga no finado Weblogger e descobri que ali eu tinha todo o aval do mundo pra contar os detalhezinhos mais desinteressantes da minha vida, pra quem quisesse ler (ou não). Continuamos fazendo isso há onze anos, e no fundo, por mais que eu faça um post pretensioso aqui e ali, esse blog ainda é um repositório de ninharias de primeira; e esse post se propõe a fazer isso com louvor: abraçando com força o overshare e compartilhando uma série de fatos insignificantes e aleatórios sobre moi. #rainha #soberana
⋆ Quando eu tinha uns nove anos, quebrei uma porta de vidro brincando de pega-pega no apartamento de uma colega de escola - correndo sem ver pra onde e me arrebentando contra a porta da sacada. Fiquei com medo de altura desde então. ⋆
⋆ As pessoas da internet (excetuando as do twitter, risos) não sabem, mas eu falo muito palavrão e com muita frequência. É bem feio, mas dá um alívio muito grande, MIDESGUPI. ⋆
⋆ Eu nunca tive catapora na vida - e consequentemente, hoje em dia MORRO de medo de chegar perto de uma criança doente. ⋆
⋆ Tenho uma dificuldade muito grande com joguinhos que exigem reflexos rápidos, em que eu preciso derrotar inimigos e/ou me esquivar pra não ser derrotada por eles (isso inclui Mario, por exemplo). Em compensação, eu sou muito boa com puzzles e adoro jogos de turno. ⋆
⋆ Ainda falando de jogos: eu sou muito competitiva e ODEIO perder qualquer coisa. Até disfarço bem, mas fico me doendo depois. ⋆
⋆ Minha maior habilidade talvez seja memorizar/reproduzir coisas. Daí vem minha facilidade pra decorar letras de música e nomes, saber as 196 nações soberanas do globo e ~desenhar~ (que não sei fazer de cabeça, mas copio modelos muito bem). ⋆
⋆ Nasci e cresci na Roça, mas nunca andei a cavalo na vida. Aliás, eu nem gosto muito de cavalo (mas AMO VACAS). ⋆
⋆ Na adolescência, eu cismei de descolorir umas mechas de cabelo pra pintar de colorido com papel crepom (eu morava na Roça e o Youtube nem existia ainda pra me informar a respeito, BEAR WITH ME). O resultado foi claramente desfavorável e fiquei com uns ~cabelos brancos~ por um bom tempo. ⋆
⋆ Eu amo comprar coisas, mas também sou extremamente mão-de-vaca quando algo parece caro demais HEHEHEH. ⋆
⋆ Nunca tive carro em casa, então minha disposição pra andar longas distâncias à pé é bem maior do que a da maioria das pessoas. ⋆
⋆ Segundo a última visita que fiz ao dentista, meus dentes são ótimos (que elogio maravilhoso, némesmo? Fica a dica: chegar na balada e dizer pro boy/girl de sua escolha OLAR, SEUS DENTES SÃO ÓTIMOS) ⋆
⋆ Eu aprendi a ler com uns quatro anos de idade e o primeiro livro que ganhei foi A Cigarra e a Formiga (que aliás, ainda existe aqui). Também ganhava vários prêmios de leitura na época da escola por pegar quantidades absurdas de livros na biblioteca. ⋆
⋆ Durante a adolescência, eu e minhas melhores amigas éramos sócias de um clube incrível que a gente frequentava adoidado sempre que podia. Hoje em dia, eu detesto piscina. Vai entender. ⋆
⋆ Eu falo muito sozinha e sou daquelas pessoas que briga com a televisão (!!!!!)
⋆ Se um dia eu tiver filhos, os nomes eleitos são Valentina ou Marco Aurélio. ⋆
⋆ Demorei 22 anos pra conhecer o litoral!!! ⋆
⋆ Eu tenho uma coleção muito respeitável de gibis da Mônica e da Disney, que gosto muito e zelo loucamente pra que nenhuma criança enxerida e descuidada ponha as mãos. ⋆
⋆ Não sei assoviar até hoje e sou muito ruim contando piadas (sempre entrego o final). ⋆
⋆ Eu comecei a escrever fanfics em 2005, e estou desde 2006 até hoje inventando uma certa história e dando trela pros personagens dela. Um dia eu juro que sento e escrevo direitinho (risos infinitos). ⋆
✨✨
rouBADA
(como eu não pensei nesse título logo de cara???? eu não sei)
Primeiro teve o BEDA, que foi um sucesso sem precedentes na história desse website. Depois, veio o Blogmas, que foi um fiasco; e depois vieram os últimos três meses nesse blog, no qual ele respirou com a ajuda de aparelhos (e possivelmente umas boas rezas) pra sobreviver até aqui. Em 90 dias, tivemos dois míseros posts, possivelmente a maior seca do Beyond Cloud Nine. Nem aquele post típico de explicações pro sumiço eu fiz, porque a verdade é que nem vi o primeiro trimestre de 2017 passar. Já faz 84 anos que tenho dito que não está fácil.
Decidi por conta própria chamar o mês de abril por aqui de BADA, um acrônimo bobo que pode significar 'blog almost daily in april', ou 'parece o BEDA mas não é'. Meu plano é postar dia sim, dia não (e o que me salva de repetir o fiasco do Blogmas é que as #pautas já estão definidas e algumas até meio escritas, heh), e continuar falando as trivialidades e abobrinhas que vocês já sabem que encontram aqui. Por mais que a vida esteja doida (e sabemos que a tendência é que ela fique mais maluca a cada ano que passa), revirar os arquivos desse blog e ler os memes, os desabafos e rever as fotografias me conecta com coisas gostosas demais pra que eu sequer pense em parar de escrever. Depois de três meses tão áridos, eu nem sei se alguém ainda continua por aqui pra se conectar com o que eu falo, mas essa conexão com as pessoas também é legal demais pra eu desistir dela. Blogar faz um sentido tremendo pra mim, ainda que os posts sem pé nem cabeça pareçam significar o contrário.
A coisa mais valiosa que aprendi com o BEDA foi que a gente precisa abrir um espacinho na nossa vida pra fazer aquilo que a gente quer; e é isso que estou tentando fazer mais uma vez. A chance de ~falhar~ sempre está aí, de me empolgar, gerar mil expectativas e deixar o marasmo da rotina e a correria dos dias me tragar de novo por um tempo(e me sentir culpada, egoísta e uma péssima blogueira), mas acho que eu vou continuar voltando com o rabinho entre as pernas, com ou sem projetos rocambolescos, até o Google decidir que o Blogger é um péssimo investimento e me despejar. Enquanto os últimos tempos foram meio decadentes pra blogosfera e tantos blogs de anos foram apagados, reformulados, se transformaram em newsletters ou simplesmente estão em hiatus eternos, eu voltei pra dizer que essa url continua por aqui em resistência, falando sobre tudo sem pretensão nenhuma. Espero que cês fiquem felizes em saber ¯\_(ツ)_/¯
(Caso você esteja aí, lendo isso, é sua hora de interceder por mim esugerir temas matar a curiosidade! Tá muito permitido mandar perguntas, sugestões de memes, reclamações ou qualquer outra coisa. VAMOS CONVERSAR EHEHEH)
Primeiro teve o BEDA, que foi um sucesso sem precedentes na história desse website. Depois, veio o Blogmas, que foi um fiasco; e depois vieram os últimos três meses nesse blog, no qual ele respirou com a ajuda de aparelhos (e possivelmente umas boas rezas) pra sobreviver até aqui. Em 90 dias, tivemos dois míseros posts, possivelmente a maior seca do Beyond Cloud Nine. Nem aquele post típico de explicações pro sumiço eu fiz, porque a verdade é que nem vi o primeiro trimestre de 2017 passar. Já faz 84 anos que tenho dito que não está fácil.
A possibilidade de que alguém aí, do outro lado do computador, esteja aguardando aquele post derradeiro onde eu venho aqui pra abaixar as portas desse estabelecimento virtual com uma meia dúzia de tchaus e muitas desculpas sem-vergonha pra justificar o desânimo com a blogagem são altas, eu diria. Em vez disso, eu vim aqui pra anunciar mais uma cilada bloguística, obviamente agarrada nas mãos das ciladetes Ana, Mia e Michas (Tati não quis embarcar no barquinho mas está dando apoio moral como a amizade exige, heh) - porque nenhuma de nós tem medo do perigo de queimar a cara anunciando planos mirabolantes desde que devidamente amparada por pessoas igualmente lunáticas.
Ouço alguém comemorando? RISOSDecidi por conta própria chamar o mês de abril por aqui de BADA, um acrônimo bobo que pode significar 'blog almost daily in april', ou 'parece o BEDA mas não é'. Meu plano é postar dia sim, dia não (e o que me salva de repetir o fiasco do Blogmas é que as #pautas já estão definidas e algumas até meio escritas, heh), e continuar falando as trivialidades e abobrinhas que vocês já sabem que encontram aqui. Por mais que a vida esteja doida (e sabemos que a tendência é que ela fique mais maluca a cada ano que passa), revirar os arquivos desse blog e ler os memes, os desabafos e rever as fotografias me conecta com coisas gostosas demais pra que eu sequer pense em parar de escrever. Depois de três meses tão áridos, eu nem sei se alguém ainda continua por aqui pra se conectar com o que eu falo, mas essa conexão com as pessoas também é legal demais pra eu desistir dela. Blogar faz um sentido tremendo pra mim, ainda que os posts sem pé nem cabeça pareçam significar o contrário.
A coisa mais valiosa que aprendi com o BEDA foi que a gente precisa abrir um espacinho na nossa vida pra fazer aquilo que a gente quer; e é isso que estou tentando fazer mais uma vez. A chance de ~falhar~ sempre está aí, de me empolgar, gerar mil expectativas e deixar o marasmo da rotina e a correria dos dias me tragar de novo por um tempo(e me sentir culpada, egoísta e uma péssima blogueira), mas acho que eu vou continuar voltando com o rabinho entre as pernas, com ou sem projetos rocambolescos, até o Google decidir que o Blogger é um péssimo investimento e me despejar. Enquanto os últimos tempos foram meio decadentes pra blogosfera e tantos blogs de anos foram apagados, reformulados, se transformaram em newsletters ou simplesmente estão em hiatus eternos, eu voltei pra dizer que essa url continua por aqui em resistência, falando sobre tudo sem pretensão nenhuma. Espero que cês fiquem felizes em saber ¯\_(ツ)_/¯
(Caso você esteja aí, lendo isso, é sua hora de interceder por mim e
E LÁ VAMOS NÓS!!!
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